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Flushing: como aumentar o índice de prolificidade no meu rebanho?

POR DÉBORAH ASSIS BARBOSA

PRODUÇÃO

EM 21/02/2007

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A nutrição afeta todos os eventos do ciclo reprodutivo, da gametogênese à puberdade, tanto no macho quanto na fêmea. A razão para tal dependência é assegurar que o ciclo reprodutivo esteja sincronizado com a oferta nutricional, garantindo o sucesso da lactação e crescimento do recém nascido, fases especialmente exigentes em energia. Daí o fato das cabras e ovelhas terem um mecanismo fisiológico que limita a reprodução aos meses do outono, tornando a época de nascimentos favorável à sobrevivência.

No entanto, isso nem sempre significa que essa época seja a mais favorável comercialmente para o produtor, e embora na natureza a sincronização entre as atividades reprodutivas e a sazonalidade nutricional seja um fator crítico e essencial para a sobrevivência, quando se trata de rebanho comercial essa relação representa mais um risco à eficiência produtiva.

Nos machos, o equilíbrio entre a nutrição e a reprodução se dá pelo ajuste da produção espermática com as condições nutricionais. Nesse caso, um erro no manejo nutricional ocasiona mais uma perda genética com a diminuição de seus descendentes, do que uma ameaça à vida do reprodutor e do cordeiro.

Já para as ovelhas, na quais o investimento energético na reprodução é bastante expressivo, uma falha nutricional é um problema sério e apresenta um risco tanto à vida da matriz quanto da cria. Por isso a resposta reprodutiva da fêmea à nutrição é mais complexa, e deve atender a duas questões - se poderá ou não se reproduzir, e caso haja condições de reproduzir-se, se há possibilidade de gerar um ou mais cordeiros. O que determinará a quantidade de cordeiros gerados é o número de oócitos disponíveis a serem fecundados e gerarem embriões, que por sua vez tornar-se-ão fetos. Ou seja, aumentando-se a taxa de ovulação aumenta-se a probabilidade de gestação múltipla.

Como conseguir aumentar o índice de prolificidade no meu rebanho?

A importância de partos gemelares em um sistema de produção de carne é incontestável, já que permite ao produtor otimizar a produção de suas matrizes e aumentar sua eficiência.

Vimos que por uma questão de sobrevivência, a taxa de ovulação nas ovelhas é muito sensível às condições nutricionais (além de depender com menor intensidade da idade, genótipo, estação de monta e condição corporal do animal).

Por isso o flushing - um incremento nutricional nas semanas que antecedem o início da época de cobertura - tem sido bastante utilizado. Para se obter os melhores resultados com o flushing, devemos ter uma noção do balanço energético do animal - quando a necessidade nutricional da ovelha é maior do que aquilo que ela está ingerindo, ela terá de usar seu estoque de energia (glicogênio, triglicérides e proteína) para suprir essa lacuna - dizemos que esse animal está em um balanço energético negativo.

Da mesma forma, quando o requerimento nutricional da ovelha é menor do que aquilo que ela está ingerindo, ela estará em um balanço energético positivo, e armazenará o excesso de nutrientes na forma de glicogênio e triglicérides e/ou gerará calor metabólico para "gastar" o excesso de energia ingerido.

O flushing terá melhores resultados nos animais que estão em balanço energético negativo, como veremos a seguir. Ele é usado desde a antiguidade na Inglaterra, por exemplo, onde as ovelhas após o desmame eram forçadas a uma restrição nutricional que fazia com que elas diminuíssem o peso corporal. Essa queda de peso (que representa o balanço energético negativo), fazia com que elas respondessem a uma mudança na alimentação no período de 4 a 5 semanas antes da cobertura, levando-as a ganhar peso (representando o balanço energético positivo) e aumentar os partos gemelares. Essa mudança na alimentação é o que conhecemos hoje como flushing.

Como fazer?

Essa prática deve começar 2 a 4 semanas antes da estação de monta, e continua de 2 a 3 semanas após o início da estação, durando de 4 a 7 semanas, e pode ser feita de várias formas:

1-Melhorar a nutrição através do fornecimento de ração: em geral, uma ração bem balanceada pode ser fornecida na medida de 200 a 250g/ovelha/dia. Lembrando sempre que o ideal é consultar um técnico que formule a ração e indique a quantidade a ser fornecida; essa quantidade é apenas um indicativo, e depende dos ingredientes da ração.
2-Melhorar a nutrição através do pasto: reservando-se um pasto de melhor qualidade para esse período que antecede a monta.
3-Aumentar o consumo das ovelhas através da tosquia: é sabido que a tosquia funciona como um "flushing natural", já que a ovelha aumentará o consumo alimentar.

Resultados esperados com o flushing

Para avaliarmos se o rebanho tem boas condições de responder ao flushing, iniciamos verificando o Escore de Condição Corporal (ECC) dos animais. O ECC é uma avaliação subjetiva, na qual o avaliador observa a cobertura de gordura sobre a coluna vertebral e as costelas (figura 1). O ECC varia de 1 a 5, no qual 5 é o animal extremamente gordo e 1 extremamente magro.


Figura 1. Avaliação da cobertura de gordura acima da coluna vertebral

A condição corporal que a ovelha deve estar para potencializar sua produtividade é nem tão baixa nem tão elevada. O produtor deve avaliar tanto o peso corporal quanto o ECC para tomada de decisões no manejo nutricional. Cada 0,5 unidade acrescida no escore corporal representa 6 a 7% do peso vivo da ovelha. Por exemplo uma ovelha com ECC 3 pesando 60 kg deve pesar entre 67 e 68,5 kg quando na condição corporal 4.


Figura 2. Mudanças esperadas na condição corporal de ovelhas em um ciclo de produção

Portanto vemos, na Figura 2, que o ideal é que as ovelhas estejam indo de uma condição 2 para 3 na pré estação de monta.

Sob essas condições esperamos um acréscimo de 10 a 20% na prolificidade. Usa-se como regra geral que cada ganho de 4,5 kg no peso corporal leva a um acréscimo de 5 a 6% na prolificidade.

É importante lembrar que o flushing só é economicamente viável quando considerados todos esses fatores, ou seja, suplementar um lote de ovelhas que não está em balanço energético negativo (estão com uma condição corporal de 4 para cima) não trará os resultados esperados na prolificidade, e só representará um gasto a mais com essa suplementação.

Além da condição corporal no início do flushing, os resultados podem ter influência da raça, ingredientes utilizados na dieta e tempo de suplementação, entre outros fatores.

Raças de baixa prolificidade reagem bem a este manejo, já as mais prolíferas tendem a reagir de maneira menos intensa ao flushing. Nas raças mais prolíferas, o fator "condição corporal no início" tem ainda mais influência.

Em relação ao efeito dos ingredientes, grande parte dos trabalhos científicos apontam para a energia como principal nutriente influenciando a taxa de ovulação, embora alguns trabalhos também afirmam que dietas com elevação nos níveis de proteína e com proteína by-pass também aumentam essa taxa.

Para ilustrar esse quadro, temos um trabalho em que foi avaliada a ovulação em animais submetidos tanto a um alto quanto a um baixo nível energético - 68% das ovelhas suplementadas com alto nível energético apresentaram ovulações múltiplas, enquanto esse índice foi de 26% entre as ovelhas com baixo nível energético.

Além de aumentar a prolificidade, essa prática também leva ao aparecimento do cio mais rapidamente, otimizando ainda mais o efeito macho e concentrando os partos no início da estação de nascimentos. Ou seja, o flushing é mais uma ferramenta que o produtor dispõe na tentativa de aumentar sua rentabilidade da porteira para dentro - desde que bem utilizada, e o ideal é que seja acompanhada por um técnico!

Bibliografia Consultada

SCARAMUZZI, R. J.;et al. A review of the effects of supplementary nutrition in the ewe on the concentrations of reproductive and metabolic hormones and the mechanisms that regulate folliculogenesis and ovulation rate. Reprod. Nutr. Dev. 2006, v. 46 p. 339-354

PEREZ, J. R. O; GERASEEV, L.C.; QUINTÃO, F.A. Manejo Alimentar de Ovelhas - Boletim de Extensão da Editora UFLA.

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CRISTYAN ROBERTO KOPEAKI

JARAGUÁ DO SUL - SANTA CATARINA - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 26/05/2015

Bom dia Dr., quero saber quando e como faço a desmama e logo após o flushing para as ovelhas para ter 3 partos em 2 anos, porém tenho problemas com minhas ovelhas da raça texel  que são muito leiteiras e dependendo do desmame tenho muito mastite, se usar o flushing muito cedo não vai aumentar a produção e consequentemente a mastite?  
DÉBORAH ASSIS BARBOSA

SÃO PAULO - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 05/08/2014

Bom dia Roberto!

Geralmente ocorre a troca de carneiros bem  antes do termino de sua "vida útil", para evitar a consanguinidade no rebanho. O ideal seria realizar o exame andrológico antes da estação de monta, para verificar se o carneiro, independente da idade, esta apto à reprodução. Lembrando que em raças mais estacionais como Hampshire Down, os machos também sofrem influência da época do ano.
ROBERTO RAFAEL KUHL

TAIO - SANTA CATARINA - PRODUÇÃO DE OVINOS DE CORTE

EM 04/07/2014

Prezada Débora.

Tenho um carneiro PO muito saudável da raça Hampshire Down, fará 3 anos agora em agosto. Se mostrou muito ativo, pois cobriu todas as ovelhas do meu rebanho, vindo a gerar bons filhotes (grandes e saudáveis).

Você saberia me responder qual é o tempo útil de um carneiro para reprodutor da criação?

Desde já agradeço a sua colaboração.

CARLOS ALDERETE

CUIDAD DEL ESTE - ALTO PARANA - PRODUÇÃO DE OVINOS DE CORTE

EM 04/04/2014

carlos.alderete@gmail.com
JAIME DE OLIVEIRA FILHO

ITAPETININGA - SÃO PAULO - OVINOS/CAPRINOS

EM 04/04/2014

Carlos  Alderete

Mande seu email eu lhe envio.

CARLOS ALDERETE

CUIDAD DEL ESTE - ALTO PARANA - PRODUÇÃO DE OVINOS DE CORTE

EM 03/04/2014

Ovelhas seca se borregas.. Na verdade eu yo começando na ovinocultura e quería aprender a fazer a raçao pra todas as categorías
JAIME DE OLIVEIRA FILHO

ITAPETININGA - SÃO PAULO - OVINOS/CAPRINOS

EM 01/04/2014

Caro Carlos Alderete

      Toda ração deve ser balanceada para suprir a necessidade do animal,mas as formulações variam diante da categoria animal,como cordeiro,borregas,ovelhas secas ,ovelhas em lactação e reprodutores. Qual categoria vc quer fazer uma ração balanceada,qualquer coisa eu te formulo.
CARLOS ALDERETE

CUIDAD DEL ESTE - ALTO PARANA - PRODUÇÃO DE OVINOS DE CORTE

EM 27/03/2014

como eu formulo uma  ração balanceada?? alguem poderia me ajudar??
DÉBORAH ASSIS BARBOSA

SÃO PAULO - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 30/07/2008

Prezado Jaime de Oliveira Filho,

Muito boa pergunta!
Como durante a lactação as ovelhas geralmente vêm em um processo de queda de score corporal, acredito que logo após a secagem podemos fazer o flushing nesse período de descanso (geralmente 1 mês de intervalo entre o desmame e o início da monta) com bons resultados.
Isso desde que a ovelha não tenha sido superalimentada durante a lactação!

Um grande abraço,
JAIME DE OLIVEIRA FILHO

ITAPETININGA - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/07/2008

O flushing é uma ótima alternativa para aumentarmos o número de partos gemelares,.
Gostaria de saber se após a desmama as ovelhas param de serem suplementadas para que haja a secagem do leite, quantos dias depois da secagem eu poderia fazer um flushing nesta ovelhas para cobri-lás, ou a suplementação na lactação poderia funcionar como flushing.
Um abração Déborah.
DÉBORAH ASSIS BARBOSA

SÃO PAULO - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 21/05/2008

Prezado CRISTIANO HAETINGER HUBNER,
Realmente o flushing é usado para melhorar a prolificidade do rebanho, visando otimizar a vida reprodutiva da ovelha para diluir seu custo fixo. Contudo quando pensamos nesse nível de tecnologia esperamos também uma nutrição adequada do rebanho, principalmente pré e pós parto para que o resultado positivo do flushing (partos duplos) não seja em vão - ou seja - não adianta nascer mais cordeiros se não terão manejo sanitário e alimentar correto.
Quanto às borregas, a técnica não se aplica, simplesmente pelo fato delas estarem ganhando peso naturalmente (crescimento), e o flushing tem melhores resultados em animais que estão em balanço energético negativo.
Já a relação custo x benefício de se ter mais partos duplos e consequentemente uma necessidade de suplementação das mães, deve ser analisada de acordo com os custos de produção específicos de cada propriedade e região do país.
Um grande abraço!
CRISTIANO HAETINGER HUBNER

SANTA MARIA - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO

EM 17/04/2008

Inegável a importância do flushing como ferramenta para melhorar o desempenho reprodutivo das ovelhas. Contudo, é importante salientar que o flushing, desde que corretamente empregado (promovendo o ganho de peso vivo durante a estação de monta) NÃO aumenta a FERTILIDADE, apenas a probabilidade de ovulações múltiplas.

A fertilidade depende de diversos fatores como capacidade de serviço e poder fecundante dos carneiros, relação macho/fêmea, hiper acidez vaginal, estado sanitário dos animais, etc, ou seja, se os óvulos serão fecundados ou não é outra história.

Outro aspecto que considero relevante é quanto à utilização desta técnica em animais jovens (cordeiras/borregas de 7 a 12 meses de idade). Não é recomendado a realização do flushing para esta categoria pelo fato de que são animais que não atingiram a maturidade fisiológica, e é sabido que borregas de 1ª cria dão a luz à cordeiros mais leves comparados com as crias de ovelhas, bem como produzem leite em menor quantidade.

Logo, um parto duplo resultaria em cordeiros com peso ao nascer desfavorável, leite em quantidade insuficiente para dois ou mais cordeiros e, mais importante, a capacidade futura da matriz ficará comprometida, uma vez que a recria desta borrega não ocorrerá de modo satisfatório e normal.

Finalmente, deve-se considerar a reserva de alimento disponível quando se pensa em alta prolificidade, uma vez que ovelhas que amamentam dois ou mais cordeiros precisam ser muito bem nutridas, do contrário será complicado produzir cordeiros, que dependem exclusivamente do leite das ovelhas até os 30 de vida.
EDGENALVO AZEVEDO FEITOSA

GARANHUNS - PERNAMBUCO

EM 25/08/2007

Dra. Debora parabens, excelente artigo espero que continue nós prestigiando sempre com materias deste tipo.
Obrigado.
ALEXANDRE VIEDO RODRIGUES

SÃO BENTO DO SUL - SANTA CATARINA

EM 16/04/2007

Realmente, o flushing é a melhor alternativa para aumentarmos o rebanho, favorecendo a cobertura de uma maior número de fêmeas e polpando os machos, pois diminuimos o número de cobertura das fêmeas. Procuro sempre realizar e orientar sobre um bom manejo alimentar 15 a 20 dias antes da cobertura, bem como, aproximação das fêmeas com os carneiros ou rufiões, deixando que tenham contato nas cercas e estábulos; isto auxilia numa rápida estimulação hormonal.
Dr. Alexandre V. Rodrigues
Médico veterinário
ALUISIO DE ALENCASTRO FILHO

GOIÂNIA - GOIÁS - PESQUISA/ENSINO

EM 08/04/2007

O flushing é uma alternativa exelente para melhorar o índice de prolificidade do rebanho desde que tenha uma correta alimentação das ovelhas, para que esse metodo possa contribuir com a melhoria do rebanho, quando não se tem uma boa alimentaçao não adianta fazer essa tecnica. Essa técnica ainda é pouco utilizada pelos criadores de ovinos.
DÉBORAH ASSIS BARBOSA

SÃO PAULO - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 01/03/2007

Fernando,
Realmente a conversão alimentar, sobretudo do animal jovem, é muito boa, variando entre 3-4 kg MS/Kg vivo. Ou seja, para depositar 1 kg de peso vivo o cordeiro ingere de 3 a 4 kg de MS. Em um bovino adulto, por exemplo, essa relação chega a 7-8 kg MS/ Kg vivo.

Por isso, como temos visto em alguns artigos, o cordeiro é uma categoria que, em grande parte dos casos, vale a pena suplementar-se! Já em relação à indução de cio através do flushing, devemos lembrar que o objetivo dessa técnica é aumentar a taxa de ovulação e conseqüentemente a prolificidade.

Infelizmente a maneira mais eficaz de se induzir cio na contra estação reprodutiva ainda é através de hormônios, que também é a de maior custo. Mas em raças pouco ou nada estacionais como a Santa Inês, o manejo alimentar correto com certeza favorece uma monta na contra estação reprodutiva.

Déborah Assis Barbosa
Médica Veterinária
FERNANDO BECCON NERVA

PELOTAS - RIO GRANDE DO SUL - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS

EM 23/02/2007

Débora, parabéns pelo excelente apanhado que fizesse sobre essa ferramenta de manejo que é pouco utilizada em explorações comerciais. Lembro que os ovinos tem uma conversão alimentar muito boa, melhorando a relação de custo-benefício. Se possível poderias comentar sobre este fator de conversão, e se, o flushing, associado ou não á protocolos de sincronização, podem induzir o cio em outras épocas do ano. Saudações do colega, e te agradeço à oportunidade de ter nos propiciado tão valioso artigo.