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FAO prevê alta de até 20% nos alimentos em 2011

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 18/11/2010

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Os preços de alimentos atingiram a maior alta em dois anos e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alerta que o aumento tem tudo para continuar em 2011. No relatório anual publicado ontem (17), a entidade afirma que o mundo deve se preparar para um cenário de alta de preços de alimentos e inflação que já afeta de forma negativa a balança comercial de cerca de 70 países. As primeiras projeções são de que os alimentos devem ficar até 20% mais caros em 2011 diante de safras abaixo do esperado e da especulação com as commodities.

Para a FAO, a conta da importação de alimentos no mundo vai superar a marca de US$ 1 trilhão em 2010, 26% a mais que no ano passado. Com isso, deve atingir praticamente os mesmos níveis dos anos da crise alimentar (2007-08). A projeção é a mais severa já feita pela FAO desde 2007, quando a alta nos preços de alimentos desestabilizou governos e levou milhares de pessoas a protestar em 25 países.

"Consumidores hoje não têm outra alternativa que a de pagar mais por seus alimentos. O tamanho da safra em 2011 está se tornando cada vez mais crítico. Para que os estoques sejam refeitos e os preços voltem à normalidade, uma expansão importante da produção será necessária", alertou a FAO. Para a entidade, "os países precisam continuar vigilantes sobre seus estoques".

Nos últimos meses, os preços do milho e trigo subiram 40%. Farinha de mandioca, manteiga e açúcar estão registrando os maiores preços em 30 anos. Já a carne e o pescado estão com seus preços acima de 2009. Isso sem falar no algodão, com os maiores preços em 140 anos. No geral, a inflação nos alimentos é 15% maior que a de 2009.

A notícia é do jornal O Estado de S.Paulo, adaptada pela Equipe AgriPoint.

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THIAGO AFONSO DE OLIVEIRA

UBERABA - MINAS GERAIS

EM 20/11/2010

Concordo com os colegas acima. O que me preocupa é a questão do Código Florestal Brasileiro, que até agora não foi efetivamente aprovado.. Mas talvez com a pressão da FAO esse quadro mude, não é mesmo?
Abraço
MARCELO ERTHAL PIRES

BELÉM - PARÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/11/2010

Senhores a coisa é fácil, e só mandar o Minc, que ele dá jeito de inflacionar mais o mercado, de alimentos, ele é capaz de por um punhado de votos dos ecologistas de Ipanema, Leblon, Barra e adjacências, com consciências pesadas, mas com ou sem inflação suas mesas estaram fartas, e suas mentes tranqüilas, pois votaram no Minc.

Se existe uma lei da mordaça no País, existe que não podemos difamar estes politicos oportunista, que decretam à falência, de um dos maiores e mais estruturados sistemas agrícolas do mundo, por um punhado de votos, e até se esquecem que este camarada foi um sequestrador de Embaixador; em qualquer lugar deste planeta estaria atrás das grades ou fuzilado - menos aqui !

Peço que não criemos dentro de nós um complexo de ´vira-latas´, se eu estiver bem o resto que se ´lasque´ - mais um orgulho de ser de um grande País com um grande povo - não vamos perder a nossa capacidade de nos indignarmos !
Respeitando os que o merecem, saudações..............................marcelo
JOSÉ RICARDO SKOWRONEK REZENDE

SÃO PAULO - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE

EM 18/11/2010

Excesso de liquidez sempre gera especulação. E os efeitos da crise econômica de 2008 levou muitos paises ricos a injetarem dinheiro em sua economias para evitar uma depressão.
Mas não podemos esquecer que o crescimento da renda nos paises emergentes, Brasil incluso, tem levado a uma expansão da demanda mundial de alimentos bem acima do crescimento da oferta. Ricos bem alimentados podem direcionar o crescimento de sua renda para outras finalidades, mas pobres certamente usam uma parcela deste ganho na melhora de sua dieta. Por isto vemos os estoques de passagem cada vez mais baixos.
E podem ter certeza que preços altos são o melhor incentivo possível para a expansão da produção. Temos sim condições de ampliar a oferta, basta termos boas perspectivas.
FERNANDO MELGAÇO

GOIÂNIA - GOIÁS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 18/11/2010

Por que a FAO deixou de mencionar os preços do leite e produtos lácteos?Será porque estão com os preços baixos ou porque foram simplesmente esquecidos?
Alimentos tão importantes assim,não poderiam deixar de ser citados.
Atenciosamente,
Fernando Melgaço.
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