ESQUECI MINHA SENHA CONTINUAR COM O FACEBOOK SOU UM NOVO USUÁRIO
Buscar

CNA propõe refinanciar dívida dos produtores com o Funrural

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 05/04/2017

1 MIN DE LEITURA

2
0
O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, pediu nesta terça (4) ao governo federal a criação de um Programa Especial de Recuperação Fiscal (REFIS) para os produtores em débito com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). João Martins se reuniu, no Palácio do Planalto, com o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Moreira Franco, para discutir a questão.

A CNA defende “como medida de justiça social e econômica para o setor agropecuário, que há anos contribui para o crescimento do país”, a renegociação de valores decorrentes das ações ajuizadas por produtores questionando a constitucionalidade do Funrural. Nos últimos anos, uma parcela dos produtores deixou de depositar em juízo porque obteve decisões favoráveis na Justiça quando questionava a constitucionalidade da contribuição.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na semana passada, pela constitucionalidade do Funrural recolhido pelo empregador rural pessoa física.  “A proposta da CNA é a de que o passivo seja refinanciado sem juros e sem correção. O que não se pode, de uma hora para outra, é estrangular a produção agrícola brasileira que vai muito bem”, afirmou João Martins. O presidente da CNA disse ainda que os produtores afetados pela decisão do STF “podem ter certeza” de que a entidade está em busca da melhor solução possível.

O ministro Moreira Franco afirmou entender perfeitamente a reivindicação da CNA, “de permitir o pagamento parcelado do tributo”. “A CNA pede, com muita Justiça, o que já foi feito no passado quando, em um caso semelhante, foi dada pelo governo a possibilidade do pagamento parcelado”, disse o ministro.

Para Moreira Franco, existe “grande possibilidade” da CNA, em conjunto com o Ministério da Fazenda, “encontrar uma solução que dê segurança, dê estabilidade ao setor agropecuário que é fundamental para a economia brasileira”.

Durante o encontro ficou decidido que a proposta será avaliada em conjunto pela Confederação e pelo Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida.

As informações são da Assessoria de Comunicação CNA.

"Se você aproveitou o conteúdo do MilkPoint durante o ano de 2016, saiba que nossa equipe o preparou com toda a dedicação para você! Vote em nós para o Troféu Agroleite: nos dê esse presente! Clique aqui para votar no MilkPoint como melhor mídia digital"

2

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE ARTIGO! SEGUIR COMENTÁRIOS

5000 caracteres restantes
ANEXAR IMAGEM
ANEXAR IMAGEM

Selecione a imagem

INSERIR VÍDEO
INSERIR VÍDEO

Copie o endereço (URL) do vídeo, direto da barra de endereços de seu navegador, e cole-a abaixo:

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

SEU COMENTÁRIO FOI ENVIADO COM SUCESSO!

Você pode fazer mais comentários se desejar. Eles serão publicados após a analise da nossa equipe.

ANTONIO SERGIO FAUSTINO NDA SILVA

TABAPORÃ - MATO GROSSO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 05/04/2017

Faço parte da Diretoria de um Sindicato Rural, e acho que a CNA, deveria respeitar e representar os interesses da categoria a quem ela representa, razão da sua existência como entidade, Ouvir as Federações , os Sindicatos e os produtores rurais, que a mantém, infelizmente  parece se mais uma entidade tomada de assalto, como se não bastassem os problemas que os produtores já possuem, não podem contar com a sua entidade máxima de representação legal da categoria.
RICARDO CÉSAR MACHADO BRAGA

PATOS DE MINAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 05/04/2017

Esse pessoal da CNA realmente está "defendendo" os interesses dos produtores rurais.. Deve ser o peso na consciência, e agora estão querendo amenizar o estrago enorme que fizeram ao apoiar a constitucionalidade do FUNRURAL, naquele trágico 6x5 no STF.

Sinceramente, não dá pra aceitar que esta entidade que deveria defender nossos interesses tenha defendido que uma contribuição previdenciária de 2,1% sobre a produção agropecuária seja justa e coerente, mesmo para aqueles empregadores rurais que já recolhem mensalmente suas GPS (Guias de Previdência Social) sobre a folha de pagamento. Pagar duas vezes é revoltante!!!
MilkPoint AgriPoint