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Efeitos da restrição nutricional durante a gestação de ovelhas sobre os índices produtivos do rebanho - Parte III de III

postado em 28/01/2015

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Autoras do artigo:

Mylena Taborda Piquera Peres - Zootecnista formada pela Universidade Federal do Paraná.
Juliana Varchaki Portes - Zootecnista formada pela Universidade Federal do Paraná, Mestranda do Programa de Pós-graduação em Zootecnia da Universidade Federal do Paraná.

Fechando nossa série de artigos, abordaremos os índices zootécnicos que afetam a produtividade do rebanho ovino, focando nas consequências do desempenho dos cordeiros devido à influência da dieta das ovelhas durante toda a gestação.

Mortalidade e peso ao nascer

Uma das principais causas de perdas econômicas para a ovinocultura é a mortalidade de cordeiros. O peso ao nascer influencia na viabilidade das crias, sendo interessante o nascimento de cordeiros com pesos acima de 3 kg. Cordeiros muito grandes, com peso corporal acima dos 7 kg, são também passíveis de atenção, pois podem trazer problemas no momento do nascimento, como distocia.

Mortes que ocorrem nos últimos 60 dias de gestação e nos 28 dias após o parto são causadas por infecções que levam ao aborto, distocias, infecções neonatais, más-formações, predação e complexo inanição-hipotermia (Riet-Correa & Méndez, 2007). Este complexo, também chamado de complexo inanição-hipotermia-hipoglicemia-exposição (Radostits et al., 2000), é uma das principais causas de mortalidade perinatal e consiste na falta de reserva energética por parte do cordeiro, para manter sua temperatura corporal pós-parto. A inanição, ou seja, a falta do consumo de alimento agrava a condição do cordeiro, impedindo-o de chegar ao úbere e se alimentar (Azzarini & Ponzoni, 1971).

No Brasil, a mortalidade de cordeiros chega a 40% (Ribeiro et al., 2011), sendo cerca de 70% das mortes de fundo nutricional e não infeccioso, visto que os agentes infecciosos são oportunistas e debilitam animais que já estão enfraquecidos (Rook et al., 1990). No Rio Grande do Sul, de 15 a 40% dos cordeiros não conseguem sobreviver, sendo o complexo inanição-hipotermia responsável por 78% dos casos de óbito. A média do peso ao nascer neste estado foi de 3,5 kg, de acordo com Ribeiro et al. (2002), considerado um peso de risco (abaixo dos 4 kg, tido como ideal para diminuir a taxa de mortalidade). Um cordeiro fraco não alimentado pela sua mãe ou com alimentação artificial precária apresenta uma expectativa de vida que varia de 16 horas a 5 dias.

O abandono, as condições do úbere e produção leiteira da mãe também influenciam nas taxas de sobrevivência de sua prole. Mellor & Murray (1985) reforçam que a nutrição adequada da fêmea prenhe no terço final de gestação é essencial para maximizar a produção de colostro e a concentração de imunoglobulinas. Os autores citam que dietas pobres em energia e proteína no final da gestação acarretam queda na produção de colostro nas 18 horas pós-parto, período mais crítico para a sobrevivência do cordeiro. Fêmeas suplementadas 10 dias antes do parto apresentam 30% a mais de colostro produzido e melhores concentrações de lactose, proteína e gordura no leite. Ovelhas nutridas adequadamente no terço final da gestação, período em que o cordeiro ganha 85% do seu peso ao nascimento (Brand & Frank, 2000), são mães de cordeiros mais pesados e com maiores chances de sobrevivência, já que suas reservas energéticas fornecerão boas condições para enfrentar o frio e conseguir mamar.

A suplementação da ovelha gestante no pré-parto otimiza o suporte nutricional da fêmea, aumentando assim o peso e a condição corporal ao parto (Rosa et al., 2007) e essas mudanças interferem no vigor dos cordeiros no nascimento e na sobrevivência destes. Além disso, a suplementação antes do parto com grãos incrementa a produção de colostro de ovelhas de gestação simples e gemelar. Uma quantidade baixa de concentrado pode duplicar a produção de leite, sem aumentar o risco de distocias nem alterar o tamanho do cordeiro ao nascer (Banchero, 2007).

Como visto anteriormente, o peso ao nascimento do cordeiro está fortemente ligado às taxas de mortalidade e crescimento e correlaciona-se com pesos posteriores do animal (Silva Sobrinho, 2001), aos 30, 120 e 210 dias de vida, independente da genética da raça (Quesada et al., 2002). Ao se restringir energia e proteína, o metabolismo do cordeiro sofre diminuição na capacidade de utilizar energia para depositar tecidos nas primeiras semanas de vida e isso reflete no peso ao nascer e em outros índices, e conforme afirmam Greenwood et al. (1998), essa limitação retarda o crescimento pós-nascimento.

Rosa et al. (2007), estudando ovelhas Ile de France suplementadas, observaram que as fêmeas que apresentaram maiores pesos corporais e melhores escores de condição corporal ao parto, pariram cordeiros mais pesados, mantiveram o peso durante a lactação e desmamaram cordeiros maiores, o que justifica a suplementação de ovelhas a pasto no período em que suas exigências são maiores, como nos 30 dias que antecedem o parto. Cal-Pereyra et al. (2011) também avaliaram ovelhas da raça Corriedale suplementadas ou não em pasto de Cynodon dactylon, observando que nenhuma fêmea apresentou perda de peso, porém o peso dos cordeiros nascidos de mães que tiveram acesso à ração foi superior. Estes cordeiros também apresentaram níveis mais elevados de glicose no sangue e carboidratos acumulados no fígado e nos músculos em forma de glicogênio, que é uma fonte energética de utilização rápida durante as primeiras horas de vida.

Outra forma de reserva de energia dos cordeiros é a gordura marrom perirrenal, cuja função é auxiliar o recém-nascido a adaptar sua temperatura corporal à ambiental, evitando assim a hipotermia. Symonds & Clarke (1998) demonstraram que cordeiros mais leves possuem menos tecido adiposo marrom, o que diminui as chances destes de sobreviverem a climas frios nas primeiras 72 horas de vida. O depósito de tecido adiposo do cordeiro tem sua formação entre os dias 70 e 90 de gestação, com deposição de gordura abdominal e subcutânea, respectivamente (Cañeque et al., 1989).

Ganho de peso dos cordeiros no pós-parto

Koritiaki et al. (2012) avaliaram três diferentes níveis de energia na alimentação de 40 ovelhas no terço final da gestação (2,0; 2,2 e 2,4 Mcal/kg de MS) e o desempenho de 45 cordeiros Santa Inês do nascimento ao desmame aos 70 dias. Os filhos de ovelhas que receberam alimentação com maior energia obtiveram melhores valores de pesos ao nascimento, aos 70 dias e maior ganho de peso diário. Além dos pesos, a dieta das mães influenciou no tamanho do tórax e no comprimento do pescoço até a inserção da cauda das crias. Este resultado também foi encontrado por Castro (2009), que comprovou que o desenvolvimento após o nascimento dos cordeiros filhos de ovelhas que sofreram restrição alimentar na gestação pode ficar comprometido.

A suplementação nos períodos entre os últimos 60 e 30 dias de gestação influencia no peso ao nascer e no peso ao desmame, influenciando também a condição do cordeiro ao nascer. O ato de suplementar a fêmea durante os 60 dias pré-parto leva as ovelhas a apresentarem melhor condição corporal e maior produção de leite, o que também acarreta um maior ganho de peso às crias (Parra et al., 2012).

Taxa de desmame

Esta taxa, ao avaliar a sobrevivência de cordeiros até o desmame, indiretamente também avalia a habilidade materna da ovelha (Souza, 1992) e sua produção de leite, que influencia diretamente na sobrevivência de cordeiros. O tipo de parto também influencia na porcentagem de cordeiros desmamados, como foi observado por Costa (1990), que obteve taxas de desmame de 83,7% em partos simples, 74,3% em partos duplos e 27,8% em partos triplos com animais Morada Nova. Estudos da EMBRAPA (1989) mencionam que a taxa ideal de desmame para ovinos é de 90%, embora diversos estudos mostrem que essa taxa no país está abaixo do ideal.

Ao estudar 53 ovelhas das raças Hampshire Down e Ile de France, com ou sem suplementação com ração de milho triturado e farelo de soja no terço final de gestação e mantidas em pastagem de Cynodon dactylon, Moura Filho et al. (2005) observaram que cordeiros filhos de mães que receberam ração durante toda a gestação apresentaram menor mortalidade e maior taxa de desmame.

Peso ao desmame

Moura Filho et al. (2005) ainda observaram que, apesar do menor peso ao nascer dos filhos de mães suplementadas, os cordeiros apresentaram maiores pesos tanto aos 28 dias quanto na época de desmame (Tabela 2).

Tabela 1. Número de cordeiros nascidos e desmamados, de acordo com suplementação (ração de milho triturado e farelo de soja) e tipo de parto de ovelhas Hampshire Down e Ile de France. Adaptado de Moura Filho et al. (2005)



Ao avaliar 68 cordeiros machos, Geraseev et al. (2006a) notaram que a restrição nutricional imposta às mães comprometeu o crescimento das crias após o nascimento e, mesmo com aleitamento e alimentação à vontade, os cordeiros cujas mães tiveram dietas mais pobres durante a gestação não tiveram a mesma taxa de crescimento que os outros animais. Ou seja, animais que sofreram restrição alimentar pré-natal apresentaram menores pesos do que animais submetidos a restrição pós-natal, o que reforça a importância de cuidados antes mesmo do cordeiro nascer. Crias que não sofreram nenhum tipo de limitação nutricional apresentaram maior peso ao desmame (grupo controle), como mostra a Tabela 3.

Tabela 2. Pesos médios dos cordeiros lactantes aos 15 dias e ao desmame, de acordo com a restrição alimentar. CV: coeficiente de variação. Médias seguidas da mesma letra na linha não diferem (P<0,05) pelo teste Scott-Knott. Adaptado de Geraseev et al. (2006a).



Peso ao abate e rendimento de carcaça

A nutrição materna influencia na hipertrofia das fibras musculares primárias do feto, que sustentarão o crescimento das fibras musculares secundárias (Gastaldi, 2001). Logo, a nutrição inadequada das fêmeas prenhes proporciona o desenvolvimento de um número menor de fibras, levando a menor desenvolvimento muscular, já que, após o nascimento, as células apenas sofrem hipertrofia (aumento no tamanho) e não hiperplasia (aumento no número de fibras).

Por outro lado, Beermann et al. (1983) concluíram que, mais importante que o número de fibras musculares, o rendimento de carcaça é influenciado pelo número de mionúcleos, ou seja, a quantidade de DNA presente no músculo. Cordeiros que apresentaram menor desenvolvimento fetal, decorrente da alimentação precária das mães, possuem o mesmo número de fibras musculares, porém com menos núcleos por fibra. Logo, estes animais conseguem alcançar o mesmo rendimento de carcaça de cordeiros filhos de mães bem nutridas após passarem por um período de compensação, para atingir o tamanho de músculo maduro e apresentar crescimento muscular normal (Norton & Walker, 1970).

Geraseev et al. (2006b) notaram que cordeiros cujas mães foram bem alimentadas atingiram o peso para abate mais rapidamente, já cordeiros que sofreram restrição pré-natal apresentaram menor ganho de peso, maior idade ao abate e maior consumo total de ração. Assim, conclui-se que o manejo em fase tardia (após o cordeiro nascer) não compensa a restrição imposta ao feto.

Muñoz et al. (2009), ao avaliarem cordeiros Border Leicester x Scottish Blackface, demonstraram que ao passar por restrição energética no início da gestação, cordeiros machos apresentaram pior conformação de carcaça e grande quantidade de gordura subcutânea. O resultado enfatiza a importância de um planejamento nutricional nas primeiras fases da gestação, pois as mudanças pelas quais passam as ovelhas buscando compensar a falta de nutrientes alteram o desempenho produtivo de cordeiros destinados ao abate.

Mais importante do que a restrição alimentar da mãe é a duração desta, pois o desenvolvimento muscular pré-natal concentra-se tanto no início quanto no meio da gestação ovina (Widdowson, 1973).

Considerações finais

A partir dos resultados apresentados, pode-se concluir que a nutrição adequada é o principal fator modulador da eficiência reprodutiva nos ovinos, pois uma baixa condição de escore corporal acarreta um medíocre desempenho. A eficiência reprodutiva da ovelha é resultado da fertilidade, prolificidade, sobrevivência e crescimento dos cordeiros, que são fortemente influenciados pela nutrição. A melhoria de índices reprodutivos correlaciona-se com a disponibilidade de nutrientes da dieta e este fato torna essencial o conhecimento dos efeitos da nutrição sobre a produtividade do rebanho.

Confira a parte I do artigo clicando aqui.

Confira a parte II do artigo clicando aqui.

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