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OCB: Maggi está sensível às importações de leite e aos danos causados pela reidratação de leite

postado em 05/10/2016

6 comentários
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Em um vídeo divulgado ontem (04), Vicente Nogueira Netto, Coordenador da Câmara Temática de Leite, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), destaca que em reunião (com mais de 50 diretores de cooperativas) reivindicações foram feitas e de acordo com ele - serão atendidas muito em breve pelo governo.

"Um grupo da reunião sentou-se com mais de dez parlamentares e com o ministro da agricultura Blairo Maggi. Obtivemos dele o compromisso de segurar as importações provenientes do Uruguai – que no mês de agosto totalizou mais de 14 mil toneladas – e de revogar a portaria que aprovou a reidratação de leite em pó para fazer leite fluido no Nordeste". 

Confira abaixo o vídeo na íntegra: 

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Comentários

Eliseu Nardino

Maripá - Paraná - TRASNPORTE DE LEITE IN NATURA
postado em 05/10/2016

Uma medida tardia, pois o estrago já está feito, preço ao produtor ladeira abaixo.

Darlani de Souza Porcaro

Muriaé - Minas Gerais - Produção de leite (de vaca)
postado em 05/10/2016

Os mercados não abaixam os prêços dos lácteos, então é covardia com o produtor, que está pagando caro até hoje para manter o seu gado em boa  saúde, e os laticínios dizem que o produto não sai , lógico o prêço está alto.

Duarte Vilela

OUTRA - OUTRO - Pesquisa/ensino
postado em 06/10/2016

Medidas importantes e estratégicas para o setor e mesmo que com algum atraso, ainda se pode acreditar em sua eficácia. Que sirva de alerta mais uma vez pela grave deficiência de políticas públicas estruturantes que o país sofre há décadas. O preocupante é o MAPA ter em sua estrutura a figura das Câmaras Setoriais e uma delas é a de Leite e Derivados, reestruturada em 2005 quando se criou uma agenda priorizada para o setor e nesta desde aquela época já se destacava a importância de uma política de longo prazo para as importações de lácteos, entre outras coisas. Tardia sim, como destaca o Sr. Eliseu, se considerarmos essa agenda construida a quase uma década.

João Antônio Fagundes Salomão

Brasília - Distrito Federal - Funcionário Público
postado em 07/10/2016

Prezados,
Sugiro que algum dos analistas que contribuem com o milk point prestassem mais um grande serviço ao setor leiteiro, lendo a referida IN 26/2016 e avaliando seus potenciais impactos no mercado do leite. Não sei com alguma intenção ou mesmo desconhecimento, mas tenho observado algumas lideranças insistindo que a norma permite reidratar o leite em pó no Nordeste e comercializar em outras regiões do país quando está muito claro que o leite reconstituído deve ser registrado como produto novo, identificado em rótulo e só pode ser comercializado na região da SUDENE. Que o analista faça as contas e nos mostre se compensa reidratar o leite em pó tendo matéria prima disponível na região, se existe causa e efeito entre a edição da norma e as importações, ou a edição da norma e a queda do preço do leite aos produtores. Apenas uma sugestão. Grato.

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