ESQUECI MINHA SENHA CONTINUAR COM O FACEBOOK SOU UM NOVO USUÁRIO
Buscar

FAEMG comemora sucesso do Balde Cheio com grande encontro em BH

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 06/06/2013

3 MIN DE LEITURA

0
0
Dois mil produtores, técnicos, coordenadores e parceiros do programa Balde Cheio partilharam histórias de trabalho e muito sucesso nesta quarta-feira (5/6) , no Expominas, em BH. Promovido pela FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), entidade gestora do programa no estado, o 2º Encontro Mineiro Balde Cheio reuniu casos como o do ex-carvoeiro Reginaldo Barcelos que, em dois anos, dobrou a produção e os ganhos.

“A pecuária de leite está no DNA de todo mineiro. O que falta, quase sempre, é o acesso à tecnologia e ao conhecimento que lhe possibilitará produzir mais e melhor. É aí que entra o Balde Cheio”, ressaltou o presidente da FAEMG, Roberto Simões. Ele destacou a importância das 152 entidades parceiras que garantem a presença de 184 técnicos capacitados pela FAEMG em 225 municípios atendidos pelo programa: “O mérito dos resultados que hoje comemoramos é dos produtores e técnicos e é também das entidades parceiras que viabilizam a multiplicação do conhecimento e da assistência técnica em todas as regiões do estado. Dividindo custos e trabalho, não fica oneroso para ninguém e os bons resultados são de todos”.

A importância das parcerias também foi lembrada pelo secretário de Estado de Agricultura, Elmiro Nascimento: “Somos privilegiados porque, em Minas, conseguimos trabalhar todos juntos, seja na pesquisa, transferência ou na assistência continuada. O resultado é que somos não apenas os maiores produtores do país, mas temos também o melhor leite, de maior qualidade”.

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) senadora Kátia Abreu, aproveitou o encontro para elogiar os participantes pela força de vontade e trabalho contínuo: “Por muito tempo o homem do campo recusou o novo, a tecnologia, a mudança. Parabenizo a postura de cada de um de vocês em não se acomodar, em querer alcançar mais, com sentimento e espírito de urgência. Tiro meu chapéu para os que optaram por não se conformar. Tomaram as rédeas, entraram para o Balde Cheio e estão desenhando, vocês mesmos, os rumos de sua produção”.
Kátia Abreu também destacou a importância do Balde Cheio para a competitividade do leite brasileiro no mercado internacional: “Precisamos produzir mais, com menos despesas ao produtor. Para isso, a melhor estratégia hoje é o Balde Cheio. Um programa muito simples e fácil, que não tem nada de mirabolante, e certamente já mudou a vida destes dois mil produtores mineiros que vieram aqui hoje comemorar essa vitória”.

Balde Cheio

Orientar o produtor para o uso de técnicas e inovação de baixo ou nenhum custo, combinando e otimizando fatores de que ele já dispõe em sua propriedade. Esta é a base do Balde Cheio, programa de aumento da produção de leite com menores custos e maior qualidade. Criado pela Embrapa, foi implantado em Minas Gerais há seis anos pela FAEMG. Mês a mês, as ações e resultados são acompanhados de perto pelos técnicos e as histórias de sucesso se multiplicam em todo o Estado. Os registros revelam aumentos superiores a 1.000% da produção, em alguns casos.

Pequenos produtores com pouco acesso à assistência técnica e gerencial são os mais beneficiados e têm conseguido aumentar a qualidade e quantidade na produção de leite e, consequentemente, aumento da produtividade e dos lucros.

Importância do Leite para MG

A produção de leite no estado corresponde a cerca de 30% do total nacional. Somente no último ano, Minas produziu 8,7 bilhões de litros. A produção do estado é crescente. Entre 2001 e 2012, o aumento foi de 39%.

O Brasil é o sexto maior produtor mundial de leite e Minas Gerais destaca-se por ter o maior rebanho bovino leiteiro, além de ser o maior produtor nacional, com 27% . O leite está entre os seis produtos mais importantes da agropecuária brasileira, ficando à frente de produtos tradicionais como café beneficiado e arroz. O Agronegócio do Leite e seus derivados desempenham um papel relevante no suprimento de alimentos e na geração de emprego e renda para a população.

Tradicionalmente o Brasil sempre foi um grande importador de produtos lácteos, chegando a registrar um déficit anual de quase meio bilhão de dólares no final da década de 90. No início de 2001, medidas antidumping adotadas pelo Governo possibilitaram o crescimento da produção. Passamos a abastecer não só o mercado interno como fomos o quinto maior exportador de lácteos em 2008. Contudo, desde 2011, o Brasil é novamente deficitário na balança comercial do setor.

A reportagem é da Assessoria de Comunicação FAEMG, adaptada pela Equipe MilkPoint.
 

0

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE ARTIGO! SEGUIR COMENTÁRIOS

5000 caracteres restantes
ANEXAR IMAGEM
ANEXAR IMAGEM

Selecione a imagem

INSERIR VÍDEO
INSERIR VÍDEO

Copie o endereço (URL) do vídeo, direto da barra de endereços de seu navegador, e cole-a abaixo:

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

SEU COMENTÁRIO FOI ENVIADO COM SUCESSO!

Você pode fazer mais comentários se desejar. Eles serão publicados após a analise da nossa equipe.

MilkPoint AgriPoint