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Sistemas de terminação para ovinos. Qual o melhor?

PRODUÇÃO

EM 25/04/2014

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Autores do artigo:

1) Rafael Sanches Venturini - Zootecnista. Aluno de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia (PPGZ) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

2) Flânia Mônego Argenta – Zootecnista, MSc. Aluna de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia (PPGZ) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).


A ovinocultura é uma atividade bastante antiga na exploração dos produtos como a lã, carne, leite e pele. Seu principal produto sempre foi a lã, porém nas décadas de 80 e 90 ocorreu uma grande crise do mercado laneiro, desencadeada pelos altos estoques deste produto na Austrália. Além disso, houve intensa concorrência do fio sintético, por ser matéria prima mais barata em comparação com a lã e de grande aceitabilidade pela indústria têxtil.

A partir disso, o enfoque da exploração ovina começou a tomar outros rumos, sendo o seguimento da carne apresentando grande relevância no cenário produtivo da ovinocultura. Para Carvalho e Brochier (2008), a produção de ovinos destinada para o abate indica que a ovinocultura é uma excelente alternativa de renda nas propriedades rurais.

Nesse sentido, o tema produção de carne ovina, nos remete diretamente ao sistema de terminação que iremos utilizar. Muitas vezes ocorre por parte dos produtores e profissionais da área um grande dilema sobre qual sistema de terminação utilizar na terminação de ovinos, sendo assim, penalizando ou beneficiando algum sistema específico.

Independente do sistema de terminação, temos que levar em conta que existem alguns fatores que são primordiais para obtermos êxito na produção. Queremos animais com maior velocidade de crescimento, o que reflete diretamente em menor tempo para o abate. Outro ponto primordial é o custo de produção, obviamente que quanto menor o custo aliado a uma maior produção, melhor é a rentabilidade da atividade.

Como estamos falando no seguimento de carne, temos que produzir animais com altos rendimentos de carcaça e com características que atendam as exigências dos consumidores. A qualidade da carcaça e carne é influenciada por fatores como sexo, procedência, genótipo, idade, características in vivo e a condição corporal dos animais (BONACINA et al., 2007). Também, a gordura em excesso se torna um entrave no consumo de carne ovina. Ferreira et al. (2001) ressaltaram que o teor de gordura da carcaça afeta diretamente sua aceitabilidade.

Existem alguns sistemas de terminação praticados na ovinocultura e os mais comumente utilizados são os seguintes: pastagem nativa; pastagem cultivada; suplementação; creep-grazing; creep-feeding; confinamento e terminação consorciada.

Após a apresentação destes, faz-se a seguinte pergunta. Qual o melhor sistema para terminar ovinos? Antes de respondermos, comentaremos alguns fatores importantes. Há uma grande heterogeneidade nas propriedades rurais produtoras de ovinos.

Uma dessas diferenças é a condição física e química de solo, o que pode estar evidenciado na mesma propriedade rural, com áreas (invernadas, potreiros) com aptidões diferentes, onde não se pode produzir uma determinada forragem em um local, e podendo ter boa produção em outro local da mesma propriedade rural.

O manejo é uma atividade que deve ser realizada em qualquer sistema de terminação, porém uns com maiores frequências, outros não. Dependendo do sistema utilizado o manejo pode se tornar um fator limitante na produção, já que isto está intimamente ligado a recursos humanos empregados na logística da propriedade. Na qual, em muitos casos o quadro de funcionários é limitado ou escasso, fato que temos que levar em consideração, pois caso os recursos humanos não estejam engajados na atividade, obviamente que os resultados não serão satisfatórios.

Gostaríamos de fazer outra pergunta. Qual o sistema de terminação, citados acima, é o mais barato?


Novamente iremos elencar alguns fatores. Não podemos confundir custo de produção com viabilidade econômica. Em alguns sistemas de terminação o custo de produção é baixo, porém a rentabilidade também é baixa, o que nos remete a uma viabilidade econômica da atividade que não é interessante. Sendo o contrário também válido, se tivermos um custo alto, mas uma rentabilidade alta, podemos ter um lucro bastante interessante, assim tendo uma viabilidade que satisfaça o produtor.

Já que estamos falando em custos, não podemos deixar de comentar que se deve, antes da escolha do sistema de terminação, levar em conta o capital que possuímos para empregar no investimento. Claro, que quando se visa lucro há a necessidade de investimentos. Os sistemas mencionados acima apresentam investimentos diferentes, pois alguns necessitam de investimento em maquinários, implementos, estrutura de galpões e mangueiras, etc, que realmente oneram o custo inicial da atividade, e outros com investimentos menores.

Será que são somente estes fatores que influenciam na escolha dos sistemas de terminação ovina? Mais uma vez, acreditamos que não, pois por enquanto comentamos os seguintes itens: condição química e física dos solos, mão-de-obra, recursos humanos e investimentos. Porém, gostaríamos de elencar mais fatores que possam auxiliar na escolha do sistema de terminação de ovino.

A quantidade de área disponível para a utilização em ovinocultura é outro fator de extrema importância, visto que alguns sistemas necessitam de grandes áreas para uma produção em grande escala, já outros em áreas medianas e até mesmo em pequenas áreas. Ao passo que os sistemas que demandam menores áreas para a produção ovina também necessitam que os alimentos sejam oferecidos aos animais. Caímos em um item, disponibilidade de matéria prima, que muitas vezes pode apresentar um custo alto, devido a logística de transporte, entre outros. Fatores ligados a condições climáticas, segurança, mercado específico de produção de carne, entre outros, também devem ser considerados na escolha do sistema de terminação de ovinos.

Voltando as perguntas realizadas no corpo do texto. Não temos respostas para elas, ou melhor dizendo, existem várias respostas para elas. Pois, são fatores individuais, ligados à especificidade de cada situação analisada. O que podemos responder com total certeza é que a nutrição animal, genética e a sanidade dos animais são primordiais para resultados positivos da atividade. Porém, quando somos consultados com a velha pergunta. Sistemas de terminação em ovinos, qual o melhor? A nossa resposta se resume somente em uma palavra, que é: DEPENDE.

Referências Bibliográficas


BONACINA, M., et al. Otimização da avaliação in vivo e da carcaça em cordeiros. Revista da FZVA, v.14, n.1, p.273-286. 2007.

CARVALHO, S.; BROCHIER, M.A. Composição tecidual e centesimal e teor de colesterol da carne de cordeiros terminados em confinamento com dietas contendo níveis crescentes de resíduo úmido de cervejaria. Ciência Rural, v.38, n.7, p.2023- 2028, 2008.

FERREIRA, M.A., et al. Predição da composição corporal por intermédio de método indireto. Revista Brasileira de Zootecnia, v.30, n.1, p.242-246, 2001.
 

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RAFAEL SANCHES VENTURINI

SANTA MARIA - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 17/10/2016

Caro Mário Moreira.

Muito obrigado por sua participação no FarmPoint. Aproveito para me colocar a sua disposição para o que precisar.

Esses teus questionamentos são muito relativos, principalmente os dois primeiros.

1 -  Em relação a terminação dos animais em confinamento, depende muito dos ingredientes que vais utilizar na dieta, e principalmente na disponibilidade que tens desses ingredientes, assim diretamente influencia nos custos do confinamento. Caso tu tenhas boa disponibilidade de ingredientes para formular a dieta a ser fornecida aos animais, essa dieta apresenta boa viabilidade econômica, e o sistema de terminação em confinamento é uma alternativa bem interessante. Portanto, em questão da terminação em confinamento, o ponto chave é quais ingredientes vais utilizar na formulação da dieta dos animais? Se o custo estiver muito alto, a viabilidade econômica da atividade tende a ser menor, assim não sendo uma alternativa boa para terminação.

2 - A compra de animais de terceiros, muitas vezes pode ser benéfica ou não. Tudo depende de quanto vais pagar pelo animal? Qual o peso desse animal? Quantos kg de peso vivo que o animal vai ter que ganhar para chegar ao ponto de abate? Se essas perguntas forem favoráveis, a oportunidade de compra é válida. Pois nada adianta comprar um animal com custo alto, e o mesmo for muito leve e assim ele vais demorar muito tempo para chegar ao ponto de abate. Consequentemente mais custos terá para terminar esse animal. Também depende do fator do tipo de compra, compra por Kg/PV ou compra por lote sem pesar. Se tens uma boa experiencia e ver que os animais irão te dar bom ganho de peso e puder pagar "barato" pelos animais é uma alternativa a ser pensada. Porém, produzir cordeiros para terminação é uma alternativa bem atraente, pois tu evita custos de terceiros, conhece a sua genética e possivelmente saberá os resultados que terá. Portanto, é uma questão de mercado e oportunidades de momento. Se tiveres animais bons e num preço razoável, vale a pena comprar de terceiros também, caso contrário a produção para terminação e mais atraente.

3 - Sem dúvida modalidade mais rentável, é de cordeiros recém desmamados. Pois essa categoria apresenta melhores resultados de conversão alimentar, ganho de peso entre outras. Para mais esclarecimentos e se te interessar, a minha dissertação de mestrado Intitulada:  VENTURINI, R. S. Terminação de cordeiros e borregos da raça Corriedale submetidos à dietas de alto concentrado. Santa Maria, 2015. 93p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Federal de Santa Maria, 2015. Disponível: http://cascavel.cpd.ufsm.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=7184. Faz o comparativo entre essas categorias, e apresenta os resultados de cada categoria.

Obviamente que tantos outros fatores que podem influenciar na respostas desses teus questionamentos, porém apenas fiz uma breve explanação das possibilidades existentes.

Espero ter ajudado.

Att.,
RAFAEL SANCHES VENTURINI

SANTA MARIA - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 20/07/2014

Caro Nelson Carneiro da Cunha Moreira

Muito obrigado por sua participação no FarmPoint. Aproveito para me colocar a sua disposição para o que precisar.

Sim, há informações sobre o desempenho de capões e ovelhas de descarte, porém é bastante escasso trabalhos com essas categorias. Diferentemente de trabalhos com a categoria de cordeiros, que existem uma grande quantidade de material.

Na categoria (capões, borregos) há nesse site uma publicação de minha autoria com o desempenho desses animais, na qual durante o meu trabalho de mestrado obteve-se 110 g de ganho médio diário (GMD) para os borregos. Caso queira ler o trabalho, encontra-se com esse título: Desempenho de cordeiros e borregos da raça Corriedale submetidos à dieta de alto concentrado.

Para as ovelhas de descarte, também o GMD é baixo, Pelegrini (2008) encontrou 183 g para ovelhas de descarte. Referência bibliográfica do trabalho em questão: (PELEGRINI, L. F. V. et al. Características de carcaça de ovelhas de descarte das raças Ideal e Texel terminadas em dois sistemas de alimentação. R. Bras. Zootec., v.37, n.11, p.2024-2030, 2008).

Na sua busca por trabalhos deves levar em consideração o sistema de terminação que os animais serão submetidos, raça, alimentação ofertada, entre outros.



Espero ter ajudado.

Att,
NELSON CARNEIRO DA CUNHA MOREIRA

PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 18/07/2014

Existem informações sobre confinamento de capões e ovelhas de descarte? Qual o ganho médio de peso diário para estas categorias?
FLAVIO SCHIRMANN

FORMIGUEIRO - RIO GRANDE DO SUL - OVINOS/CAPRINOS

EM 18/06/2014

Obrigado pelas informações. Voltarei a perguntar em breve!
FLAVIO SCHIRMANN

FORMIGUEIRO - RIO GRANDE DO SUL - OVINOS/CAPRINOS

EM 18/06/2014

Obrigado!
RAFAEL SANCHES VENTURINI

SANTA MARIA - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 17/06/2014

Caro Alexandre A. Pasqualini

Muito obrigado por sua participação no FarmPoint. Aproveito para me colocar a sua disposição para o que precisar.

Sim, assim como o consumo de forragens em sistema a pasto, o consumo do alimento no sistema de confimento é possível de ser calculado, bem como temos ferramentas capazes de projetar todos os processos de produção.

A grande importância é tentar demonstrar nesse artigo que não existe uma "receita de bolo", existe muitas variáveis dentro dos sistemas de terminação, que muitas vezes podem ter o poder decisivo de utilizar ou não, o sistema desejado. Também concordo contigo que o "ONDE VC QUER CHEGAR" é um dos fatores primordiais, pois o perfil do produtor é muito importante, muitas vezes um sistema de terminação, não "serve" para um perfil de produtor, porém, é uma excelente ferramenta para o outro, pois os produtores tem objetivos diferentes.

Att,

ALEXANDRE A. PASQUALINI

ESPÍRITO SANTO DO PINHAL - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 16/06/2014

Creio que é possível, quiça recomendável provisionar fomentos e alimentos.

Há uma proporcionalidade de consumo de forragens baseada no peso vivo dos animais e assim se estimar a produtividade da área em função da forrageira - e claro, do aumento do plantel não só no 1º ano, mas os subsequentes.

Assim acho que o DEPENDE pode ser "provocado" por ONDE VC QUER CHEGAR" !!!

Daí para se implantar as tecnologias de reprodução e maquinários, não é?

A minha simpatia pelo artigo se deve por lançar o técnico na área produtiva, analisar as disponibilidades e projetar um sistema de produção que pode ser semelhante, mas nunca igual ... a outro Não é receita de bolo.

[ ]s
RAFAEL SANCHES VENTURINI

SANTA MARIA - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 03/06/2014

Caro Flavio Schirmann

Muito obrigado por sua participação no FarmPoint. Aproveito para me colocar a sua disposição para o que precisar.

Com a utilização do confinamento a aplicação do manejo de luz é uma alternativa de fácil aplicação, sua metodologia é através do fornecimento de luz artificial (16 a 18 horas diárias) por um período de 60 dias. Após isto se retira a luz artificial, deixando apenas a luz natural, e entre 30 a 60 dias as fêmeas manifestam cio. Comumente para a nosso realidade os meses de junho a agosto que é realizado este manejo.

Já a utilização hormonal, é realizado através da utilização de esponjas, onde aplica-se 1ml (50mg) de Acetato de Medroxi-progesterona, juntamente se faz necessário o uso de antibióticos na esponja com o intuito de prevenir infecções. Esta esponja permanece no animal por 14 dias. Após este período, retira-se a esponja, e aplica-se 200 UI Gonadotrofina Coriônica Eqüina por via intramuscular. Após 54 a 56 horas, é o momento ideal para a monta ou inseminação artificial.

Mas cabe ressaltar, que estas técnicas tem que serem acompanhadas de um manejo nutricional adequado para os animais. Tanto no período que antecede como no posterior, pois se o animal não estiver em bom estado corporal não vai ter efeito estas metodologias, visto que não manifestaram cio. Já posteriormente, a preocupação com uma alimentação adequada no período de gestação nos traz uma garantia de ter cordeiros nascendo com bom peso, que reflete diretamente num bom desempenho, como também na fase de crescimento do animal.

Att,
FLAVIO SCHIRMANN

FORMIGUEIRO - RIO GRANDE DO SUL - OVINOS/CAPRINOS

EM 02/06/2014

Caro Rafael S. Venturini, gostaria de saber como se faz o manejo de luz e utilização de hormônios( no confinamento) para alterar a época da ciclagem das ovelhas aqui no Sul?
RAFAEL SANCHES VENTURINI

SANTA MARIA - RIO GRANDE DO SUL - ESTUDANTE

EM 28/05/2014

Caro Lucas Thaler

Muito obrigado por sua participação no FarmPoint. Aproveito para me colocar a sua disposição para o que precisar.

A produção em confinamento de fêmeas é bastante utilizada na ovinocultura leiteira, obviamente que tem seus pontos positivos e negativos.

Como pontos positivos tem-se um melhor controle de verminoses, principalmente ao trabalhar com piso ripado. Também problemas como foot rot, que com grande concentração de animais em pequenas áreas, com presença de umidade, é bastante susceptível. Pensando do ponto de vista reprodutivo, tem-se uma maior facilidade de utilizar o manejo de luz ou introdução hormonal para que possa ter uma ciclagem em épocas que o fotoperíodo não é natural para as ovelhas, assim fugindo da sazonalidade produtiva. Menor mortalidade de cordeiros. Sem falar que pode-se ter uma grande quantidade de animais numa pequena área, bom controle das exigências nutricionais (com dietas balanceadas), entre outros.

Como pontos negativos destacamos, manejo intensivo, custo com a alimentação diária (volumosos e concentrados), custo de investimentos em estruturas (galpão e etc), demanda de recursos humanos (contratados ou familiar), e etc.

Deve-se ter cuidado com alimentação dessas fêmeas, a utilização de volumosos como silagem de milho ou feno de tifton, são alimentos interessantes para a produção ovina, bastante aceito e com custo relativamente baixo. Porém não atende todas as exigências dos animais, deve-se formular o concentrado que some com a composição bromatológica desses ingredientes e atenda as exigências nutricionais das categorias. Como se trata de animais totalmente confinados, deve-se ter a preocupação de separar (se possível) por categoria (fêmeas vazias fêmeas prenhe, fêmeas lactando, cordeiros(as), borregos(as)) , pois existe uma demanda de nutrientes diferente entre as categorias. Assim fornecendo alimentos que supre as exigências de alguma categoria e deixar as demais sem atender as necessidades nutricionais adequados, dessa forma não existe prejuízos com o excesso nem com a deficiência de alimentação para os animais.

Normalmente trabalha-se em torno de 3,5 a 4 m² por ovelha+cordeiro, porém com essa taxa de prolificidade seria interessante uma área maior por animal.

Att,



LUCAS THALER

TREZE TÍLIAS - SANTA CATARINA

EM 27/05/2014

BOA TARDE....

QUERO AUMENTAR MINHA PRODUÇÃO DE OVINOS PORÉM NAO TENHO DISPONIBILIDADE DE ÁREAS DE PASTAGENS PARA ESSE FIM,,,,

GOSTARIA DE SABER PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DE UMA PRODUÇÃO EM CONFINAMENTO DAS FÊMEAS..... COM ALIMENTAÇÃO A BASE DE SILAGEM DE MILHO E OU FENO TIFTON.... MAIS SUPLEMENTAÇÃO....E QUANTOS METROS QUADRADOS POR FÊMEA CONTANDO QUE TENHO INDICES DE PROLIFICIDADE DE 160%



ATT
FELIPE FRANÇOSO

SÃO PAULO

EM 01/05/2014

Realmente depende, pois eh preciso avaliar a situaçao, porte da produçao, estrutura, expectativa, para entao orientar e indicar a terminaçao ideal...
MARIANA POMPEO DE CAMARGO GALLO

PIRACICABA - SÃO PAULO

EM 29/04/2014

Para os interessados em produção de ovinos de corte, ainda dá tempo de participar do Curso Online:"Instalações para ovinos" com o instrutor Daniel Souza, médico veterinário, colunista FarmPoint e consultor da Prime ASC.



Para se inscrever, acesse: http://www.agripoint.com.br/curso/instalacao-ovinos/



Ou mande um e-mail para cursos@agripoint.com.br

LUCIANO FERREIRA DOS SANTOS

MIRANTE - BAHIA - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 28/04/2014

Muito bom...
CAIO CÉSAR

VIAMÃO - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE OVINOS DE LEITE

EM 28/04/2014

É impressionante como o nível de conhecimento útil sobre ovinos nesse país é, de fato, precário e deprimente, tanto quanto o nível acadêmico. Ao invés de aceitar isso e começar a trabalhar realmente em cima de pesquisas desenvolvidas nos climas e nos ambientes brasileiros, perambula-se em fontes que não condizem com o nosso ambiente. É uma pena ainda assistir a ovinocultura como "passa tempo" superfaturado de empresários estressados. Precisamos banhar nossa cultura com interesse diretamente na atividade, e não ficar rodeando como moscas ao redor do "LUCRO". É óbvio que não é a atividade mais lucrativa no setor agropecuário, porque precisa de muito CONTATO e constante OBSERVAÇÃO do rebanho, mas para isso é necessário paixão por esses animais incríveis. Com verdadeiro prazer durante os afazeres, o retorno é garantido, mas concentrar-se somente no lucro, leva a pior das pobrezas, a cultural.  Que venham artigos e estudos "RICOS"!
JOÃO CLÁUDIO PIMENTA PENTEADO MANENTE

BRAGANÇA PAULISTA - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 28/04/2014

Tendo em vista as variações climáticas, veranicos, escassez de água ...acredito que o uso de FVH (forragem verde hidropônica deveria ser mais estudado...desenvolver métodos mais práticos de colheita e distribuição nos cochos do FVH. Tem algum trabalho com terminação de ovinos usando FVH?
FERNANDO ALVARENGA REIS

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 28/04/2014

Como já dito no texto, o melhor sistema é aquele que dá LUCRO !!
JAIME DE OLIVEIRA FILHO

ITAPETININGA - SÃO PAULO - OVINOS/CAPRINOS

EM 25/04/2014

Ficarei atento a este fórum ,pois nunca vi um  assunto que  DEPENDE de tantos fatores,tanto de material humano,como nutricional e outros.