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Contribuição dos alimentos lácteos para uma dieta densa em nutrientes

POR JULIANA SANTIN

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 30/04/2004

16 MIN DE LEITURA

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Muitos norte-americanos precisam melhorar suas escolhas alimentícias, o que pode ser evidenciado pelo declínio na qualidade de suas dietas (1-5) e pelo grande aumento nas taxas de obesidade (6-8). A ingestão de alimentos ricos em energia e pobres em nutrientes em detrimento de alimentos mais ricos em nutrientes está contribuindo para um desequilíbrio dietético e para o aumento das taxas de obesidade nos Estados Unidos (1,2,9-12). Os adultos estão consumindo cerca de um terço de suas calorias de alimentos ricos em energia e com baixo valor nutricional (11). Comparando-se com 20 anos atrás, os adultos aumentaram sua ingestão de energia em 300 calorias por dia (1). A maioria destes aumentos veio de grãos refinados, acréscimo de açúcar e gordura, ao invés do consumo de produtos lácteos, vegetais ou frutas.

Embora os norte-americanos estejam consumindo mais calorias, eles não estão consumindo quantidades adequadas de nutrientes essenciais para uma boa saúde. O cálcio é o nutriente com maior chance de estar carente em uma dieta norte-americana típica (2,12,13). Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicam que mais de 75% dos norte-americanos não estão ingerindo a quantidade recomendada diária de cálcio (13,14). Somente 38% dos meninos e 29% das meninas de idade entre seis e 11 anos, e 32% dos adolescentes e 12% das adolescentes de idade entre 12 e 19 anos consomem as quantidades recomendadas de cálcio por dia (13). Em média, os norte-americanos consomem somente 1,5 porções de alimentos lácteos por dia, comparado com o recomendado na Pirâmide Alimentar do USDA, que estabelece a necessidade do consumo de 2 a 3 porções de leite e produtos lácteos por dia (15,16).

Os dados mais recentes de fornecimento de alimentos e tendência de consumo nos EUA mostram a ingestão cada vez maior de alimentos com grãos refinados, ricos em gordura e açúcar, ao invés da ingestão de alimentos densos em nutrientes, como lácteos, vegetais e frutas (1,3-5). De acordo com o Índice de Alimentação Saudável de 1999-2000, divulgado recentemente pelo USDA, que é usado para avaliar e monitorar o status das dietas dos norte-americanos, somente 17% da população consome um número recomendado de porções de frutas por dia e somente 30% dos norte-americanos suprem as recomendações dietéticas de leite e produtos lácteos (5).

O declínio no consumo de leite fluido nas últimas décadas pode ser atribuído à competição com outras bebidas, especialmente refrigerantes, que fornecem grandes quantidades de açúcar e calorias, mas não de nutrientes (1,17). Um recente estudo usando dados dos EUA mostrou que, aos 13 anos, os adolescentes bebem mais refrigerantes do que leite, sucos com 100% de frutas ou bebidas à base de frutas (17). A edição atual (2000) do Guia Dietético para Americanos (18) expressa a preocupação com relação à significante proporção da população que pode não estar suprindo as necessidades de cálcio e outros nutrientes devido à sua preferência por bebidas ricas em açúcar, como refrigerantes, ao invés de bebidas bem mais nutritivas, como sucos de frutas ou leite. A Academia Americana de Pediatras recomenda que as escolas restrinjam a venda de refrigerantes para reduzir o risco de sobrepeso e obesidade, bem como de cáries dentárias, em crianças (19).

Para melhorar suas dietas, os norte-americanos estão sendo estimulados a aumentar a ingestão de alimentos naturalmente densos em nutrientes. O leite, o iogurte, os queijos, são alimentos densos em nutrientes que fornecem alta concentração de muitos nutrientes com relação a seu valor energético (calórico) (20).

Devido ao fato de os produtos lácteos terem uma composição rica em nutrientes, eles têm mantido a algum tempo uma posição chave como um grupo separado nos guias alimentares básicos. A Pirâmide Alimentar do USDA (16), que está incluída na atual edição do Guia Dietético para Americanos (18), recomenda de duas a três porções por dia do grupo de leite, iogurte e queijos. O USDA está re-avaliando esta pirâmide para garantir que esta continua baseada em dados científicos e que ajudará os norte-americanos a fazerem melhores escolhas (22-24).

Perfil nutricional dos alimentos lácteos

O leite e os demais produtos lácteos têm uma significante contribuição no fornecimento de nutrientes dos EUA (30, Tabela). De acordo com o estimado em 2000, os alimentos lácteos (excluindo a manteiga) contribuem com somente 9% do total de calorias disponíveis. Além disso, estes alimentos fornecem naturalmente 72% de cálcio, 32% de fósforo, 26% de riboflavina, 23% de vitamina A, 20% de vitamina B12, 19% de proteína, 18% de potássio, 16,5% de zinco e 15% de magnésio (30). Ainda, os alimentos lácteos são fontes significantes da vitamina niacina devido ao seu teor do aminoácido triptofano, e, através de fortificação, o leite fluido fornece grande parte da vitamina D da dieta. Quase todo o leite vendido nos EUA é fortificado com vitamina D para se obter quantidades padronizadas de 400 U.I. (31).


Como uma porção de leite fornece 20% ou mais do Valor Diário (VD) (como visto nos rótulos dos alimentos) de cálcio, vitamina D, riboflavina e fósforo, este alimento é considerado uma excelente fonte destes nutrientes. Além disso, o leite é uma boa fonte de proteína, vitamina B12, niacina (inclui niacina equivalentes) e vitamina A, porque fornece de 10% a 19% do VD destes nutrientes (32). Além de sua combinação com nutrientes essenciais, os alimentos lácteos também podem conter compostos bioativos, como ácido linoléico conjugado (CLA) (33-35), esfingolipídios (356-38), probióticos (microrganismos promotores de saúde) (39,40), e outros componentes (41,42) com potenciais benefícios para a saúde. A combinação única de nutrientes e os outros componentes dos alimentos lácteos não podem ser duplicados em um alimento fortificado ou em um suplemento alimentar (43).

Ingestão de alimentos lácteos melhora ingestão de nutrientes

O leite e os demais alimentos lácteos são os principais contribuintes do cálcio dietético (30, 44, 45). Sem o consumo de alimentos lácteos, é difícil suprir as recomendações diárias deste elemento (43, 46-49). De acordo com análises do governo dos EUA, o leite e os outros alimentos lácteos fornecem 83% do cálcio das dietas de crianças pequenas, 77% do cálcio das dietas de meninas adolescentes, e entre 65% a 72% do cálcio das dietas de adultos (44). Uma recente pesquisa sobre a ingestão de cálcio com mais de 18 mil pessoas de idade acima de dois anos da Pesquisa Contínua sobre Ingestão de Alimentos por Indivíduos (Continuing Survey of Food Intakes by Individuals - CSFII), de 1994-1996 e 1998, mostrou que leite, queijo e iogurte sozinhos e misturados em alimentos (macarrão, pizza) contribuem com 63% da ingestão de cálcio da dieta (45). As demais fontes de cálcio dietéticas são grãos (16%), vegetais (7%), carnes vermelhas, de frango e de peixe (5%), frutas (3%) e alimentos variados (7%) (45).

Alimentos contendo cálcio naturalmente, em particular alimentos do grupo de Leite, Iogurtes e Queijos, são as fontes preferenciais de cálcio, não somente por sua alta concentração deste elemento, mas também porque contêm outros nutrientes essenciais, como vitaminas e minerais (20,43,46-48). A Associacao Americana Dietética recentemente afirmou que "as melhores fontes de cálcio são os alimentos lácteos, uma vez que estes fornecem, junto com o cálcio, fósforo, vitamina D e calorias. Um copo de iogurte de baixo teor de gordura com sabor de fruta ou de leite fornecem cerca de 300 mg de cálcio" (50). Outras pesquisas também sugerem que uma dieta pobre em lácteos será pobre em nutrientes, não somente no que se refere ao cálcio, mas em nutrientes de forma geral (48).

Estudos com crianças e adolescentes (44, 51-57) e adultos (58,65) mostram que o consumo de produtos lácteos leva ao aumento da ingestão de cálcio e melhora a qualidade nutricional da dieta de forma geral. Uma pesquisa sobre o perfil de ingestão de nutrientes de meninas de 13 a 18 anos mostrou que aquelas que bebiam leite consumiam 80% a mais de cálcio, 59% a mais de vitamina B12, 56% a mais de riboflavina, 38% a mais de folato, 35% a mais de vitamina A, 24% a mais de vitamina B6 e de potássio e 22% a mais de magnésio, do que aquelas que não bebiam leite (44). Quando crianças em idade escolar incluem o leite como parte de seu lanche vespertino, a ingestão de cálcio, bem como de vitamina A, vitamina E e zinco aumenta (51). Pesquisas com crianças e adolescentes mostraram que a ingestão de leite acrescido de sabor (achocolatados, sabor morango) afeta positivamente a ingestão de cálcio e a qualidade geral da dieta (52,57).

Estudos sobre as escolhas de bebidas das crianças sugerem que a ingestão de leite é um marcador para uma dieta de qualidade melhor. Quando as escolhas de bebidas de mais de quatro mil crianças de idade de 2-5, 6-11 e 12-17 anos foram analisadas, o consumo de leite mostrou estar positivamente associado com a probabilidade de suprir as ingestões recomendadas de vitamina A, folato, vitamina B12, cálcio e magnésio em todos os grupos etários (53). Em contraste, a ingestão de refrigerantes reduziu a probabilidade de suprimento destas ingestões recomendadas para a maioria dos nutrientes avaliados (53). Em outro estudo usando dados do CSFII do USDA, de 1994-96, que avaliou as tendências de escolhas de bebidas e o impacto da ingestão de nutrientes em mais de 700 adolescentes do sexo feminino de 12 a 19 anos, aquelas que bebiam leite tiveram uma dieta mais nutritiva do que aquelas que não bebiam leite (54). As meninas que não bebiam leite tinham ingestões inadequadas de vitamina A, cálcio, fósforo, folato e magnésio (54). Da mesma forma, um estudo com 30 crianças de idade entre seis e 13 anos, mostrou que a ingestão excessiva (mais de 12 onças - equivalente a 354,88 mililitros - por dia) de bebidas adoçadas deslocava o leite nas dietas, resultando em menores ingestões diárias de proteína, cálcio, fósforo, magnésio, zinco e vitamina A (55).

Um recente estudo de 12 semanas baseado em um teste clínico aleatório de 28 adolescentes do sexo masculino de 13 a 17 anos de idade que estavam participando de um forte programa de treinamento mostrou que, comparado com os meninos que bebiam suco, os que bebiam leite tinham um melhor perfil de ingestão de nutrientes (56). Os garotos que bebiam um adicional de três porções de leite por dia tinham uma ingestão significantemente maior de vitamina A, vitamina D, riboflavina, cálcio e fósforo, do que os que bebiam suco (56). Uma análise dos dados dietéticos de mais de três mil crianças de idade entre seis e 17 anos mostrou que aquelas que consumiam mais produtos lácteos acrescidos de sabor, como leites e iogurtes com sabor, tinham mais chances de consumir pelo menos de duas a três porções de lácteos por dia e consumiam mais cálcio e outros nutrientes, menos alimentos com açúcar adicionado e menos gordura saturada do que as crianças que bebiam mais de 16 a 25 onças (473,17 a 739,33 mililitros) de refrigerantes ou sucos de frutas adoçados por dia (57).

Estudos em adultos também dão suporte à combinação favorável de nutrientes dos alimentos lácteos (58-65). Um estudo longitudinal em mulheres na pós-menopausa na Austrália mostrou que as mulheres que aumentaram sua ingestão de cálcio em 1000 mg por dia consumindo leite em pó 100% desnatado (0% de gordura) também aumentaram sua ingestão de outros nutrientes, como proteína, potássio, fósforo, magnésio, riboflavina, tiamina e zinco (60). Em contraste, as mulheres que tomavam suplemento de cálcio (cálcio lactato gluconato) aumentaram somente sua ingestão de cálcio e sódio (60). Uma pesquisa aleatória feita nos EUA mostrou que o aumento da ingestão de leite melhora a qualidade nutricional geral da dieta de adultos mais velhos (62). Nesta pesquisa, entre adultos que consumiam tipicamente uma baixa quantidade de alimentos lácteos (1,5 porções por dia ou menos), aqueles que aumentaram sua ingestão de leite fluido em três porções de 8 onças (236,58 mililitro) por dia durante 12 semanas aumentaram significantemente a ingestão de cálcio, bem como de outros nutrientes, como proteína, vitamina A, D e B12, riboflavina, fósforo, magnésio, zinco e potássio (62). O aumento da ingestão de leite reduziu a prevalência de deficiências dietéticas de vários nutrientes (62). O consumo de iogurte também contribuiu para melhorar a qualidade nutricional da dieta (63).

Estudos mostraram que os alimentos lácteos melhoram a qualidade nutricional de dietas sem aumentar de forma significante a ingestão total de calorias ou gorduras, o peso corpóreo, ou a porcentagem de gordura corpórea (43,52,54,59,60,62,65). De fato, pesquisas emergentes indicam que o consumo de alimentos lácteos ricos em cálcio pode ter um efeito benéfico no peso corpóreo (66,67). Além disso, os alimentos lácteos, como o leite, estão entre as fontes menos caras de cálcio e, diferentemente dos suplementos, fornecem naturalmente outros nutrientes essenciais importantes para a saúde (48,68,69). Uma alta ingestão de alimentos lácteos é descrita como custo-eficiente bem como custo-efetiva (48). Além disso, os alimentos lácteos são fontes preferenciais de cálcio devido à absorção relativamente alta deste elemento do leite comparada com a de alguns outros alimentos (14,43,70,71). O cálcio pode ser pobremente absorvido de alimentos ricos em ácido oxálico (como espinafre, batata doce, feijão) ou ácido fítico (como pães sem levedura, feijão cru, nozes e grãos, soja isolada) (14,70). A absorção do cálcio de bebidas de soja é 25% menos eficiente do que sua absorção do leite (71).

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Fonte: Baseado em artigo do National Dairy Council (https://www.nationaldairycouncil.org)

JULIANA SANTIN

Médica veterinária formada pela FMVZ/USP. Contribuo com a geração de conteúdo nos portais da AgriPoint nas áreas de mercado internacional, além de ser responsável pelo Blog Novidades e Lançamentos em Lácteos do MilkPoint Indústria.

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JOÃO KURTZ AMANTINO

PASSO NOVO - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 02/05/2004

Parabéns pela matéria. São iniciativas como essa que reconduzirão o leite e seus derivados ao patamar de que não deveriam ter saído.

Esquecemos nossa condição de mamíferos e nos deixamos ludibriar pelo marketing bem idealizado de outros alimentos.

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