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Para estancar a sangria

POR PAULO MARTINS

PRODUÇÃO

EM 17/10/2011

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Estamos perdendo uma propriedade leiteira a cada onze minutos no Brasil. Por ano, perdemos 46.100 propriedades leiteiras. Destruímos, em 365 dias, o equivalente à soma de todos os produtores da Argentina, Uruguai, Paraguai, Nova Zelândia e Austrália. É assustador, não?

Vez por outra são divulgados estudos que afirmam que as propriedades de leite brasileiras não se pagam. Quem primeiro relatou isso no Brasil foi o Dr. Moricochi, então pesquisador do Instituto de Economia Agrícola – IEA, quando estudou uma amostra de propriedades de São Paulo, em 1973. A partir daí, na impossibilidade de explicar por que a produção crescia mesmo com resultados econômicos desfavoráveis das propriedades, substituíram a metodologia de custos econômicos tradicional pela de Custo Operacional Efetivo – COE e Custo Operacional Total – COT.

Todavia, mesmo com esta metodologia, os levantamentos continuaram demonstrando que a receita de boa parte das propriedades não cobria o COT de uma fazenda típica. Eu também conclui isso, ao analisar 63 propriedades na minha dissertação de Mestrado, ainda nos anos oitenta. Mas, é claro que não é toda propriedade que não consegue cobrir os custos. Afinal, se fosse assim, não estaríamos aumentando continuamente a produção.

Uma coisa é certa: a metodologia de COE e COT ajuda muito pouco um produtor a tomar decisões estratégicas, pois não revela claramente se a propriedade é eficiente. Esta metodologia considera os eventos ocorridos ao longo de um ano e não foca o que aconteceu no último mês, que é o que mais conta. É como dirigir sua fazenda olhando para o retrovisor. Ademais nestas quase 4 décadas em que vem sendo utilizada, não contribuiu para que tivéssemos benchmarking na atividade, ou seja, não contribuiu para que pudéssemos eleger, sob a ótica econômica, que é o que realmente importa, quais são as melhores práticas de gestão e as tecnologias mais rentáveis. Esta metodologia não indica qual o caminho do sucesso.

Ocorre que precisamos conhecer o caminho do sucesso e divulgá-lo, para que todos possam segui-lo ao invés de deixar de produzir leite, como vem ocorrendo com pelo menos um produtor brasileiro a cada onze minutos. Precisamos jogar mais luzes nestas infindáveis, apaixonadas e pouco produtivas discussões sobre qual é a melhor raça e o melhor capim, que mais confundem que esclarecem e deixam inseguro o produtor. É fundamental conhecer o caminho do sucesso, também, para separar o joio do trigo, demonstrando que tecnologias geram valor para o produtor (sucesso) e que tecnologias destroem valor, fazendo-o mais pobre (insucesso). Mas, a metodologia de COE e COT, largamente utilizada, não cumpre este papel.

Em janeiro de 2005 o Dr. Jacques Gontijo, atual presidente da CCPR/Itambé, convidou para uma conversa o prof. Dr. Sebastião Teixeira Gomes, o Prof. Dr. Vidal Pedroso de Faria, eu e o Dr. Luiz Carlos Takao Yamaguchi, pesquisadores da Embrapa Gado de Leite. Ele nos colocou um desafio: encontrar indicadores que possibilitassem aferir se uma propriedade apresenta desempenho eficiente. Na época, eu relatei aqui esta reunião. Convido-o a rever este relato, clicando aqui.

Pois naquele dia o Dr. Jacques falou de uma metodologia que estava revolucionando mundialmente a tomada de decisões nas empresas industriais e do setor de serviços. Falou conosco sobre EBTIDA, EVA, ROI e outros conceitos, e como isso permitia saber se uma empresa apresentava um bom desempenho quase que imediato. Na prática, essa ferramenta permitia gerir a empresa em tempo real. Ele achava que era necessário levar esses conceitos para o setor leiteiro, que é uma atividade de elevado risco e baixa rentabilidade, e nos colocou esse desafio.

Todos nós que ali estávamos não dominávamos estes conceitos e a conversa evoluiu pouco naquele dia. Passados três anos, conheci o estudante Willians Xavier de Oliveira. Ele fazia mestrado em Administração na Fundação Getúlio Vargas conjugado com a prestigiada ISCTE-IUL, de Lisboa, Portugal. Ele aceitou o desafio de testar estes conceitos no setor lácteo, com o apoio das cooperativas Castrolanda e CCPR/Itambé. Fui seu orientador de mestrado, juntamente com uma renomada professora portuguesa. A tese foi defendida em Portugal e foi elogiadíssima pela banca, dado o ineditismo. Se você deseja conhecer seu conteúdo, clique aqui.

Na CCPR/Itambé, onde tudo começou, o resultado favorável obtido com a tese estimulou a decisão de levar essa ferramenta aos produtores, para que eles conheçam o desempenho de sua atividade com o mesmo critério e agilidade das grandes empresas mundiais como a Apple, Nike, Esso, Bradesco, Unilever, Vale e Petrobras. Desde o ano passado, com forte envolvimento intelectual do seu presidente, o Dr. Jacques Gontijo, que tem aportado sua experiência ao projeto, técnicos da Empresa trabalham com a Embrapa Gado de Leite e com o prof. de MBA da Fundação Getúlio Vargas, Willians Xavier, visando criar uma nova sistemática que viabilize a disseminação desta ferramenta.

E o rebento nasceu! Depois de treinamentos, experimentações, criação e implantação de novos procedimentos de coleta de dados, estamos entregando ao produtor relatórios sobre o que se passou no mês anterior em sua propriedade, pelo terceiro mês consecutivo. Veja o modelo de relatório que o produtor recebe no início de cada mês, ao final deste texto. Em apenas uma folha ele tem as principais informações que impactam a vida econômica da sua propriedade. Logo no início da primeira página o produtor encontra uma mensagem todo mês. A seguir, vem as informações sobre o caixa gerado na propriedade naquele mês, qual a margem do caixa em relação à receita e se o retorno que o capital empatado na propriedade foi acima ou abaixo do que a poupança. Fica sabendo também se o ativo está girando rápido ou lentamente e se houve destruição ou geração de valor naquele mês. Ele ainda é informado o quanto seria necessário produzir para pagar três contas:

a) apenas as despesas de produção,
b) estas despesas e a depreciação de ativos; e
c) todos os custos, o que inclui o capital empatado. Então, na primeira página é uma fotografia do desempenho econômico da propriedade naquele mês.

Na segunda página da folha estão indicadores de outra natureza, mas que são, em essência, os geradores dos indicadores de desempenho da propriedade naquele mês. Eles estão classificados em dois grupos: a) indicadores de eficiência técnica, e b) indicadores de qualidade. Veja que, ao lado do resultado obtido no mês para cada indicador há um parâmetro de referência, algo parecido com o que encontramos nos exames de sangue. Isso ajuda o produtor a entender como a propriedade está em relação àquele indicador, que não é benchmark, pois é um parâmetro mínimo de “saúde”.

Nos indicadores de eficiência técnica apresentamos uma novidade que é o item “perda com morte de animais”. Lembre-se que estamos em busca de indicadores que impactam a rentabilidade da empresa. Então, este indicador é diferente de taxa de mortalidade. Já nos indicadores de qualidade, resolvemos considerá-los de modo isolado, dada a importância que eles assumem na formação de preços pagos aos cooperados da Itambé. Perceba que chega a R$ 0,17, como limite. Ao final, o produtor recebe uma análise curta do desempenho da propriedade naquele mês.

Esta nova metodologia está em fase de testes, embora em rápida consolidação. Em mais alguns poucos meses esta nova ferramenta de gestão poderá ser disseminada. Até que isso ocorra, não é confiável cair na tentação de aproveitar dados coletados pelos métodos tradicionais e transformá-los em ROI e EVA, por exemplo. Fizemos isso e percebemos que os resultados ficam muito diferentes dos procedimentos novos, que desenvolvemos e iremos disponibilizar.

O que desejamos é que esta nova ferramenta seja propagada. Com isso haveria uma frenagem na perda de produtores do setor. Os produtores ganham quando tem disponíveis instrumentos de gestão. Ganham as empresas, pois passam a ter fornecedores com visão de negócio. Por outro lado, nós da Embrapa Gado de Leite, queremos propor benchmarking para a atividade e jogar luz nestas discussões polêmicas que, travestidas de discussões técnicas, têm mais fé que razão. Entendemos que avançar nesta linha de pesquisa poderá permitir que o Brasil caminhe para estudar a padronização de sistemas de produção, como já existe na soja, no milho, no café, no suíno, nas aves e como ocorre há muito tempo nos países tecnologicamente avançados na produção de leite. Enquanto isso não acontece, a cada onze minutos o IBGE contabiliza menos uma fazenda produtora de leite no Brasil.




PAULO MARTINS

Doutor em Economia Aplicada. Chefe Geral da Embrapa Gado de Leite e Professor da UFJF.

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PAULO FERNANDO ANDRADE CORREA DA SILVA

VALENÇA - RIO DE JANEIRO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 27/01/2012

Caro Dr. Paulo,

Reconheço o trabalho que o senhor ora apresenta, como de imenso valor para o progresso da pecuária de leite brasileira.

A APLISI, de Santa Isabel do RIo Preto , RJ, gostaria de poder, como a Itambé, monitorar o desempenho dos seus associados usando esta ferramenta, ajudando-os a "fugir do facão" eminente.

Parabéns pela, uma vez mais, brilhante contribuição ao produtor de leite brasileiro.

Abraço.

Paulo Fernando.
PAULO MARTINS

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 23/11/2011

Prezado Senhor Olímpio,

Desejamos disponibizá-lo no ínicio do próximo ano. Em dezembro vamos discutir como devemos agir para que todos possam ter acesso.
OLÍMPIO GOMES AGUIAR

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/11/2011

Prezado Sr. Paulo, esta ferramenta já está disponível? Como faço para ter acesso?
Obrigado.
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 26/10/2011

Prezado Paulo: Conheço a luta do Marcelo em prol da pecuária leiteira. Minha observação não foi uma crítica, mas, sim, uma estranhesa. Reconheço o valor do "site" e de seu Direitor, Macelo, que são, ambos, inigualáveis.
Um abraço,


GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
FAZENDA SESMARIA - OLARIA - MG
PAULO MARTINS

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 26/10/2011

O milkpoint abre espaço para a Embrapa e todas as instituições todos os dias. Portanto, homenageia a todos nós em todos os momentos. Reconhecendo esta condição e procurando usufruir da condição de visão privilegiada e de longo prazo que demonstra seu diretor presidente é que eu, quando Chefe Geral da Unidade, o convidei para participar do Conselho Assessor da nossa Unidade.
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 26/10/2011

Prezado Paulo: Com a máxima certeza.Só me impreciona que esta data, tão significativa, tenha transcorrido "in albis" no Milk Point, já que, quando se fala em pecuária leiteira, aqui e EMBRAPA são indispensáveis.
Um abraço,

GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
FAZENDA SESMARIA - OLARIA - MG
PAULO MARTINS

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 26/10/2011

Prezado Guilherme,

Sua mensagem lembrando o aniversário da Embrapa Gado de Leite é caro a todos nós.
Agradeço suas palavras elogiosas e de reconhecimento. Estou certo que você externaliza o pensamento de muitos produtores espalhados por este imenso Brasil.
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 26/10/2011

Prezado Paulo: Aproveito o seu "post" para externar, através de você, meu sentimento de enorme júbilo por esta data, que marca os 35 anos de atuação da EMBRAPA, uma das únicas instituições federais eficientes e que tem, ao longo destes anos, fomentado o desenvolvimento da pecuária de leite, com pesquisas sérias e corpo de pesquisadores de alto padrão, dos quais, você é o mais legítimo representante, ao lado do Arthur Chinellato, para ficar apenas ao nível dos expoentes, sob pena de ser injusto com tantos outros. Tenho a certeza que, sem o apoio de vocês, a pecuária nacional do leite não teria atingido ao grau de evolução em que se encontra e que nosso futuro somente será possível, se suas ações permanecerem no campo, tal como hoje acontece, deixando o ar condicionado dos gabinetes. Parabéns à instituição, à você e a todos os que brilham no hemisfério da pesquisa séria e de qualidade.
Um grande abraço,


GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
FAZENDA SESMARIA - OLARIA - MG
PAULO MARTINS

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 25/10/2011

Fabiano,

concordo com as suas palavras, sem tirar nem por uma única vírgula.
FABIANO BARBOZA

ARARAS - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 25/10/2011

Prezado Dr. Paulo,

Como muitos já fizeram, eu também gostaria de parabenizá-los por disponibilizar aos produtores brasileiros uma ferramenta tão importante e de fácil entendimento como essa. Com certeza será muito benéfica aos produtores, desde que seja bem utilizada. Podendo até reduzir o número de produtores desistentes e, melhor ainda, fazer com que os produtores "animados" continuem com o crescimento na produção, lucro e retorno sobre o capital investido.

Mas, sobre a redução no número de produtores, o senhor não acha que esse é um processo, talvez, natural e que continuará acontecendo? Acredito que isso é uma tendência, assim como aconteceu em diversos países.
Um grande número de produtores provavelmente continuarão abandonando a atividade, porém, do outro lado, os que ficarem e forem eficientes com certeza irão aumentar as suas produções.
Talvez isso possa até ser um dos motivos que muitas fazendas leiteiras "fecham as porteiras", várias não são lucrativas, mas a produção de leite nacional continua crescendo.

Não sei quanto tempo vai levar, mas acredito que muitos produtores continuarão desistindo e os que ficarem irão continuar aumentando.

Ferramentas como a que vocês irão disponibilizar, só pode ajudar o nosso Brasil a aumentar a produção e ser cada vez mais eficiente.

Mais uma vez, parabéns!

Um grande abraço,
Fabiano.
PAULO MARTINS

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 25/10/2011

Olá Luiz Carlos,

Penso que produtores estão sendo eliminados por não manterem, por diferentes motivos e em diferentes sistemas de produção, um nível de efidiência requerido. A ferramenta que estamos propondo não tem a força de mudar o quadro, a não ser o de detectar que algo na propriedade vai mal, antes que o fim chegue, se for o caso.
LUIZ CARLOS PINHEIRO MACHADO FILHO

FLORIANÓPOLIS - SANTA CATARINA - PESQUISA/ENSINO

EM 25/10/2011

Muito interessante a idéia. Mas penso que o problema da quebradeira dos produtores de leite é o resultado de dois fatores: sistema de produção altamente dependente de insumos industriais e economia capitalista. Não há um só país no mundo capitalista que não tenha um significativo percentual de produtores de leite quebrando, ou pelo menos deixando o negócio. Nos países que produzem à base de pasto (Austrália, Nova Zelândia, Brasil,..) o percentual é menor do que nos que produzem à base de grão (confinado) (EUA, Canadá, Alemanha,..).
Temos acompanhado agricultores que produzem leite a pasto (Pastoreio Racional Voisin) e que tem tido ótimo resultado econômico. Esse ano acima de R$ 5.000,00/ha/ano de receita líquida. Já outros no sistema semi-confinado obtém margens bem menores.

Luiz Carlos - UFSC
PAULO MARTINS

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 24/10/2011

Olá Rodrigo,

Bevemente esta metodologia estará disseminada para todos os técnicos que, como você, desejam repassar conhecimento de gestão para os produtores que você assiste.
RODRIGO TOLEDO BARBOSA

GUIRICEMA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 24/10/2011

Olá Dr. Paulo,

é com muito prazer que leio artigos como este, afinal não é fácil encontrar material que realmente foca no ponto em questão, muitos falam sobre custo de produção de leite, entender não é difícil, difícil para nós técnicos é transmitr de forma didádica ao produtor de leite, já trabalhei em um projeto interessante em que o custo é levado muito a sério, o projeto EDUCAMPO, onde o prof. Sebastião que esteve presente na reunião citada pelo sr. é um dos responsáveis pelo funcionamento do mesmo. Porém acredito eu que esta é uma metodologia um pouco diferente e mais disponível para o produtor, será de grande utilidade para aqueles que realmente quizerem um "raio-X" da propriedade e em cima disto tomar a decisão mais correta ou menos errada possível, porque as informações só auxiliam a decisão, ela não decide nem resolve nada sozinha, este seu material será de grande valia para tomarmos o rumo do melhor produtivo econômico, que é o que importa realmente.

Parabéns e gostaria de poder ter acesso ao programa assim que possível.

Att.
PAULO MARTINS

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 22/10/2011

Olá Suely,

Por favor, entre em contato pelo email paulo.martins@cnpgl.embrapa.br ou 32 3311 7522.
SUELY DE FATIMA MARQUES ROCHA

BARRA MANSA - RIO DE JANEIRO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 22/10/2011

Caro Dr. Paulo, parabéns pelo artigo publicado. Meu marido e eu temos propriedade no interior de Minas, perto de Juiz de Fora, e estamos muitissimos interessados no assunto abordado. Haveria possibilidade de conhecermos mais de perto o trabalho que estão realizando? Como agendar uma visita? Obrigada.
Meu e-mail: suelymrocha@gmail.com
PAULO MARTINS

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 21/10/2011

Caro Ronaldo,

Obrigado pelo estímulo. Realmente, há um grande desafio pela frente, que é propagar esta ferramenta sem que seja mal utilizada e caia em descrédito. Este é o desafio neste momento.
RONALDO CARVALHO SANTOS

CURITIBA - PARANÁ - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 21/10/2011

Meu caro Dr. Paulo,
Parabens pela adaptação da ferramenta utilìssima.
Demonstra o carinho com que seu talento é colocado a serviço do Setor Leiteiro.
Procure agora canais de multiplicação e difusão do trabalho, com vistas acessibilidade
ao produtor, pois és diferente dos academicos do asfalto.
Parabens também aos que lhe secundaram e apoiaram, como a Itambé.
Ronaldo Carvalho Santos
Médico Veternário
PAULO MARTINS

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 20/10/2011

Prezado Wagner,

Convido-o a visitar nossa Unidade aqui em JUiz de Fora e Cel. Pacheco, que fica muito próximo. Temos cursos e publicações disponíveis. Quanto a esta ferramenta, aguarde mais um pouco.
WAGNER OLIVEIRA SOUZA

SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA - RIO DE JANEIRO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/10/2011

Professor Paulo Martins,
Estive recentemente visitando algumas propriedades leiteiras em Pompéu, Bom Despacho e Campo Belo. Fiquei impressionado com o trabalho técnico que esta sendo realizado nessas regiões e principalmente pelo entusiasmo dos produtores com seus resultados. Estava pensando em desistir da atividade leiteira. Esta viagem meu deu um certo ânimo e vou tentar um pouco mais. Material que me ajude a tomar decisões serão muito bem vindos, caso seja possível. Parabens pelo brilhante trabalho e de toda a equipe.
Wagner Oliveira Souza
(wagneroliveirasouza@oi.com.br)
Santo Antônio de Pádua - RJ