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Perdas na produção de leite? Fique atento!

*Por Mateus Coimbra, médico-veterinário e analista de Marketing na UCBVET Saúde Animal


O setor leiteiro é um dos grandes pilares do agronegócio brasileiro colocando nosso país como o terceiro maior produtor de leite do mundo. É de extrema importância frisar que um dos maiores desafios enfrentados pelos produtores deste setor é, sem dúvida, a mastite que causa prejuízos significativos, podendo em alguns casos representar 70% das perdas da produção de leite num rebanho.

Prejuízos causados pela mastite em um rebanho.

 

A mastite é a inflamação da glândula mamária, causada principalmente pela ação de microrganismos (bactérias, fungos e leveduras). O animal acometido apresenta queda na produção, tanto de forma quantitativa (litros de leite), como qualitativa (qualidade de leite), e ainda pode apresentar febre e apatia, o que afeta também o seu bem-estar.

A mastite se apresenta em duas formas: clínica e subclínica. Na forma clínica podemos observar alguns sinais como: presença de grumos no leite por meio de teste da caneca fundo escuro, inchaço, vermelhidão e dor na região dos quartos mamários e tetos. Já a forma subclínica os sinais não são visíveis, porém é possível notar a queda da produção do animal e a redução da qualidade do leite, identificada pela realização de testes CMT (California Mastitis Test).

Num mesmo rebanho é possível identificar animais que apresentem mastite clínica e subclínica. Porém, é de extrema importância destacar que o tratamento durante o período de lactação é indicado apenas nos casos de mastite clínica, utilizando medicamentos de amplo espectro de ação, ou seja, capazes de combater microrganismos Gram positivos e Gram negativos. Já aqueles animais que apresentam mastite subclínica deverão receber o tratamento específico na secagem, pois, é no período seco que é possível obter os melhores resultados.

Uma das formas de reduzir os gastos com a mastite é trabalhar na prevenção de novos casos da doença, adotando manejos dentro da fazenda, tais como: teste da caneca de fundo escuro, uso de pré-dipping e pós-dipping (desinfecção dos tetos antes e depois da ordenha), secagem dos tetos com papel toalha, higienização das mãos dos ordenadores e equipamentos de ordenha, assim como a adoção de linha de ordenha sendo fundamental para que as vacas doentes não contaminem as vacas sadias.

Seguindo sistematicamente os manejos acima mencionados, certamente teremos uma maior saúde do rebanho e diminuição dos casos de mastite na sua fazenda.

Conhecendo as necessidades dos produtores de leite, para cada forma apresentada de mastite, a UCBVET Saúde Animal oferece diferentes soluções eficazes de tratamento, sendo:

Protocolo Mastite Clínica (Animais no período de lactação):

 

Protocolo Mastite Subclínica (Animais no período seco):

Para saber mais entre em contato conosco pelo box abaixo:

 

Referências:

COSTA, Geraldo Márcio da et al. Resistência a antimicrobianos em Staphylococcus aureus isolados de mastite em bovinos leiteiros de Minas Gerais, Brasil. Arq. Inst. Biol., São Paulo, v. 80, n. 3, p. 297-302, Sept. 2013. Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-16572013000300006&lng=en&nrm=iso>.access on 05 Feb. 2020. http://dx.doi.org/10.1590/S1808-16572013000300006.

SANTOS, Lívia Lima dos et al. Mastites clínicas e subclínicas em bovinos leiteiros ocasionadas por Staphylococcus coagulase-negativa. Rev. Inst. Adolfo Lutz (Impr.), São Paulo, v. 70, n.1, 2011. Disponível em <http://periodicos.ses.sp.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0073-98552011000100001&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 05 fev. 2020.

 

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LUIZ GUILHERME

ITAÚ DE MINAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 11/02/2020

Publicação excelente. Parabens ao mentor da publicação e a UCBVET por estar mantendo nós produtores sempre informados. Uso e recomendo a todos produtores a linha UCBVET!
RAFAELA PAVANI

FRANCA - SÃO PAULO

EM 10/02/2020

Excelente publicação. Bem explicado e consistente! Já vou adquirir os produtos em minha propriedade ??