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Prevenção e controle de "foot rot" - Parte II

POR CECÍLIA JOSÉ VERÍSSIMO

PRODUÇÃO

EM 26/10/2009

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"Foot rot" é considerada uma das doenças mais dispendiosas dos ovinos. Para evitar que seu rebanho seja prejudicado pela doença, tendo como consequência a dificuldade de locomoção, comprometimento da reprodução, desvalorização de animais de alto valor zootécnico e suscetibilidade de outras doenças, atente-se para os métodos preventivos da doença.

- Impedir a introdução da doença, evitando adquirir animais de propriedades com o problema, e de animais com deformidade nas unhas que denotam já terem tido a doença (podem ser portadores crônicos). É recomendável um exame clínico minucioso nos animais a serem adquiridos, feito por médico veterinário da confiança do produtor.

- Transportar os animais em veículos higienizados e desinfetados.

- Passar no pedilúvio todos os animais recém-adquiridos, casqueando-os, e repassando-os pelo menos uma vez por semana, durante o período da quarentena, antes de se integrarem ao restante do rebanho nas pastagens.

- Vacinar todo o rebanho, a partir de cordeiros com 2 meses de vida, a FOOT-VAC®. Essa vacina é feita com 7 sorogrupos de Dichelobacter nodosus, os de maior ocorrência no país. Atualmente, a vacina é feita com um veículo oleoso de origem francesa, de fácil absorção e reduzida sensibilidade pelo animal, e que mantém altos títulos de anticorpos por até 6 meses após a vacinação. Os fabricantes recomendam aplicar 2mL por via subcutânea, em regiões ricas em tecido subcutâneo, como a virilha e axila. A vacinação deverá ser feita, de forma estratégica e contínua, antes do período de maior concentração de chuvas em cada região, a fim de que os animais estejam com o máximo de proteção, no início do período chuvoso. Na tabela 1 é apresentado o esquema de vacinação preconizado pelo fabricante da vacina. Reações de sensibilidade à vacina no local da aplicação têm sido observadas em ovinos que recebem anti-helmíntico à base de moxidectina.

Tabela 1 - Esquema de aplicação da vacina FOOT-VAC® (Lab. Hipra)



O uso da vacina de forma sistemática e nos períodos recomendados, aliado a pedilúvio e casqueamento rotineiros do rebanho reduzem em até 100% o aparecimento da enfermidade. Quando estabelecido um esquema de vacinação por mais de dois anos, os índices de proteção se elevam consideravelmente. A vacina é ferramenta indispensável quando se opta pela erradicação da doença em uma propriedade ou região, e pode ser aplicada a animais gestantes, com o devido cuidado para evitar o estresse durante a aplicação. O estresse pode prejudicar a eficácia do produto, por isso a vacinação deve ser efetuada com calma, os animais devem estar descansados, e as fêmeas gestantes, principalmente dentro do brete, devem ser manuseadas com cuidado. Quando o manejo é inadequado, abortos podem ocorrer.

O uso de injetoras leves, de PVC, polietileno ou outro material plástico qualquer, de menores capacidades (15/20mL), e agulhas com 13 a 15mm de comprimento e 1mm de diâmetro (13x10 e 15x10) são as mais recomendadas para a aplicação de vacinas em ovinos. A cada troca de animais do tronco, ou a cada enchimento da seringa, a agulha deverá ser trocada e incluída em solução desinfetante (álcool, por exemplo), a fim de prevenir contaminação dos animais e da própria vacina. Após a vacinação, as partes do equipamento que tiveram contato com a vacina deverão ser limpas e esterilizadas, assim como as agulhas. A vacina, antes e durante a vacinação, deverá ficar sob refrigeração. Ao levar a vacina ao local de vacinação, recomenda-se transportá-la em isopor com gelo, e manter o isopor na sombra. Recomenda-se, ainda, agitar o frasco da vacina por alguns segundos antes de encher o êmbolo da seringa, e não injetar ar para dentro do frasco da vacina, mas, apenas sugar a quantidade de líquido vacinal.

- Rodízio de pasto, associado a pedilúvio. Como a bactéria D. nodosus não permanece viável no ambiente, fora do casco do animal, por mais de uma semana, recomenda-se passar os animais no pedilúvio antes de irem para um pasto que tenha ficado em descanso por, pelo menos, duas semanas. Manter os animais em terrenos altos, com boa drenagem, que não forme lama, também ajuda a prevenir o surgimento da doença. Essa forma de controle será mais efetiva quanto mais seco estiver o tempo, já que a umidade provocada pelas chuvas no solo favorece o aparecimento da doença, e a permanência da bactéria no solo das pastagens.

- Pedilúvio: nas propriedades onde a doença está presente, recomenda-se passar todo o rebanho periodicamente, que pode ser diariamente, a cada duas ou uma semana, mensalmente, conforme a incidência da doença e a facilidade em movimentar o rebanho, concentrando as passagens principalmente na época das chuvas. O pedilúvio é uma instalação feita, na maioria das vezes, na extensão do próprio tronco de contenção, por meio de um rebaixamento no solo, com profundidade de 10-15 cm que permite uma altura da lâmina d´água de cerca de 6-8 cm, que já seria suficiente para cobrir todo casco de ovinos e/ou caprinos. É revestido de alvenaria, sempre com uma saída com tampa rosqueada, e preenchido com solução com produtos antissépticos. Os produtos recomendados são sulfato de cobre 10%, ou sulfato de zinco 5-10%, ou formol 2 a 5%. Um litro de detergente pode ser adicionado ao pedilúvio, pois ajuda a limpar os cascos dos animais. O pedilúvio com formol deve ser feito após o casqueamento, porque esse produto torna o estrato córneo do casco mais espesso e duro, o que dificulta o aparo com a tesoura de casco. É importante conhecer a capacidade do pedilúvio em volume de água para o devido preparo da solução desinfetante. Um pedilúvio seco também poderá ser feito com a mistura de uma parte de sulfato de zinco com nove partes de cal.

Souza (2008) apresenta detalhes sobre o pedilúvio (construção, uso e soluções desinfetantes).

Ao trazer os animais para o pedilúvio, separar aqueles que estão claudicando, para serem examinados e tratados posteriormente, enquanto o restante do lote passa primeiro, permanecendo na solução entre 3 e 5 minutos. Se o produto for à base de formol, os animais deverão permanecer menos que 1 minuto na solução, pois o formol se volatiliza rapidamente, irritando as vias respiratórias e oculares de humanos e, principalmente, dos animais que ali se encontram; recomenda-se o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) às pessoas que irão manipular o formol para fazer a solução (botas, luvas, máscara e óculos de proteção) e ficar próximo aos animais durante a passagem no pedilúvio. A solução mais segura para uso no pedilúvio, tanto para os manipuladores, como para os animais, é com o sulfato de zinco, que também apresenta alta capacidade de penetração, é um bom desinfetante, não mancha a lã ou o pelo, como o faz a solução de sulfato de cobre, e é mais resistente à inativação pela presença de matéria orgânica do que a de sulfato de cobre. Esta última solução, apesar de ser um bom antisséptico com alto poder adstringente, mancha a lã, é corrosivo e rapidamente inativado na presença de matéria orgânica, além de ser tóxico, se ingerido acidentalmente pelos ovinos. No entanto, o sulfato de cobre é mais facilmente encontrado no mercado agropecuário do que o sulfato de zinco para ser utilizado em soluções de pedilúvio.

Não se deve esquecer de trazer os animais ao tronco e passá-los no pedilúvio com calma, sem atropelos e gritarias, para evitar o estresse e possíveis perdas nessa operação, tais como afogamentos, principalmente quando se passa lote de cordeiros lactentes junto com as mães, e abortos, no caso de lotes que tenham fêmeas gestantes no terço final da gestação. Souza (2008) recomenda que os animais devem permanecer, no mínimo, duas horas em áreas com solo seco, preferencialmente em apriscos suspensos ou áreas cimentadas, livres de fezes e previamente desinfetadas, o que poderia coincidir com o retorno dos animais no final da tarde para as instalações de pernoite.

Após passar os animais pelo pedilúvio, estes devem voltar ao pasto (de preferência um pasto que ficou em descanso, sem animais, pelo menos durante 14 dias) percorrendo um caminho diferente de onde vieram, a fim de não se recontaminarem nos corredores de acesso ao pedilúvio.

Preferencialmente, cabe reformar o pedilúvio após cada passagem do rebanho, pois os resíduos (terra, fezes e urina) que permanecem no fundo do pedilúvio reduzem o efeito do produto. Se os animais puderem passar por um lava-pés com água, ou terem suas patas lavadas com ducha d´água sob pressão, antes da entrada no pedilúvio, haverá menos sujeira e, conseqüentemente, menos contaminação do pedilúvio, podendo este ter mais eficiência e durabilidade. Geralmente, a passagem de um rebanho com cerca de 200-300 cabeças, por um pedilúvio com capacidade para 100 litros já elimina totalmente a solução ali existente; por isso ele deve ser preparado (limpo e lavado) para receber nova solução. O uso de pedilúvio sujo pode colaborar na disseminação da doença ao invés de resolvê-la.

Pequenos pedilúvios podem ser construídos na entrada de instalações como maternidades (os cordeiros ficam presos, mas as mães vão para o pasto, retornando no fim do dia) ou confinamentos, para desinfetar cascos de animais que entram e saem das instalações, botas de funcionários, ou, até mesmo, rodas de tratores.

- Casqueamento preventivo de todo o rebanho deve ser efetuado por pessoas experientes e treinadas, pelo menos uma vez ao ano, especialmente antes do período das águas, e o material utilizado no casco desinfetado entre um animal e outro, com substâncias bactericidas, tais como álcool-iodado. Como o F. necrophorum e o D. nodosus permanecem profundamente no tecido do casco, o casqueamento deve ser bastante profundo, procurando-se retirar todo o tecido necrosado (escuro) e podre do casco, a fim de que os banhos com líquidos bactericidas possam chegar a essas áreas e matar todas as bactérias.
Para a prática do casqueamento, utiliza-se a tesoura corta casco ovino, cujo modelo mais utilizado é o da figura abaixo (figura 1). A finalidade desse procedimento é retirar o excesso de casco (figura 3), deixando-o próximo ao plano da sola (figura 2).

Figura1: Tesoura corta casco (Manual Irfa) Figura2: Plano de sola (Manual Irfa)



Figura 3 - Animal com casco longo, cujas reentrâncias favorecem o estabelecimento de D. nodosus e F. necrophorum, necessitando ser casqueado.



Após o casqueamento, é importante varrer o local e coletar as aparas dos cascos, dando-lhes um destino (queimar ou jogar no lixo), pois podem estar contaminadas com as bactérias, e colaborar na disseminação da doença. Também é recomendável lavar e desinfetar o local onde os animais foram casqueados (com água clorada, por exemplo).

- Descartar animais portadores de infecções crônicas, que se contaminam com frequência, ou tenham sido tratados e não tenham se curado. Existe um componente genético na suscetibilidade ao "foot rot".

Figura 4: Animal com as patas imersas em pedilúvio, construído no brete de contenção.



O artigo Parte III abordará o controle de "foot rot".

CECÍLIA JOSÉ VERÍSSIMO

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DANIELE RODRIGUES

PINHALZINHO - SÃO PAULO - OVINOS/CAPRINOS

EM 22/04/2017

Aonde consigo comprar esta vacina
AURELIO FREITAS

MANAUS - AMAZONAS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 31/03/2015

Dificil é conseguir comprar a vacina. Há meses procuro e não encontro respostas.
FATIMA_UMBELINO@HOTMAIL.COM

SÃO BERNARDO DO CAMPO - SÃO PAULO

EM 19/02/2013

gostaria de saber onde tem este remédio para mim comprar para minhas ovelha

CECÍLIA JOSÉ VERÍSSIMO

NOVA ODESSA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 03/11/2009

Caro Marcos Lima Barbosa, existem vários antibióticos indicados para o tratamento parenteral do foot rot. Eles serão abordados no último texto sobre o foot rot.
Cecília José Veríssimo
MARCOS LIMA BARBOSA

SÃO PAULO - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE OVINOS

EM 29/10/2009

O volume de chuvas que tem caido no vale do PARAIBA em SÃO PAULO é assustador e com isto o aparecimento de foot root e frieiras tem sido grande em nosso rebanho.Alem do casqueamento , limpeza dos cascos e retirada de todo o material podre ,no caso da podridão, e mais a aplicação de produtos a base de formol e sulfatos (KRONA CASCO e FORMOPED) há algum medicamento injetável como analgésicos e antiinflamatórios para os casos mais agudos e que agilizem a cura?

MUITO OBRIGADOE ABRAÇOS A TODOS

MARCOS BARBOSA
CECÍLIA JOSÉ VERÍSSIMO

NOVA ODESSA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 29/10/2009

Agradeço aos editores do Farmpoint pela pronta correção no erro de digitação ocorrido na Tabela 1. Agora a Tabela 1 está correta, com o esquema de vacinação de todas as regiões do país.
Atenciosamente,
Cecília José Veríssimo
CECÍLIA JOSÉ VERÍSSIMO

NOVA ODESSA - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 28/10/2009

Caro Sr. Carlos de Carvalho,
que bom que o Sr. conseguiu controlar a doença somente com algumas passagens em pedilúvio. Talvez a cepa que tenha entrado em sua propriedade não foi muito virulenta. Como há essa diferenciação entre as cepas que rolam pelo país, é preciso muito cuidado, pois se entra na propriedade uma cepa bem virulenta, então praticamente 100% do rebanho fica afetado, e daí para controlar fica bem difícil!
Obrigada à intervenção do colega Eduardo Bernhard, e desculpe o erro de digitação sobre a região Nordeste!
Cecília Veríssimo
CARLOS DE CARVALHO

UNIÃO DA VITÓRIA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE OVINOS

EM 28/10/2009

Caros amigos,

No ano de 2007 ocorreu em minha propriedade um surto de foot rot. Na época possuía aproximadamente 400 ovelhas e cerca de 50 passaram a apresentar sinais sugestivos da doença. Bem, para controlar a situação, submeti todo meu rebanho a pedilúvios com solução de sulfato de zinco a 10% a cada cinco dias durante quatro semanas. A doença foi controlada apenas com esta medida, não houve casqueamento prévio dos meus animais. Em minha propriedade o casqueamento é realizado uma vez ao ano e em apenas alguns animais. Hoje possuo 572 matrizes e, apesar de minha propriedade estar localizada em uma região extremamente úmida, nenhum animal apresenta problemas de casco.
EDUARDO AMATO BERNHARD

PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL

EM 27/10/2009

Prezado Marcelo,

Como boa parte da pesquisa científica, poderíamos citar uma boa quantidade de trabalhos bibliográficos e autores que discordam entre si.

Na realidade, o que se vê na prática é que a eficácia do tratamento é muito maior quando os animais são casqueados, sendo que, por tratar-se de bactéria anaeróbica, muitas vezes, somente a aeração do casco através do casqueamento já reduz sensivelmente a contaminação e consequentemente a severidade da doença.

A revisão bibliográfica, por si só, sem um olhar crítico e isolada da prática diária, pode ser um desserviço em algumas situações.
EDUARDO AMATO BERNHARD

PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL

EM 27/10/2009

Prezado Eduardo,

Acredito que na matéria da Dra. Cecília, houve um erro de digitação, onde a região norte aparece nas 2 linhas, sendo que para a região NE o esquema de vacinação é o 2º, 2 aplicações com intervalo de 30 dias antes da estação das chuvas e uma dose de reforço semestralmente, quando necessário. Temos representantes em PE, que poderão lhe indicar a loja que possui a vacina para comercialização.
MARCELO AGUSTINI

CURITIBA - PARANÁ - MÉDICO VETERINÁRIO

EM 27/10/2009

Prezados senhores,

criadores de ovinos do Reino Unido acreditam que o casqueamento é uma forma de prevenção contra footrot e o realizam frequentemente (Wassink & Green, 2001). Segundo Wassink (2003) não há evidências que suportem esta crença e Lewis & Stubbings (2003) sugerem que o casqueamento não possui papel preventivo contra footrot.

Quando um tratamento tópico é aplicado via pedilúvio, acredita-se que o casqueamento melhore a eficácia do tratamento (Skerman et al., 1983; Lambell et al.,1986; Bagley et al., 1987), mas se as ovelhas passam frequentemente por pedilúvios o casqueamento traz pouco ou nenhum benefício comparado ao pedilúvio sem casqueamento (Skerman et al., 1983; Bulgin et al., 1986;Malecki and Coffey,1987; Casey and Martin, 1988; Jelinek et al., 2001).

Segundo Abbott e Lewis (2005) o casqueamento não possui efeito preventivo contra footrot, ainda consideram esta prática uma perda de tempo em um programa de CONTROLE de footrot e que só deve ser feita em animais severamente afetatos.

O footrot pode resultar no aparecimento de cascos mal-formados ou com excesso de crescimento (Stewart, 1989), mas é importante reconhecer que o footrot é mais uma causa do que uma conseqüência destes problemas.
EDUARDO F LIMA

TIMBAÚBA - PERNAMBUCO - PRODUÇÃO DE OVINOS DE CORTE

EM 26/10/2009

Neste artigo Parte II o controle de "foot rot", o esquema de vacina não cita a Região Nordeste pôrque? Eu sei que a Região Nordeste tem lugares onde a média pluviométrica é pequena tornando-se mais difícel a contaminação mais aqui na minha Região ( Mata Norte do Estado de PE ) onde nós temos uma média pluviométrica de 1.600ml por ano, embora bem definidas no periodo de março a setembro, tenho vizinho meu que hoje tem problemas com "foot rot" principalmente na raça Dorper e mestiços do mesmo. Gostaria de saber o seguinte: A vacina existe representante aqui em PE? Qual o esquema que deve ser usado para vacinação aqui na minha Região?

Agradeço a atenção,

No aguardo,

Eduardo Ferreira Lima
CLEBER DE JESUS SANTOS

ILHÉUS - BAHIA - PESQUISA/ENSINO

EM 26/10/2009

gostei muito dos artigos gostaria de ver sobre caprinos de leite