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Argentina: um em cada quatro litros de leite produzidos é exportado

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 30/11/2021

1 MIN DE LEITURA

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Apesar das dificuldades relacionadas à logística do comércio mundial e da permanente ameaça do governo de colocar restrições visando atender ao mercado interno, as exportações de lácteos da Argentina vêm crescendo. Entre janeiro e outubro aumentaram 5% em volume e 14,5% em valor, de acordo com dados do Observatório da Cadeia Leiteira Argentina (OCLA).

Esse desempenho levou a uma participação das exportações na produção total de leite fluido de 24%. Segundo Jorge Giraudo, diretor executivo da OCLA, essa participação pode chegar a 25% até o final do ano, o que a aproximaria de patamares recordes, mas poderiam ser ainda maiores se o governo não limitasse a entrada de dólares no país.

Por ora, a saída de lácteos para o mercado internacional está ajudando a cadeia produtiva a depender um pouco menos do consumo interno, que costuma ser alto se comparado a outros países, mas está em forte queda em função da crise econômica local, caracterizada por inflação altíssima que impacta o poder de compra todos os meses.

Sobre o andamento dos negócios, Giraudo explica: “As exportações oscilaram muito devido a problemas de logística e disponibilidade de contêineres e navios, mas levando em consideração o que normalmente se exporta em novembro e dezembro, chegaria a 2,8-3  bilhões de litros, cerca de 25% da oferta total de leite.”

Segundo Giraudo, as vendas ao exterior poderiam ser melhores se não fossem afetadas pelos “impostos de exportação e o atraso do câmbio. O valor em dólar que pagam subtraindo este imposto é menos da metade do dólar com o qual muitos insumos são pagos”, destacou.

A seguir explicou que também “Argentina e América do Sul não captam preços internacionais”, pois aqui o preço de exportação é significativamente inferior ao da Nova Zelândia ou de outros países. “Estamos falando em 3500/3600 dólares por tonelada quando valores mais altos são observados em outros mercados”, disse Giraudo.

Os principais destinos dos laticínios argentinos estão concentrados em dois mercados, Argélia e Brasil, onde 30% dos produtos são enviados, para cada um. A maior parte do embarque é leite em pó (com 47% do total embarcado), enquanto os queijos representaram outros 25%.

As informações são do Bichos de Campo, traduzidas pela Equipe MilkPoint.

 

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