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Painel de marcadores moleculares IGENITY®, da Merial, já conta com teste para identificar bovinos de leite resistentes à mastite

NOVIDADES DOS PARCEIROS

EM 24/07/2009

1 MIN DE LEITURA

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Ferramenta permitirá, de forma inédita, que pecuaristas direcionem o melhoramento genético no sentido de selecionar animais resistentes à doença.

O painel de marcadores moleculares IGENITY®, tecnologia de análise de DNA bovino lançada pela Merial Saúde Animal em 2007, conta agora com teste específico para identificar no rebanho leiteiro animais mais ou menos resistentes à mastite. Com os novos marcadores para avaliar a característica, o painel permitirá aos produtores de leite conduzir, de forma inédita, o melhoramento genético do rebanho no sentido de selecionar animais resistentes à doença, responsável por grandes prejuízos à pecuária leiteira mundial.

Disponível inicialmente para raças taurinas de leite (Holandês, Jersey, Simental e outras), o teste genético para mastite foi desenvolvido pela equipe da Merial nos Estados Unidos e posteriormente validado para as condições de produção da América Latina. Com este novo teste, realizado a partir da análise de DNA extraído de amostras de pêlos de animais, o painel IGENITY® para pecuária leiteira passa a contar com 11 avaliações de características produtivas de relevância econômica para o produtor.

Para Henry Berger, gerente IGENITY® para América Latina, a possibilidade de selecionar animais resistentes à mastite representa importante passo no melhoramento genético de gado leiteiro. "Até hoje, não existia um método de melhoramento que permitisse ao produtor aumentar no rebanho a freqüência de genes de animais geneticamente resistentes à mastite. Ao permitir a identificação desses animais, já no primeiro mês de vida, a Análise de DNA possibilita a diminuição dos custos com tratamento, aumento da produtividade da fazenda e evita prejuízos", explica.

O especialista destaca que, do mesmo modo que a análise de DNA permite identificar os animais resistentes, também revela quais são as vacas com alto potencial para desenvolver a doença no futuro. Assim, a utilização desta tecnologia no rebanho permitirá a médio prazo reduzir o uso antibióticos no tratamento dos animais infectados, método dispendioso que obriga a retirada do animal da produção por 4 ou 5 dias. "Além disso, com mais animais resistentes no rebanho, o produtor produzirá leite com baixas contagens de células somáticas. Este é, atualmente, um dos critérios usados pelos laticínios para bonificar o produtor em função da qualidade do leite, ao lado da presença de sólidos totais", diz Berger.

Para saber mais sobre os marcadores moleculares IGENITY®, entre em contato pelo box abaixo:

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