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Indústrias uruguaias mantêm contato para retomar vendas de lácteos à Venezuela

postado em 27/09/2016

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As indústrias de lácteos do Uruguai seguem em conversação para retomar as vendas de lácteos à Venezuela - apesar dos atrasos gerados pela cobrança da última rodada de negócios. A cooperativa Claldy mantém os contatos e as gestões semanais para ver as possibilidades de retomar as colocações nesse mercado, disse seu diretor, Erwin Bachmann.

“A Venezuela é um mercado, precisa de alimentos e o lógico é que comprem do Uruguai. Talvez não seja um momento político para pensar nisso, mas acredito em um acordo a nível de governo para termos um volume de mercado que eles compravam e que – creio que continuarão comprando”.

A Claldy foi uma das indústrias que enviou 4.400 toneladas de queijos sob o acordo assinado entre ambos os governos em meados de 2015 para a exportação de alimentos à Venezuela. Em abril desse ano, a cooperativa recebeu o dinheiro pelo volume exportado.

Espera-se poder concretizar algum envio antes do fim do ano e não se descarta a possibilidade de instrumentar um “pré-pagamento”, disse Bachmann. Outra indústria que enviou lácteos à Venezuela sob o acordo entre os governos foi a Calcar. Seu presidente, Humberto Mendivil, disse que os contatos foram mantidos e ajustes nas condições de cobrança estão sendo analisados.

“Agora seguimos em comunicação com o governo venezuelano, com a Corpovex, para possíveis novas exportações. Estão sendo ajustados os detalhes de cobrança. O interesse da Venezuela se mantém, mas as condições precisam mudar”.

O Brasil é o mercado que paga melhor pelos lácteos uruguaios. “Hoje, o que defende os preços é o Brasil. A Claldy está vendendo praticamente todo o queijo ao Brasil”, disse Bachmann. 

Apesar de, historicamente, durante a temporada de primavera, as compras do Brasil reduzam ao mínimo, esse ano, as exportações se prolongaram. A Claldy tem a produção vendida até outubro a esse destino. Os produtores brasileiros estão esforçando-se para que não entrem tantos lácteos do Uruguai, mas, até o momento, não frearam a entrada.

As informações são do Lecheriauy.com, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint.

 

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