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Ossos melhores & consumo de iogurtes: confira o que uma pesquisa irlandesa concluiu sobre o tema

postado em 19/05/2017

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Maior densidade óssea nos ossos do quadril e um menor risco de osteoporose ocorreram após o aumento no consumo de iogurtes em mulheres e homens mais velhos na Irlanda. As medidas de densidade mineral óssea (DMO) em mulheres mostraram aumentar 3,1-3,9% e o biomarcador para quebra óssea em homens ficou 9,5% menor com o maior consumo de iogurte.

consumo de iogurtes - saúde dos ossos

O estudo, realizado pelo Trinity College Dublin, em colaboração com o St James’s Hospital Dublin e pesquisadores da Nutrition at Ulster University, é o maior estudo observacional até agora sobre consumo de lácteos, medidas ósseas e fragilidade.

A osteoporose é uma condição de desenvolvimento lento que enfraquece os ossos, aumentando suas chances de quebra. A doença afeta mais de três milhões de pessoas no Reino Unido. Para as mulheres do estudo que consumiram iogurte mais do que uma vez por dia (grupo de alto consumo de iogurte), foi visto um aumento de 3,1% na DMO total no quadril, além de um aumento de 3,9% na DMO no colo do fêmur. Em homens, a DMO vertebral foi 4,1% no grupo de baixo consumo de iogurtes comparado com o grupo de pessoas que não consomem o produto.

Os resultados também mostraram que as concentrações de vitamina D foram 12,9% maiores em homens no grupo de alto consumo de iogurte comparado com o grupo de não consumidores. O nível de consumo de iogurte também produziu diferentes resultados para o teste de função física, com os participantes no grupo de maior consumo tendo escores significativamente maiores no teste Timed Up and Go (TUG) do que naqueles que não consumiam iogurtes.

“O consumo diário de iogurte foi um fator significativo na saúde dos ossos. Cada aumento unitário no consumo de iogurte foi associado com um risco 31% menor de ter osteopenia e 39% menor de ser caracterizado como osteoporótico para mulheres. Em homens, houve uma redução de 52% no risco de osteoporose”, concluiu o estudo.

A pesquisa incluiu 4.310 irlandeses adultos com idade de 60 anos. Os participantes que estavam tomando medicações que podem afetar o metabolismo mineral ósseo, incluindo medicações antiepilépticas, foram excluídos da análise de DMO e biomarcador ósseo.

Além da DMO e da função física, os pesquisadores analisaram o índice de massa corpórea (IMC), função renal, atividade física, consumo de leite ou queijo, de suplementos de cálcio ou vitamina D, tabagismo e álcool. Os dados para fatores de estilo de vida foram obtidos por questionários, incluindo todos os detalhes de suplementos dietéticos e uso de vitaminas.

Questionários sobre frequência de alimentação foram usados para coletar dados sobre a preferência dos participantes sobre o consumo de iogurte, leite e/ou queijos e a frequência de cada produto.

Esses resultados foram, então, separados em três grupos: 

a) não consumidores;
b) consumidores de baixa quantidade e; 
c) consumidores de alta quantidade.

O consumo total de carnes, peixes e ovos também foi monitorado. Amostras de sangue foram coletadas dos participantes e a DMO foi medida por absorciometria de raios X de dupla energia (DXA) realizada no colo do fêmur e na coluna vertebral.

A função física foi monitorada por meio do uso de testes TUG, que medem o tempo que leva para se levantar de uma cadeira, caminhar três metros, virar, caminhar de volta à cadeira e sentar-se novamente.

Para o teste TUG, um tempo de 12 segundos ou mais foi reportado como uma indicação de mobilidade reduzida.

As informações são do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint.
 

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