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Conceito SFOS De Heus para melhorar eficiência alimentar das vacas leiteiras e aumentar o lucro do produtor

postado em 26/07/2016

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Esta seção é reservada aos nossos anunciantes.
As informações veiculadas nesta seção são de caráter comercial e não necessariamente representam o pensamento do conselho editorial do site.

 

Os custos de produção relativos à nutrição de bovinos leiteiros representam 40 a 60% do custo total para produção do leite. Entretanto, com as altas dos alimentos concentrados, principalmente do milho e a volatilidade dos preços do leite pagos ao produtor, esse valor pode representar até 70% do custo total.

Apesar do atual cenário indicar forte alta nos preços do leite para os próximos meses, os preços médios do milho estiveram cerca de 85% acima dos verificados para o mesmo período do ano passado (CEPEA/Abril 2016). Isso significa que em 2016 otimizar os custos com alimentação e maximizar a RMCA (Receita Menos o Custo Alimentar) torna-se indispensável para o sucesso da atividade.

É preciso aproveitar este momento de alta dos preços do leite pago ao produtor para produzir mais e de maneira mais eficiente.

A De Heus desenvolveu o conceito SynchroFOS® de nutrição de vacas leiteiras. SynchroFOS ou SFOS vem do inglês “Synchronized Fermentable Organic Substance” que representa a sincronização da fermentação das frações orgânicas no rúmen. O conceito foi desenvolvido na Holanda há mais de 15 anos e incorporado ao programa de formulação de dietas da De Heus, o FeedExpert®, utilizado em todos os países do mundo onde a De Heus atua. O SFOS foi desenvolvido com o intuito de maximizar a fermentação ruminal das frações proteica e de carboidratos potencialmente degradáveis no rúmen.

É sabido que mais de 75% da digestão dos alimentos ingeridos pelos bovinos é realizada pela microbiota ruminal e, portanto, a nutrição de bovinos é, na verdade, a nutrição dos microrganismos ruminais. Para entender como SFOS funciona, é preciso, primeiro conhecer a taxa de degradação (Kd) e taxa de passagem (Kp) das frações proteica e de carboidratos dos alimentos no rúmen. Em segundo lugar, é preciso levar em consideração a interação que existe entre Kp e Kd, uma vez que irá determinar a quantidade de matéria orgânica disponível para ser fermentada no rúmen. Essas frações são conhecidas como FCP (Proteína Bruta Fermentável = proteína verdadeira e NNP em g/Kg) e FCH (Carboidratos = FDN, açúcares, amido em g/Kg). De acordo com a velocidade de degradação, as frações proteicas são divididas em FCP1 (frações degradadas no rúmen em até 2 h), FCP2 (frações degradadas entre 2 e 10 h) e FCP3 (frações degradadas em mais de 10 h), a mesma classificação se aplica para as frações de carboidratos FCH1, FCH2 e FCH3. É importante ter em mente que cada componente da dieta tem seu próprio SFOS, ou seja, a soma das seis frações de degradação (FCP1+FCP2+FCP3+FCH1+FCH2+FCH3).

A ideia do sistema é sincronizar as frações proteicas rápidas (FCP1 e FCP2) com frações de carboidratos rápidas (FCH1 e FCH2) dos alimentos de modo a maximizar o crescimento microbiano (proteína microbiana) e a eficiência de uso do nitrogênio pela microbiota ruminal. Apesar de haver sincronismo entre frações de degradação lenta de proteínas (FCP3) e de carboidratos (FCH3), esta não leva à produção ótima de proteína microbiana, conforme mostra a Figura 1.

Figura 1.
Características de digestão (rápida e lenta) de alimentos proteicos e energéticos e sua associação sobre a produção de proteína microbiana (g/d).


 
Fonte: Sauvant & Van Milgen, 1995, INRA.
SC: carboidrato de degradação lenta: Milho; SP: proteína de degradação lenta: glúten de milho 60; FC: carboidrato de degradação rápida: Trigo; FP: proteína de degradação rápida: Ureia.

Na prática, é possível avaliar o “sincronismo” das dietas formuladas por meio da medição do nitrogênio ureico no leite (NUL) e da consistência das fezes. As tabelas 1 e 2 demonstram como essas avaliações podem ser realizadas.

Tabela 1. Avalição da ureia ou do nitrogênio ureico no leite (NUL). Os valores contidos na tabela estão para concentração de ureia no leite, como a ureia apresenta, aproximadamente, 46% de N, os resultados de NUL devem ser divididos por 46%. Ex: NUL = 10 mg/dl, concentração de ureia no leite: 10/0,46 = 21,7 mg/dl.



Tabela 2. Consistência das fezes (firm manure = esterco firme, loose manure = esterco líquido/pastoso), de acordo com o grau de digestão do material ingerido (well digested = bem digerido, bad digested = mal digerido).


A linha de rações De Heus foi desenhada sob o conceito SFOS de modo a atender os requerimentos de vacas manejadas em qualquer tipo de sistema. Para cada tipo de forrageira (silagem de milho, cana-de açúcar e gramíneas) e demais alimentos disponíveis existe um grupo de rações e produtos específicos que melhor atende às necessidades nutricionais dos animais.

Para conhecer mais sobre o conceito SFOS De Heus e nossa linha de produtos entre em contato pelo box abaixo:


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