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Menos de 800 fazendas produziram 35% do leite norte-americano em 2012, quase a produção brasileira

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 26/02/2013

MENOS DE 1 MIN DE LEITURA

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 O número de operações de criação de gado bovino nos Estados Unidos totalizou em 2012 915.000, 1% a menos que em 2011. O número de fazendas leiteiras em produção foi de 58.000 em 2012, 3% a menos (ou 2.000 fazendas) que em 2011, de acordo com o relatório anual de Fazendas, Terras em Fazendas e Operações Pecuárias do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

As 3.300 maiores fazendas, com plantel igual ou superior a 500 vacas, foram responsáveis por 63% da produção de todo o leite dos Estados Unidos em 2012, conforme mostra a tabela abaixo. Neste mesmo ano, o número de fazendas que se enquadrava neste perfil foi inferior ao de 2011 em 100 unidades.

O número de fazendas com menos de 100 vacas caiu de 44.300 para 44.000 em 2012 e há tendência de continuando declínio. Estas fazendas, apesar de serem responsáveis por somente 14% da produção, representam 74% de todas as propriedades leiteiras do país.



Os dados são do USDA e do site www.dailydairyreport.com, traduzida e adaptada pela Equipe MilkPoint.

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ESTÊVÃO DOMINGOS DE OLIVEIRA

QUIRINÓPOLIS - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 28/02/2013

Não adianta ir contra a lógica do mercado. No Brasil a pulverização das unidades produtoras de leite também é um dos entraves na profissionalização do setor.
JACI DE ALMEIDA

SEROPEDICA - RIO DE JANEIRO

EM 27/02/2013

Gostei muito do texto, pois o mesmo é claro, direto e suscinto. Na verdade os dados apresentados estão sendo evidenciados em boa parte dos países produtores de leite. No caso do Brasil, também temos visto nos últimos anos uma redução no número de pequenas propriedades que produzem leite. Bem se por um lado, isto significa que os produtores e técnicos estão tecnificando e gerenciando suas propriedades como uma empresa, por outro lado, fico preocupado com o futuro, pois o que irão fazer esses pequenos pecuaristas que vivem do leite, e que após o fim de sua atividade, não tem muito chance de se reequadrar em outra atividade, pois muitos dedicaram a vida toda a produzir leite e não sabem fazer outra coisa. Isto sem tocar em um outro problema que tende a surgir, que é a monopolização do produto (leite), pois todos sabem que  quanto menos empresas no mercado, menor concorrência e já testemunhamos em outras atividades que o aumento de produtos devido a baixa concorrência de produção no mercado. No entanto, compreendo que a escassez de mão-de-obra já existente, somada a falta de qualificação da mesma, tendem a forçar uma virada na atual conjuntura da produção leiteira no Brasil, onde somente as propriedades tecnificadas e com um gestão adequada e competitiva tendem a permanecer no mercado.
LUIZ CARLOS BRITTO FERREIRA

BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 27/02/2013

E para onde vão os produtores que abandonam a atividade leiteira lá?

Os número econômicos são impressionantes, mas socialmente é um desastre. O pior que a tendencia no Brasil é a mesma.
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