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Os 5 Cs da criação de bezerros

POR CARLA MARIS MACHADO BITTAR

CARLA BITTAR

EM 15/05/2008

9 MIN DE LEITURA

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O conceito dos cinco "Cs" foi originalmente introduzido para o agronegócio leite pela doutora Sheila McGuirk da Escola de Medicina Veterinária da University of Wisconsin, incluindo: Colostro, concentrado, conforto, cuidado com a limpeza e consistência. Embora vários fluxogramas tenham sido utilizados para destacar componentes importantes da criação de bezerras, os 5 Cs são originais no sentido de rapidamente listarem os 5 pontos mais importantes para promover ótima saúde e produtividade destes animais, independente do tamanho e tipo do sistema de produção.

Como destacado em diversos outros Radares Técnicos, as bezerras e novilhas de um rebanho compõem a base do futuro rebanho em produção. No entanto, é esta base que ainda nos dias de hoje sofre com problemas sanitários, como disfunções digestivas (principalmente diarréia), o que corresponde a 62% da mortalidade pré-desaleitamento (NAHMS, 2002). É esperado que bezerras recém-nascidas tenham consumo suficiente de anticorpos (IgG) para alcançar transferência de imunidade passiva adequada. O colostro deve ser a primeiro alimento do neonato, devendo ser fornecido em quantidade, qualidade e tempo correto. No entanto, 30% das fazendas leiteiras americanas ainda não realizam esta tarefa de forma adequada, resultando em 40% das bezerras com falha na transferência passiva (FTP) (NAHMS, 2002).

O concentrado, como e por que devemos fornecê-lo, é outro termo técnico listado na lista dos 5 Cs. Seja discutindo práticas para crescimento acelerado ou para desenvolvimento ruminal, como e o que fornecemos de alimento para os bezerros implica no sucesso do crescimento, desaleitamento, período de transição, prenhez e até na produção de leite futura. Os últimos 3 Cs, conforto, cuidado com limpeza e consistência, não são conceitos de natureza técnica. Se um bezerro é alojado em local úmido, sujo, com ventilação inadequada e submetido a práticas de alimentação inconsistentes, não se pode esperar bom desempenho e saúde animal.
Vamos tratar mais especificamente da cada um dos 5 Cs que compõem a lista para o sucesso na criação de bezerras.

Colostro

O fornecimento de quantidades suficientes de colostro de boa qualidade para bezerros recém-nascidos em horário adequado tem sido tópico de discussão e estudo há vários anos. Entretanto, ainda é possível observar em campo altos níveis de falha na transferência passiva. Por quê? Será que os bezerros não estão consumindo quantidade suficiente? Ou será que a qualidade é inadequada? Ou ainda, será que se deve ao atraso no horário de fornecimento? A resposta provável é que um ou uma combinação destes fatores seja o responsável pelos altos índices de falhas na transferência passiva. Fornecer colostro é como montar um quebra-cabeça: se não forem utilizadas todas as peças, o quebra-cabeça fica incompleto. Sem consumir colostro o bezerro fica com maior risco de morbidade, mortalidade e desempenho abaixo da média.

O fornecimento deve ser feito em quantidades que garantam a transferência passiva e isso significa 5% do peso vivo do bezerro a cada refeição. Muitos estudos têm mostrado benefícios do fornecimento de maiores quantidades de colostro (4L na primeira refeição), com redução nos problemas de saúde dos bezerros, menores custos com medicamentos e veterinário além de melhor desempenho.

Tabela 1. Bezerros alimentados com 2 ou 4 litros de colostro (Faber et al., 2005).


O que dizer sobre a qualidade? A qualidade do colostro tem relação inversa a quantidade, ou seja, quanto pior sua qualidade, maior deve o volume fornecido. Este conceito responde em parte por que o fornecimento de maior quantidade traz benefícios. O objetivo da transferência de imunidade passiva é que o bezerro apresente concentrações sanguíneas de 10g IgG/L. Entretanto, os bezerros não são muito eficientes na absorção de IgG e, para piorar, sua capacidade diminui com o passar do tempo após o nascimento.

A eficiência de absorção tem sua máxima imediatamente após o nascimento e cai rapidamente até zero por volta de 24h após o nascimento. Pesquisas mostram que esta eficiência varia grandemente sendo reportados dados na faixa de 35-50% no nascimento. Também deve se considerar que a concentração de IgG pode ser de 50g ou 75g de IgG/L de colostro para uma vaca da raça Holandês ou Jersey, respectivamente. Outro ponto importante é que o plasma representa aproximadamente 9% do peso vivo do bezerro. Segue um exemplo para um bezerro de 41 kg:

Bezerro de 41 kg x 9% = 3,7 L de volume plasmático

3,7 L x 10 g/L (objetivo de transferência passiva) = 37 g de IgG precisam ser absorvidos

Assuma qualidade de 50 g IgG /L de colostro x 2 L = 100 g de IgG (será fornecido)

100g IgG x 50% eficiência de absorção = 50 g absorvidos = Adequada Transferência Passiva

Se a qualidade fosse de somente 25 g/L:

25 g/L x 2 L = 50 g x 50% = 25 g absorvidos = Falha na Transferência Passiva

Assim, a quantidade a ser fornecida varia com a qualidade do colostro, de forma que quanto menor sua concentração de anticorpos (IgG) maior deverá ser o volume fornecido para adequada transferência de imunidade passiva.

Além do fornecimento de colostro, outras práticas de manejo têm sua oportunidade no primeiro dia de vida do bezerro. A baia ou o piquete maternidade é uma delas. Quando o bezerro nasce em um piquete maternidade, é apresentado a uma variedade de patógenos provenientes da mãe e de outras vacas. É pouco provável que os sistemas de produção de leite no Brasil tenham baias maternidade individuais, as quais são limpas entre um animal e outro. Ainda, se o piquete maternidade não é limpo com freqüência, no caso de pisos concretados ou formação de barro, o recém-nascido tem grande chance de consumir esterco antes de colostro logo após o nascimento.

Após aproximadamente uma hora do nascimento, o bezerro tenta se levantar. Este processo normalmente leva algumas tentativas e, a cada queda antes do sucesso de se manter em pé, o bezerro cai com o focinho no piso, aumentando a chance de consumir esterco. Assim, remover o bezerro do piquete maternidade logo após o nascimento é o ideal.

Uma outra porta de entrada para patógenos do ambiente é o umbigo. Se esta estrutura não for curada adequadamente os bezerros estarão em risco de desenvolver tanto onfalites quanto onfaloflebites, podendo resultar em septicemia. Fazer uma imersão com iodo 5-7% é melhor que utilizar spray desta solução, pois garante adequado contacto do umbigo com a solução. O descarte da solução utilizada para a imersão deve ser feito uma vez que conterá partículas e resíduo de sangue e tecido animal.

Concentrado

Existe uma grande variedade de possibilidades de dieta líquida e sólida para o fornecimento aos bezerros. A escolha de programas para crescimento acelerado ou tradicional, o fornecimento de concentrado extrusado, peletizado ou mesmo farelado, o momento para a inclusão de forragens na dieta sólida destes animais devem ser feita com base técnica de um nutricionista. O concentrado deve ser fornecido logo na primeira semana de vida do animal e seu consumo deve ser visto como o objetivo principal durante a fase de aleitamento.

O fornecimento de água de boa qualidade é crucial, não somente para manutenção da hidratação do animal como também para auxiliar no desenvolvimento ruminal. Trabalhos de pesquisa também já comprovaram que o fornecimento de água a vontade estimula o consumo de concentrado, reduz a incidência de diarréia e consequentemente melhora o desempenho de bezerros. Independentemente da dieta líquida fornecida, a goteira esofágica é responsável por levá-la diretamente ao abomaso, sem entrar no rúmen.

O funcionamento desta dobra depende de estimulo nervoso e este reflexo condicionado, que ocorre seja com o fornecimento em balde ou mamadeira, se perde com a idade do animal. Embora não exista um tempo exato, recomenda-se o fornecimento de água somente 15 a 20 minutos após o fornecimento do leite de forma que a goteira relaxe.

O desenvolvimento do rúmen é estimulado pela presença de ácidos graxos voláteis produzidos no rúmen como resultado da fermentação de carboidratos e proteína presentes na dieta sólida. Os ácidos butírico e propiônico são os principais estímulos para o crescimento de papilas, sendo os alimentos concentrados as principais fontes destes ácidos enquanto o feno contribui para a expansão e desenvolvimento muscular. Sendo assim, o fornecimento de feno deve ser feito somente após o desaleitamento.

Os bezerros devem ser desaleitados quando apresentarem consumo de concentrado adequado durante pelo menos 3 dias consecutivos, sendo o consumo fixado em uma quantidade de acordo com o porte do animal (700-800g/d para Holandês e 450-500g/d para Jersey) ou em 1,5 % do peso ao nascer do bezerro. Assim, o desaleitamento não deve ser imposto pela idade do animal ou por restrição de instalações. É importante evitar múltiplas fontes de estresse ao bezerro no desaleitamento e processo de transição como descorna, vacinação, vermifugação, remoção de tetas extras, mudança de concentrado, assim como realocação de bezerros em piquetes coletivos.

O piquete para animais recém desaleitados podem com certa freqüência transformar ou não o programa de aleitamento em um programa bem sucedido. Este é o período de grande ocorrência de problemas como doenças respiratórias e coccidiose, os quais estão normalmente associados com alta densidade animal. Tenha em mente que bezerros são animais que gostam de rotina e sendo assim gostam de consistência e precisam de tempo para se adaptar a novas realidades.

Assim, é ideal que número de bezerros por piquete seja entre 6 e 8, que este piquete não tenha canzil, a não ser que os bezerros tenham sido previamente treinados, e que tanto cochos quanto bebedouros tenham dimensões para adequado acesso aos bezerros.


Conforto, Cuidado com limpeza e Consistência

Como dito anteriormente, o conforto começa no primeiro dia de vida do bezerro e continua durante toda a vida do animal. Bezerros mantidos em local seco, com abrigo adequado, boa ventilação (essencial em bezerreiros fechados), que recebe bom programa nutricional não só irá desempenhar melhor como também deverá trazer maior retorno econômico para o produtor durante suas lactações.

Além de esterco, o sangue e o resíduo de leite são ótimos meios para crescimento de bactérias. Assim, é fundamental a limpeza de utensílios utilizados para a alimentação de bezerros. Baldes utilizados para o aleitamento devem ser lavados com água e sabão neutro, não devendo ser empilhados antes que estejam completamente secos. Cochos com resíduos de esterco ou com concentrado úmido também devem ser higienizados da melhor forma possível.

Como mencionado anteriormente, bezerros são animais que gostam de consistência. Mudanças bruscas, seja no manejo alimentar ou até mesmo no manejo da mão-de-obra, podem ser estressantes para estes animais. Minimizar o estresse em bezerros não somente beneficia os mesmos, mas também os produtores uma vez que os animais apresentarão melhor desempenho e menor atenção individual e gastos com sanidade.

Referências

Faber, S.N., N.E. Faber, T.C. McCauley, and R.L. Ax. Effects of colostrum ingestion on lactational performance. The Professional Animal Scientist. 21:420-425, 2005.


Fox, L.S. The 5 C's of Calf Raising. In: Proceedings of Tri-State Dairy Nutrition Conference, 2007.

GREENWOOD, R.H.; MORRIL, J.L.; TITGEMEYER, E.E. Using dry matter intake as a percentage of initial body weight as a weaning criterion. Journal of Dairy Science, v.79, p. 2542-2546, 1997.

NUSSIO, C.M.B.; RODRIGUES, A.A.; SANTOS, F.A.P.; MINOHARA, R.A. Avaliação de critérios para desaleitamento de bezerras leiteiras. Anais da Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia, 40, Santa Maria, 2003.

CARLA MARIS MACHADO BITTAR

Prof. Do Depto. de Zootecnia, ESALQ/USP

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JOSÉ DE SOUZA CARVALHO

BARREIRAS - BAHIA - PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE

EM 16/11/2010

Ola,
Eu sou um dos mais novos usuarios de floradaminum, confesso que ainda tenho dúvida quanto a utilização do produto em bezerros recem-nascido e bezerros com diarreias, se é misturado na agua ou se e misturado no leite via oral etc, favor informa-me, pois,as instrucoes do balde e da regua "salvo outro jui­zo" deixa a desejar.
Grato,
Ze Carvalho
CARLA MARIS MACHADO BITTAR

PIRACICABA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 08/11/2010

Prezado Eduardo,
Até onde tenho conhecimento, somente a Suprivet comercializa colostrometro (https://www.suprivet.com.br/detalhes.asp?id=18&produto=85).
Att.,
Carla Bittar
EDUARDO ESMERALDO AUGUSTO BEZERRA

PARNAÍBA - PIAUÍ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 07/11/2010


Drª Carla,

Parabéns, excelente artigo, gostaria que se fosse possível remeter-me o nome (endereço) da empresa que comercializa colostrometro, tendo em vista que somente uma faz esta transação no Brasil.

Obrigado
JUAREZ RIBEIRO LEITE

PIRANHAS - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 25/07/2009

Trabalho muito interessante, e muito importante.
CARLA MARIS MACHADO BITTAR

PIRACICABA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 17/07/2009

Caro Eliézer,

A recomendação tradicional é de fornecer colostro na quantidade equivalente a 5% do peso vivo do bezerro. SE o colostro for de boa qualidade, este volume deve ser suficiente para uma adequada transferência de imunidade passiva. No entanto, nem sempre o colostro de ótima qualidade está disponível, sendo então necessário o fornecimento de maior volume. Também, um dado novo muito interessante que apresentei no Interleite este ano é que bezerras que recebem 4L de colostro ao nascimento se tornam melhores produtoras de leite, com aumentos bastante significativos na produção na segunda lactação. Quando a bezerra não consome colostro voluntaramente, ou seja, se recusa a mamar, a recomendação é fazer o fornecimento forçado através de um sonda esofagiana. Embora ocolostro passe pelo rúmen do recém-nascido com o uso da sonda, como este orgão ainda é afuncional, sua passagem para o instestino, onde as imunoglobulinas serão absorvidas, é bastante rápido.
Quanto ao teor de energia do concentrado, para boas taxas de ganho de peso é importante que este apresente ao redor de 80% de NDT e 18-20% de proteína bruta (na matéria seca).
Abs.,
Carla Bittar
ELIÉZER

CAMPO MOURÃO - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 03/07/2009

Primeiramente quero parabenizar pelo otimo artigo aqui descrito! Juntamente gostaria de esclarecer umas duvidas:
1°: qual seria a capacidade do abomaso em litros de uma bezerra recem-nascida? 4 litros na primeira refeicao nao poderia causar diarreia? E se a bezerra nao tomar, qual seria o melhor a se fazer?

2°: qual seria o teor de energia no concentrado? E qual o teor de FB? E quais seriam os melhores ingredientes?

Obrigado.
MARCOS JOSÉ DA SILVA

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - ESTUDANTE

EM 15/04/2009

Dra Carla, parabéns pelo artigo, gostaria de saber qual o concentrado mais confiável e mais eficiente para bezerros.
CARLA MARIS MACHADO BITTAR

PIRACICABA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 15/10/2008

Caro Frederico,

A melhor forma de avaliar a qualidade do colostro na fazenda é utilizando um colostrometro. O colostrometro é um densímetro calibrado com a concentração de IgG do colostro e traz resultados bastante confiáveis desde que utilizado adequadamente. O colostrometro pode ser adquirido por aproximadamente R$200,00 e até onde eu sei, somente uma empresa faz a comercialização aqui no Brasil.
Att.,
Carla.
FREDERICO JUNQUEIRA CANÇADO

GOIÂNIA - GOIÁS

EM 13/10/2008

Dra Carla adorei o artigo, parabens!
Gostaria de um esclarecimento, com relação a como avaliar a qualidade de um colostro, como avaliar a concentração de IgG. Obrigado
CARLA MARIS MACHADO BITTAR

PIRACICABA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 27/05/2008

Caro Edson,

O tempo de permanência da bezerra no abrigo após o desaleitamento depende mais da disponibilidade de abrigos do que de uma recomendação técnica. É interessante que a bezerra permaneça mais uns 4-5 dias no abrigo para que o estresse do desaleitamento não seja agravado pela mudança de instalações e introdução em lotes coletivos onde a bezerra tem que se adaptar a hierarquia social. O dieal é que a introdução em lotes não seja realizada individualmente e sim em lotes de 2 ou 3 animais. A permanência no abrigo também garante que o a alimentação da bezerra não será alterada, a não ser pela retirada do leite em sua dieta. A mudança na dieta sólida (concentrado) que normalmente acompanha a mudança de instalações, também é uma fonte de estresse para os animais. Assim, se for possível que a bezerra permaneça no abrigo por 5 dias ou até que se forme um grupo de 2-3 bezerras para transferência para lotes, o estresse será minimizado.
Att.,
Carla Bittar.
EDSON AGOSTINHO TOMAZELLA

SANTA FÉ - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 25/05/2008

Gostaria de parabenizar a Dr. Carla pelo excelente artigo sobre criação de bezerras.

Aproveito o momento para pedir-lhe que me esclareça uma duvida: qual seria o tempo, depois do desaleitamento, que a bezerra deve permanecer ainda no abrigo para se adaptar? Obrigado.
LEONARDO LEITE MEDEIROS

BRAÇO DO NORTE - SANTA CATARINA

EM 23/05/2008

Quero parabenizar a Dr. Carla por este assunto de extrema importância na criação de terneiras, pois sabemos que terneira bem criada é sem duvida a novilha no amanhã, e consequentemente a vaca produtora do amanhã é o lucro do nosso produtor. Continue colocando artigos técnicos deste nível. Parabéns.
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