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Argentina deverá ter aumento de impostos no setor

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 22/07/2005

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Decidido a manter sob controle a pressão inflacionária, o Governo da Argentina deverá tomar nos próximos dias medidas para evitar novos aumentos de preços na cesta básica de alimentos, entre elas, um aumento nas retenções de impostos às exportações de produtos lácteos, que hoje são de 5%.

Além do eventual aumento aos direitos de exportação de lácteos, fontes oficiais não descartaram a possibilidade de que, se não houve um limite de preços, o mesmo caminho poderá ser seguido para outros produtos, como carne bovina e de aves, que também têm impostos de 5%.

A possibilidade de que o aumento dos impostos aos produtos lácteos seria iminente voltou a surgir com força, após o ministro da Economia, Roberto Lavagna, ter solicitado ao secretário da Agricultura da Argentina, Miguel Campos, que estude com urgência medidas para resolver o conflito aberto neste setor, onde a indústria já informou que não pode sustentar o convênio firmado em 22 de maio.

Por este acordo, as principais companhias de lácteos argentinas se comprometeram a reduzir em 1,5% o preço do leite integral em saquinho; em 5% o preço de alguns tipos de queijos; e em 8% o preço dos iogurtes integrais de beber em saquinhos de um litro.

"O ministro pediu que fossem analisadas medidas para resolver o problema do leite. O Governo quer que os preços baixem e o aumento das retenções está dentro das alternativas. Isto é possível; em princípio (o aumento dos direitos às exportações) ocorreria para os lácteos", disse uma fonte do Ministério da Economia.

Nas últimas semanas, as autoridades buscaram um novo acordo com o setor leiteiro, mas as negociações fracassaram nas últimas 72 horas, quando o Governo descartou qualquer entendimento com os representantes da produção e da indústria. "O diálogo está cortado e não estamos pensando em um acordo, como estabeleceram (os produtores e as indústrias) com a alternativa de manter os preços por mais 90 dias. O tempo para resolver isso é mínimo; queremos que baixem os preços. Por isso, até esta sexta-feira (pela manhã) deverá estar decidida a medida a ser implementada e, na segunda-feira, estaríamos aplicando".

Outras medidas

Apesar de o aumento nos impostos ser a alternativa que atualmente tem maior consenso entre os funcionários do Governo da Argentina, não se descarta a possibilidade de que sejam tomadas outras medidas que estão sendo estudadas, como o estabelecimento de cotas às exportações.

Após conhecer essas versões, a produção e os representantes da indústria demonstraram descontentamento com qualquer intervenção do Estado. "Estamos totalmente contra as retenções ou as cotas de exportações", disse uma fonte da indústria.

Fonte: La Nación (por Fernando Bertello), adaptado por Equipe MilkPoint

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