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Governo deve apoiar acordo que limita importação do leite em pó argentino

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 03/06/2011

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A proposta de renovação do acordo de cotas e preços que limita as importações de leite em pó da Argentina, defendida pela Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), deverá contar com o apoio do Governo Federal. A expectativa foi confirmada durante reunião da Comissão, quinta-feira (2), na sede da entidade, em Brasília, pelo Diretor de Assuntos Comerciais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Benedito Rosa do Espírito Santo. Com a assinatura do acordo entre Brasil e Argentina, o setor produtivo espera evitar surtos de importação que possam comprometer a renda do produtor de leite pelo excesso da oferta do produto.

O acordo entre os dois países foi firmado pela primeira vez em 2009. O objetivo era conter a elevação abrupta das importações do leite em pó argentino e segurar o preço pago aos produtores brasileiros. Para se ter uma idéia do impacto dessa alta das importações, entre 2004 e 2008, o Brasil comprava em média 1,8 mil toneladas por mês do produto argentino. Em janeiro do ano seguinte, esse número saltou para quase 10 mil toneladas por mês. O surto de importação foi resultado dos efeitos da crise financeira internacional. Os países afetados pelo colapso econômico restringiram as importações. Diante desse quadro, Argentina e Uruguai ampliaram as vendas do produto para o Brasil.

Em 2010, o acordo foi renovado, mas venceu em abril passado. A expectativa do setor produtivo para este ano era de ratificação do acerto, mas não houve tempo hábil para análise dos aspectos jurídicos devido à mudança da equipe técnica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Assim, o acordo foi prorrogado até julho. Na reunião, no entanto, o representante do MAPA, Benedito Rosa, sinalizou que o impasse está superado e que o MDIC aguarda a definição de uma data para a reunião que discutirá a renovação do acordo entre os dois países.

As informações são da CNA, resumidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint.

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DARLANI DE SOUZA PORCARO

MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 10/06/2011

Todos na  cadeia do leite ganham  nessa  época do  ano, isto é lucram com a venda dos produtos lácteos, principalmente o governo , através de  seus  impostos  . Agora  o  produtor  mesmo , com o aumento  de  seus custos, fica na  mesma, ou piora mais ainda  sua remuneração, mesmo  tirando mais leite, pois já houve  gastos com silagem  , e o uso de rações  é mais  intensificado. Logicamente  vai  faltar  leite , ninguém quer  ficar  no  vermelho , pagar  prá  tirar  leite.Se  o governo não  tiver uma  política  de  preço para  o  setor , muitos  produtores  vão  parar.
OSMAILSON SILVA ARAUJO

PIRITIBA - BAHIA - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 07/06/2011

Osmailson Silva Araujo


Piritiba-Ba


O governo Brasileiro tem que fazer um a Barreira  para que acha um limite de Produtos Lacteos Importado, para que não oconteca uma baixa remuneração do leite para os produtores Brasileiro.
ELISEU NARDINO

MARIPÁ - PARANÁ

EM 03/06/2011

E OS DEMAIS PRODUTOS LACTEOS IMPORTADOS DA ARGENTINA  COMO FICAM? SO UM EXEMPLO OS QUEIJOS
F.ISOLANI & CIA. LTDA.

CURITIBA - PARANÁ

EM 03/06/2011

Porque não se faz um acordo semelhante com o Leite em Pó importado do Uruguai ?



As quantidades importadas deste país são muito maiores que as 3.000 ton. mês vindas da Argentina.



Existe alguma explicação para este privilégio do Uruguai ?



DARLANI DE SOUZA PORCARO

MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 03/06/2011

Se o governo  Brasileiro  não fizer  uma barreira  alfandegária, através  de  cotas  ou  taxando  às importações  ,não só da  Argentina , como também de outros países, acho  que o   produtor  de  leite nacional  , pode  desistir. Devido à uma  política  voltada  para  o mercado  externo ,com ajuda  de seus  governantes, esses  países  são mais  competitivos  do que nós .
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