ESQUECI MINHA SENHA CONTINUAR COM O FACEBOOK SOU UM NOVO USUÁRIO
Buscar

MG: Bom Gosto investe para expandir a produção

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 23/07/2008

1 MIN DE LEITURA

3
0
A Laticínios Bom Gosto investirá R$ 12 milhões na expansão e reestruturação das plantas industriais de Muriaé (MG), incorporadas com a aquisição da mineira DaMatta, em julho de 2007. Até o primeiro semestre de 2009, o projeto prevê aumento da capacidade de processamento local de 600 mil para 750 mil litros por dia, o início da fabricação de requeijão, iogurtes, bebidas lácteas e manteigas e a unificação das três unidades atuais, destinadas à produção de queijo e leite longa vida.

No total, os investimentos chegam a pouco mais de R$ 50 milhões, incluindo a ampliação da fábrica de Fazenda Vilanova, a construção de uma planta para a produção de leite em pó em Tapejara, onde fica a sede do grupo, e a reforma da usina de beneficiamento arrendada da Coorlac em Erechim, todas no Rio Grande do Sul. A empresa também prepara o lançamento de sucos com a marca Bom Gosto no Sul e em São Paulo nos próximos dois meses. Para o fim de 2009 ou início de 2010 está previsto o início de operação de uma planta de leite em pó no Uruguai, com processamento diário inicial de 200 mil litros.

Segundo o presidente da empresa, Wilson Zanatta, a Bom Gosto pode receber 2,3 milhões de litros de leite por dia e vem beneficiando cerca de 2 milhões. Com os projetos em andamento, até meados de 2009 a capacidade vai alcançar 3,3 milhões de litros/dia. Em 15 de agosto será concluída a expansão em Fazenda Vilanova, que recebeu R$ 8 milhões para ampliar a capacidade de 760 mil para 1,01 milhão de litros por dia. Em abril do ano que vem começa a operar a nova planta de leite em pó em Tapejara, para processar 600 mil litros/dia, que custará R$ 35 milhões.

As informações são do jornal Valor Econômico.

3

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE ARTIGO! SEGUIR COMENTÁRIOS

5000 caracteres restantes
ANEXAR IMAGEM
ANEXAR IMAGEM

Selecione a imagem

INSERIR VÍDEO
INSERIR VÍDEO

Copie o endereço (URL) do vídeo, direto da barra de endereços de seu navegador, e cole-a abaixo:

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

SEU COMENTÁRIO FOI ENVIADO COM SUCESSO!

Você pode fazer mais comentários se desejar. Eles serão publicados após a analise da nossa equipe.

ROBERTO CUNHA FREIRE

LEOPOLDINA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE

EM 27/07/2008

Creio que os colegas têm toda razão de reclamarem, porém temos que lutar sim pela implementação de uma nova metodologia mais justa e real que espelha a realidade do preço do litro de leite que as empresas e cooperativas nos pagam pelo mesmo.

A meu juízo, o preço do litro de leite deveria ser apurado levando-se em consideração a média dos produtos derivados no atacado, afinal é do leite que se extraem seus derivados com queijos diversos, manteiga, iogurte, leite condensado, creme dde leite, leite em pó e mais uns tantos produtos. Quando o colega lá de Goiás, Aroldo Augusto Martins, e o conterrâneo mineiro da cidade de Lavras também emitiram a sua opinião, concordo com os mesmos e faço das suas palavras também a minha.

Se me permitem, porém, acrescento uma sugestão, principalmente para as cooperativas: por que não começam a adotar a metodologia para apuração do preço do litro de leite que nos pagam, em função da média aritimética dos produtos derivados do leite no atacado e, mediante o seu resultado, criem um indexador, como é feito na construção civil pelos Sinduscon de cada estado e/ ou região? Esse é um exemplo de união e organização de uma classe; porque não fazem o mesmo as nossas lideranças sindicais, será que é tão difícil ? Ou só querem receber as mensalidades que pagamos e administrar os sindicatos para satisafazerem as suas vaidades?

Quanto às cooperativas de leite no Brasil, salvo alguma rara exceção, os senhores deputados federais já deveriam ter instalado uma CPI das Cooperativas de leite a muito tempo, não é possível e não se justifica porque tantas foram à falência nesse Brasil, há algo no mínimo extranho no ar. Creio que se apurarem o diagnóstico será uma vergonha para o nosso setor, ou seja, enquanto as industrias e empresas particulares crescem, muitas cooperativas quebram ou estão próximo de quebrar.

Nós produtores rurais de leite estamos sim sendo literalmente explorados.
VICENTE ROMULO CARVALHO

LAVRAS - MINAS GERAIS - TRADER

EM 25/07/2008

Parabéns para o nobre colega Aroldo Augusto Martins de Edealina, no querido estadão do Goiás. Concordo em genero número e grau, basta diminuirmos a produção e ficarmos de pé. Não adianta choradeira, quem administra o meu negócio sou eu, e voce o seu. Nosso negócio tem dono e sabemos o quanto custou, tirar leite não é brincadeira, e sim coisa série, que deveria ser tratada com uma cadeia séria, pois de uma paulada, baixar R$ 0,15 no litro, no atual momento, não é coisa séria.

Abraços a todos o produtores do querido Goiás, estou aqui em Minas e sou Mineiro, porém andei por todo este Estadão nas décadas de 70 e 80, quando era funcionário da extinta CIBRAZEM, hoje CONAB.
AROLDO AUGUSTO MARTINS

EDEALINA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/07/2008

É meus amigos produtores, a gente só ouve anuncio de cresciento de laticinio e cooperativas de leite. Faço uma pergunta para vocês: faz quantos anos que vocês não crescem, não investem na sua propriedade?

Chegou a hora de nós acordarmos, pois sem a matéria-prima eles terão que parar. Cadê nosso sindicato, cadê a união dos produtores? Até quando iremos ficar com as migalhas? Falo isso com conhecimento, tenho uma propriedade leiteira a anos com consultoria da Esalq, tiro mais de 1300 lts/dias, tenho condições de dobrar a produção, mas pergunto: vocês acham que compensa?

Se cada um de nós que produzimos mandasse só o suficiente para cubrir os gasto, diminuisse a ração, tenho plena convicão que os preços irião aumentar rapido, pois essa historia de excesso de produto, baixa do dolar, é historia para boi dormir. Vamos reunir cada produtor da nossa cidade e debater esse tema. Façam isso, pois sem o leite, as empresas quebrarão bem antes de nós, pois temos outras opções para explorar em nossa propriedade e estamos ficando na miséria de uma maneira "homeopatica". Quando acordarmos, estaremos falidos.
MilkPoint AgriPoint