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Greenpeace volta a atacar impactos ambientais de indústria de lácteos da Nova Zelândia

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 07/12/2011

2 MIN DE LEITURA

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O Greenpeace lançou mais um ataque à indústria de lácteos da Nova Zelândia com a divulgação de um relatório que afirma que a importação de alimentos para as vacas leiteiras é responsável por grandes quantidades de emissões de gases de efeito estufa (leia matéria relacionada).

O relatório do Greenpeace sobre o subproduto Palm Kernel Expeller (PKE) usado na alimentação animal afirma que somente o valor das importações desse produto de um ano poderia produzir quase nove milhões de toneladas de emissões de carbono. Ele disse que está na hora de o Governo tomar medidas para deter o crescente uso pela indústria de lácteos de importações de PKE.

De acordo com o Statistics New Zealand, as importações desse subproduto alcançaram um recorde de 1,4 milhão de toneladas no último ano financeiro. No entanto, a organização rural Federated Farmers disse que o relatório é totalmente falho. "Esse relatório trata de forma errônea o PKE como um "co-produto" do óleo de palma, ao invés de um subproduto", disse o presidente da organização, Willy Leferink. "É como dizer que a casca da laranja é um co-produto do suco de laranja, de forma que deve gerar as mesmas pegadas de carbono do suco de laranja. Ele disse que esse relatório tem uma dimensão "anti-comercial" para eles e que poderia ser visto como um "vandalismo econômico".

A diretora executiva do Greenpeace, Bunny McDiamird, disse que a quantidade que a Nova Zelândia importa representa um terço do comércio global desse produto. "Isso está direcionando um modelo não sustentável de lácteos em nossa indústria rural na Nova Zelândia". Ela disse que isso também está direcionando para cima os preços dos produtos lácteos.

No entanto, o diretor executivo do Federated Farmers, Conor English, refutou seus comentários, dizendo que estão protestando contra a indústria errada. "O ponto relevante aqui é que, como porcentagem do valor, o PKE é 2%, de forma que os outros 98% do valor do produto vão para produtos de limpeza, cosméticos, alimentos, bebidas".

McDiamird disse que não é somente uma parte da suplementação da nutrição animal e que é um grande direcionador da mudança climática. Ela disse que se trata de uma grande parte da indústria e que a Fonterra importa cerca de 98% da semente de palma que entra. Porém, English disse que eles buscam diferentes tipos de alimentos para as vacas e que as emissões da indústria de lácteos estão na verdade caindo nos últimos anos.

A reportagem é do https://tvnz.co.nz, traduzida e resumida pela Equipe MilkPoint.

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MÚCIO PAIXÃO DE ARAÚJO

LUZ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAPRINOS DE CORTE

EM 13/12/2011

O Greenpeace está querendo é que a população mundial tenha o efeito "estufa´ na barriga ,enchendo-as de ar ao invés de alimentos de boa qualidade!
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