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Forno de Minas planeja crescer antes de emitir ações

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 16/01/2017

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forno de minas A Forno de Minas, fabricante de alimentos congelados, vai esperar mais tempo para fazer sua oferta pública inicial (IPO) de ações na BM&FBovespa. "O mercado está ruim e acaba avaliando a empresa com valor baixo. A companhia espera a bolsa melhorar para avaliar se retoma o processo de abertura de capital ou a entrada de um sócio investidor", disse Hélder Mendonça, presidente da empresa.

A empresa fez o registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 2015 e havia expectativa de que faria emissão de ações neste ano. Antes do IPO, a Forno de Minas pretende ampliar a distribuição de produtos, principalmente para o mercado de food service, e desenvolver novas linhas para acelerar o ritmo de crescimento da companhia. Para o ano de 2017 , com esses esforços, está previsto um crescimento de 30% nas vendas.

No ano passado, a companhia registrou expansão de 39,8% na receita líquida, chegando a R$ 283 milhões. O balanço completo da companhia será divulgado até março. De janeiro a setembro, a Forno de Minas registrou receita líquida de R$ 202,4 milhões, com aumento de 25,3% em comparação ao mesmo intervalo de 2015. O lucro líquido chegou a R$ 19,6 milhões, com aumento de 92,9% ante igual período do ano anterior.

A Forno de Minas é uma empresa familiar, fundada em 1990. Em 1999, o controle foi vendido para a multinacional americana General Mills. Em 2009, a família fundadora recomprou o negócio. No ano seguinte, a gestora Mercatto comprou 29% da empresa. Em 2013, as gestoras Mercatto, Trapezus e BR Partners se fundiram na Bozano. "Após a recompra, demos muito foco na recuperação de espaço no varejo, ao mesmo tempo em que ampliamos as linhas de produtos", observa Mendonça.

O atendimento ao mercado de food service começou em 2013. Atualmente, a empresa possui 15 mil clientes nessa área, atingindo 350 mil pontos de venda. Mendonça disse ver potencial para chegar a 150 mil clientes e 1 milhão de pontos de venda, no prazo de três a quatro anos. Em 2016, ampliou a base de clientes no segmento em 25%. De acordo com Mendonça, o food service respondeu por 30% das vendas da empresa em 2016. A perspectiva é chegar a 50% das vendas até 2020. "É a área com mais oportunidade para crescer no momento. No varejo, a marca já está bem consolidada. Para crescer precisa ter novos produtos ou fazer promoções", afirma o executivo.

As linhas de pão de queijo congelado representam 75% das vendas da Forno de Minas. A companhia tem buscado diversificar o portfólio, com linhas de waffles, empadas, folhados, empanadas e quiches congeladas, além de massas frescas congeladas.

No Brasil, de acordo a Euromonitor International, o pão de queijo congelado é o principal item na categoria de produtos de panificação congelados. A categoria cresceu 7 ,3% em volume em 2016, para 46,3 mil toneladas, estima a consultoria. Em receita, subiu 15,6%, para R$ 7 08,2 milhões. A Forno de Minas lidera o mercado, com 53,2% das vendas

Leia também: 

Pão de queijo: Forno de Minas se reinventa e conquista paladares exigentes no Brasil e exterior

As informações são do jornal Valor Econômico. 

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