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Cooperativas impulsionam indústria láctea na Índia

postado em 17/02/2017

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Shri Dilip Rath, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento do Lácteos da Índia (NDDB), disse que a produção leiteira no país é o meio de subsistência de milhões de pequenos produtores do que simplesmente um negócio. Ele fez o comentário quando se dirigiu aos delegados no seminário nacional sobre "Dinamismo na Indústria de Lácteos e Demandas dos Consumidores", organizado pelo SMC College of Dairy Science, da Anand Agricultural University, em Anand, em 4 de fevereiro.

produção de leite na Índia

Shri Rath disse que o leite é a maior commodity agrícola da Índia em termos de valor (hoje, mais do que o valor combinado do arroz e do trigo juntos). As famílias produtoras de leite são predominantemente pequenos produtores com menos de 2 hectares de terra e possuem um ou dois animais.

Ele confirmou relatórios de pesquisa de mercado que afirmam que o valor do mercado indiano para o leite e produtos lácteos deverá crescer 15% ao ano. Deste modo, a contribuição dos produtos lácteos como o queijo, paneer (o queijo mais popular da Índia), produtos lácteos fermentados, manteiga e ghee seria significativa. Esses produtos de valor agregado representam uma oportunidade e um desafio para a indústria de lácteos. "Nossos esforços estão direcionados para atender a demanda crescente de leite, principalmente da produção doméstica, para continuar a manter nossa autossuficiência e segurança alimentar e nutricional”.

Shri Rath disse que a subsidiária integral do NDDB ajudou a promover cinco grandes companhias produtoras em cinco estados. Nos cinco anos até março de 2016, essas empresas já inscreveram cerca de 326 mil produtores de leite, dos quais cerca de 62% são pequenos produtores e 40% são mulheres. Estas cinco empresas captaram juntas cerca de 1,93 milhão de quilos de leite por dia durante 2015-16. Ele acrescentou que, como o uso de energia é a maior fonte de emissão, o NDDB tem incentivado a indústria de lácteos a adotar energia renovável. Estas iniciativas incluem o uso de energia solar térmica concentrada para o pré-aquecimento de água e sistemas de coleta de leite movidos a energia solar.

Shri Rath disse que a segurança alimentar e a qualidade não são apenas uma obrigação legal, mas também um imperativo de negócios para todas as empresas de negócios de alimentos. Ele enfatizou que, dado o provável crescimento no setor organizado de lácteos, há oportunidades em várias áreas.

A primeira é a modernização e expansão da capacidade de processamento de leite; outra é a instalação de equipamentos para o resfriamento do leite em fazendas; enquanto uma terceira é o desenvolvimento de métodos rápidos para testes precisos de leite para estimar o conteúdo de sólidos do leite, bem como a detecção de adulteração.

O recente anúncio no orçamento deste ano de um Fundo de Desenvolvimento de Infraestrutura e Processamento de Leite de US$ 1,2 bilhões em três anos dará mais ímpeto e expandirá a infraestrutura de processamento, disse Shri Rath. Ele também disse que, à medida que distúrbios de deficiência nutricional podem ser prevenidos ou revertidos com a fortificação de alimentos com vitamina A e D, há uma oportunidade para abordar as condições de saúde que afetam a vida de milhões.

Do mesmo modo, concluiu, o desenvolvimento de produtos lácteos longa vida, produtos nutracêuticos especializados e produtos de bem-estar, os probióticos que atendem a diferentes classes de consumidores e nichos de mercado precisam ser atendidos pela indústria láctea, particularmente pelas cooperativas.

As informações são do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint.
 

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