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Que 2015 seja de mudança, focando a lisura e a responsabilidade

POR ROBERTA ZÜGE

NA MIRA

EM 29/01/2015

3 MIN DE LEITURA

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Entrando em um assunto polêmico: Fraude. Aliás, uma palavra que tem sido amplamente utilizada nos noticiários, de questões políticas a esportivas. Sendo a primeira sentença, mais intensamente debatida nos bastidores nacionais. Como estamos num espaço lácteo, vamos permear nesta seara. Será que já nos acostumamos ao problema?

As manchetes são recorrentes:
• PF prende funcionário de ministério envolvido com a fraude do leite
• MP combate nova fraude no leite com adição de água e sal
• Divulgados nomes de 11 empresas investigadas por adulteração de leite
• Quatro envolvidos na fraude do leite são presos no norte do Estado
• Operação Leite Compen$ado descobre ramificação da fraude no Paraná
• Deflagrada fraude em leite em Santa Catarina
• Quatro laboratoristas são presos por fraude no leite... e, por aí vai...

Antes, nas primeiras grandes fraudes que foram descobertas, as piadas, charges e notícias eram frequentes. As minhas timelines, de redes sociais, foram inundadas com os chistes e sátiras, além de outros me consultando quais os produtos saudáveis para o consumo. Atualmente, as fraudes são descobertas e fazem tanto sucesso quanto a nova edição do BBB. Ou seja, quase não tem repercussão entre os cidadãos. Mesmo tendo criado desconfiança do consumidor, não gera tantas polêmicas.

Apesar disso, as consequências estão sendo nefastas para diversas pessoas, muitas das quais não tinham nenhum envolvimento ou conhecimento de tais iniquidades. Em outra premissa, o Ministério Público, (MP) comprovou que em vários casos o leite já saía adulterado da propriedade rural. Evidenciando que a capilaridade do problema vai muito além do transporte e processamento, como sempre acusados.

Provavelmente, caso outras ações fossem realizadas com o mesmo rigor, muitos outros escândalos seriam descobertos, em várias regiões do Brasil.

Como solucionar?

Sem dúvida, não deve existir uma resposta pronta e efetiva para o problema. Ele está permeabilizado por entranhas de difícil acesso, começando pelo comportamento, cada vez mais frequente, do conceito de sucesso em “se dar bem”, mesmo que para isto você tenha ultrapassar os limites legais e do bom senso.

Para mitigar este processo, já sistematizado destas fraudes, a mudança deve acontecer em todos os elos. Sabidamente, o encadeamento do setor lácteo é de difícil integração, com rusgas que contam com décadas de discordâncias. Mas que, enquanto não houver coerência e a busca da conciliação, os problemas vão se avolumar. Aliada a esta interação, uma mudança de conduta deve ser imperativa, nos distintos indivíduos que compõe o setor.

Infelizmente, o cenário que nos descortinam, pelos “belos” exemplos que vemos diariamente nos jornais, vindo das inúmeras denúncias de corrupção, não parece muito promissor. Por outro lado, enquanto não houver um início desta mudança, nunca almejaremos um setor produtivo realmente competitivo e forte.

Este profissionalismo, que deve ser impresso da cadeia produtiva do leite, tem que ser baseado, primeiramente, na ética. Por exemplo, o técnico que assiste a propriedade, ou aquele que desempenha um papel de consultoria, não pode ser permissivo com condutas inadequadas. Parece estranho citar algo assim, mas já presenciei treinamento, com foco na garantia da qualidade, em que o instrutor indica “arrumar” alguém que assine a responsabilidade da prescrição. Ou seja, ele preconiza a fraude, sendo que estávamos lá exatamente para combater esta prática. Mesmo sendo arguido pela conduta inadequada, ele reiterou que não haveria problemas, desde que existisse uma assinatura.

Felizmente, neste caso que citei acima, vi uma indignação de muitos dos presentes. Por outro lado, outros treinandos não se aperceberam do absurdo que havia sido recomendado. Isto demonstra que ainda estamos vivendo a cultura do jeitinho.... Para ser realmente profissional, o jeitinho não deve ser uma ferramenta disponível.

Aparentemente, ainda estamos em uma fase de aceitação e permissividade, assim como de maquiagem dos fatos. Enquanto estes eventos acontecerem, e a raiz do problema não for efetivamente combatida: o “levar vantagem” e o “faz de conta que faço” continuar imperando, não conseguiremos aplacar o cerne da questão debatida.

Com certeza, nada simples a ser feito. Muitos atores e cenários distintos, mas passa exatamente pela responsabilidade e pelo comprometimento com as atividades que são realizadas. Começando em cada individuo que compõe os distintos elos da cadeia de produção, do produtor: com o compromisso de sanidade e qualidade do leite a ser entregue; ao fiscal, que deve atuar com lisura seguindo os preceitos e conceitos técnicos requeridos pela atividade.

Queremos mudanças no cenário político brasileiro. Muitos bradam por ética e responsabilidade. Para exigirmos isto, temos também que fazer nossa parte.

ROBERTA ZÜGE

Membro do CCAS.
Consultora técnica em fazendas e industrias de alimentos com foco no atendimento a requisitos legais e normas de qualidade. Coordenou o projeto da norma Brasileira de Certificação de Leite (MAPA/Inmetro).
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ANGELO CALGARO

MANGUEIRINHA - PARANÁ - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 12/02/2015

ola Roberta parabéns pelo teu comentário
Eu particularmente e mais de dois anos que não assisto TV E só corrupção e criminalidade SERA QUE OS MILITAR NAO DEVERIAM ASUMIR ESSE NOSSO QUERIDO BRASIL PARA SE ACABAR COM TUDO ISSO.
SO ASSIM EU ACREDITO EM MUDANÇA DE VERDADE.
JORGE ANDRÉ RUEBENICH

TEUTÔNIA - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 09/02/2015

Bom artigo Roberta , em breve teremos mudanças começando pelos transporte e produtor minha preocupação é proteger bons produtores e consumidor , os dois estremos mas precisamos contentar as indústrias
PAULO MAURICIO B BASTO DA SILVA

CASTRO - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 09/02/2015

Não há contradição. Cada laticínio que tenha seu programa de pagamento de leite por qualidade tem sua pontuação, tabela ou algo equivalente. Isso é saudável. Tinha uma tabela que os quesitos eram avaliados - sanidade, higiene e composição - cada produtor poderia receber até R$ 0,10/litro independente de volume. Mas isso é uma forma de fazer. Outros incluem volume (que pode ter peso maior ou menor). Diferenças desta magnitude podem existir por diversar razões - produtores muito pequenos (dificuldades em coleta), falta de concorrência, etc. O mercado é regido por oferta e procura - isso é fato.
AYRTON ROBSON SORIANO MOURA

PARANÁ - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 07/02/2015

Por isso que falei que enquanto as indústrias de laticínios não efetuarem um pagamento efetivo por qualidade o negócio não vai andar.... O produtor tera que se adequar a realidade do mercado.... Por isso não concordo com a diferença de preço praticado nessas duas regiões.... Se temos um leite de boa qualidade na região mesmo que em pequena quantidade, porque não pagar bem eles??? Levando em conta o que foi dito acima pelo Paulo cai em contradição que a diferença de preço é devido ao volume, até porque a tabela de preço daquela região o maior percentual não está nesse item e sim em gordura, proteína, CBT, CCS e etc... Volume é a mínima fatia do pagamento deles.... Isso faz com que um produtor pequeno possa receber tão bem quanto o grande....
PAULO MAURICIO B BASTO DA SILVA

CASTRO - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 06/02/2015

É verdade que no oeste e sudoeste do Paraná tem leite de excelente qualidade, mas pelos 9 anos que venho atuando aqui observo que são um pequeno grupo. Em Castro tem leite de excelente qualidade, mas em maior quantidade que o de péssima qualidade. Não adianta apenas um ou outro laticínio fazer um bom trabalho, implantar programa de qualidade, ter assistência ao campo, etc, como tive oportunidade de implantar. Basta um concorrente (e tem vários) proceder de forma imoral que bagunça tudo e todos. Já senti isso na pele. Porém acho que devemos seguir em frente, mesmo com estas situações apostando que qualidade é um caminho sem volta. O preço é mercado. Vide em Rio Grande do Sul que por existir produtores muito pequenos, se jogou fora leite o que é inconcebível. Por que??? Õ produtor, mesmo de 100 litros/dia pode ter uma atividade pequena e rentável e é fácil ajudá-lo a ir para 200 l/dia. É só querer!!!
AYRTON ROBSON SORIANO MOURA

PARANÁ - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 06/02/2015

Entendo o que o Sr. Paulo falou acima, mas a verdade é que temos leite no oeste e sudoeste do PR tão bom quanto Castro, porém com volumes por produtor menor.... Sei que dificilmente alguém da indústria de laticínios vai concordar com essa posição, mas a verdade é que enquanto a indústria não cobrar a qualidade o produtor não fará nada, mesmo sabendo que um leite de baixa qualidade afeta seu resultado principalmente no que se diz respeito a CCS.
Não acredito que possa variar tanto o preço do leite de uma região para outra, somente por causa do volume.... Vi diferença do maior preço do oeste para o menor preço do campos gerais de 0,20 centavos... Se compara o maior de cada região a diferença é ainda maior.... E não se iludam, pois existe também nos campos gerais leite de péssima qualidade, pra quem vai pro campo como eu, sabe que isso é a mais pura verdade, o problema é que quando alguns vão visitar os produtores de lá acabam levando sempre nos melhores e não visitam os demais.... Isso é como ir visitar o nordeste do Brasil, os turistas só vêem as coisa bonitas mas a pobreza é escondida pelos interessados....
FRANCISCO PEIXOTO DOS SANTOS NETO

GOIÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 06/02/2015

É muito complicado. a indústria nos faz uma serie de exigências das quais concordo para que tenhamos um produto de qualidade, mas aí o leite é colocado num tanque sem refrigeração adequada, a mangueira já vem com um residual de leite trafegando em estradas empoeiradas sob temperaturas elevadíssimas por horas e horas.
Como este leite vai chegar na indústria ?
PAULO MAURICIO B BASTO DA SILVA

CASTRO - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 05/02/2015

Acredito que a variação de preços comentado pelo Sr. Airton tem aver, sim, com:
a) volumes - a região de Castro existem grandes produtores individuais, além de nível de qualidade microbiológica excelente.
b) preços muito baixos tem a ver com pouca concorrência, mercado "achatado" em função de aspectos econômicos - é bom lembrar que estudos já comprovaram que derivados lácteos se comportam com elasticidade de renda, em especial os queijos, ou seja, renda e crescimento sobem, consumo aumenta e isso se reflete em preços maiores aos produtores, porém, o contrário também é verdadeiro;
c) pagamento por qualidade: sou adepto e já tive a oportunidade de implantar algo muito interessante, porém precisa do produtor se esforçar para alcançar resultados efetivos, já que o programa de qualidade pressupõe preços mais altos, porém o laticínio tem que ganhar em qualidade de seus produtos e rendimento industrial;
d) fundamental a assistência técnica, fato pouco usual em laticínios. Muitos quando possuem tem foco restrito e inútil.
AYRTON ROBSON SORIANO MOURA

PARANÁ - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 04/02/2015

Hoje como não existe um pagamento efetivo por qualidade, o produtor não se importa em trabalhar isso na propriedade e além disso acaba também fraudando o leite.... Um dos motivos que leva o produtor a fazer isso é o baixo pagamento pelo seu produto, (Não que concorde com isso), mas infelizmente acaba acontecendo... Aí fica minha pergunta.... Como o leite no oeste e sudoeste do PR hoje varia de 0,55 a 0,80 centavos na média e na região dos Campos Gerais está na faixa de 1 real??
Alguns ao me falar de frete, outros de volume, mas a grande verdade é que a indústria não cobra a qualidade e os bons produtores acabam pagando pelos maus....
ROBERTA ZÜGE

CURITIBA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/02/2015

Paulo.

Estão concebendo nova IN, sendo a questão do recolhimento do leite, um dos itens alterados. Caso consiga mais detalhes eu te envio.

Novamente agradeço os comentários!
PAULO MAURICIO B BASTO DA SILVA

CASTRO - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/02/2015

O MAPA não pode mudar o que está preconizado no RIISPOA (apesar que o RIISPOA novo está para sair) e na IN 62. Isso não faz sentido. Esse é um dos problemas que enfrentamos. Uma interpretação errada da legislação e o fiscal está errado!!!
A cada 48 horas é perfeitamente normal e a técnica mostra isso. Isso acontece sem problemas desde que mantidas condições mínimas.
ROBERTA ZÜGE

CURITIBA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/02/2015

Olá Paulo.
Agradeço as considerações.
As formas de burlar estão sempre sendo aperfeiçoadas. Em paralelo, a pesquisa deve entregar meios de verificação rápidos fidedignos. Uma luta contínua. Sem dúvida, como citado no texto, caso mais fiscalizações fossem realizadas com o mesmo rigor, mas se detectaria Brasil afora.
Quanto à citação do "leite velho" reproduzi um questionamento que fiz a uma fiscal do MAPA, exatamente sobre esta nova conduta, já indicada em laticínio que realizo consultoria.
Por muito tempo foi estimulado que o produtor investisse em taques para maior espaçamento do recolhimento pela indústria. Sendo que agora, depois de vários investirem nisto, sinalizaram que não poderão realizar esta prática.
Infelizmente não tenho mais detalhes.
PAULO MAURICIO B BASTO DA SILVA

CASTRO - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/02/2015

Recolher o leite a cada 48 horas foi a base da granelização e não problema algum em se fazer isso desde que a qualidade do leite seja atendida. Passar a coleta para cada 24 horas é agir na consequência e, não, na causa. Discordo totalmente.
PAULO MAURICIO B BASTO DA SILVA

CASTRO - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/02/2015

A fraude no leite no Brasil vem de muitas décadas. Se hoje existem várias comprovações, apenas indicam que a fiscalização e/ou denúncias estão mais rígidas. Não tenho dúvidas que muitas outras fraudes são cometidas em todas as regiões do Brasil. O que se tem que ter cuidado é não acusar sem as devidas comprovações como às vezes tem ocorrido, além de alguns alardes desnecessários e sem sentido. Já disse uma vez e repito: deveríamos ter uma instrução normativa para o transportador e uma para o produtor com objetivo de deixar claro as responsabilidades a que todos têm que estar atrelados. E os laticínios deveriam ter boas iniciativas como treinamentos e pagamento de leite por qualidade. Iniciativas de entressafra, como muitos fazem e depois jogam fora não contribuem em nada para a evolução da cadeia do leite.
ROBERTA ZÜGE

CURITIBA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/02/2015

Beatriz, entre no portal http://www.farmpoint.com.br/, lá você vai encontrar muitas informações.
ROBERTA ZÜGE

CURITIBA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/02/2015

Ângelo e Beatriz

Agradeço os comentários.

Ângelo há previsão de nova normativa, um dos itens é a questão do "leite velho"- reproduzindo a expressão utilizada. Será obrigatório o processamento em no máximo 48 horas. Assim, recolher o leite com mais de 24 inviabiliza o cumprimento. Agora será aguardar.

Quanto às outras questões, penso que a impunidade permite este comportamento. Mas há uma luz, veja a notícia do dia 29/01/2015 "Justiça do RS mantém condenação de ex-vereador por fraude do leite
Larri Jappe (PDT) recebeu em 2014 a pena de 10 anos de prisão.
Advogado recorreu com uma apelação, que foi negada"... http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/justica-do-rs-mantem-condenacao-de-ex-vereador-por-fraude-do-leite.html

Abraços
ANGELO CALGARO

MANGUEIRINHA - PARANÁ - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 03/02/2015

ANGELO MANGUIRINHA PARANA
parabéns pela matéria
gostaria de dar minha opinião aindustria e oprodutor o leite deveria ser coletado diária
mente acoleta deveria ser das fabricas aorgao competente que fiscaliza deveria tirar
abunda das cadeiras e tomar menos cafezinho etrabalhar e muito fácil e pegando os
caminhões das coletas nas estradas antes de chegar nas fabricas e fazer as analises
necessárias epunir as pessoas certas duvido poucas fabricas condena leite adulterado e
sempre tem o laticínio vizinho que leva fralde e cadeia sem esa de pagar fiança
leite tem que ser rastreado
BEATRIZ MARTINS RIBEIRO FERDINANDES

ARAPONGAS - PARANÁ - PRODUÇÃO DE OVINOS DE CORTE

EM 03/02/2015

Quero receber mais informaçoes sobre ovinos.
BEATRIZ MARTINS RIBEIRO FERDINANDES

ARAPONGAS - PARANÁ - PRODUÇÃO DE OVINOS DE CORTE

EM 03/02/2015

Beatriz Martins Ribeiro Ferdinandes Arapongas-Parana_Veterinaria -Saude Animal e Bem estar Parabens pelo artigo,fui produtora de leite 20 anos 100 litros fui para 8000miil litros ,parei cpm a atividade em 2009,nao tinha meu leite nenhum valor pela qualidade tinha media 222css,30litros por animal .Parei com leite fiquei muito doente meu trabalho nao tinha nenhum valor perente as cooperativas,nao foi facil superar,espero que meus pequenos conhecimentos ajudam alguns produtores.Os produtores tem que se unir para a sus classe seja valorizada............................
ROBERTA ZÜGE

CURITIBA - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 02/02/2015

Olás!
Obrigada pelos comentários.

Exatamente Claudir, todos nós, inclusive o produtor, tem que ser cumpridor de suas obrigações. A responsabilidade da qualidade permeia todos os elos da cadeia. E começa com quem produz!!!

Ronaldo, nosso sistema judiciário é muito complicado. Penso que se as penas fossem condizentes com os crimes, e estas fossem realmente cumpridas, ou seja, o criminosos pagasse pelos erros, as pessoas pensariam muito antes de cometer os delitos!!!!

Esta é uma longa discussão....
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