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PB: Senadores analisam renegociação de dívidas rurais

postado em 16/03/2012

 

O Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (FAEPA), Mário Borba, participou essa semana (13/03), em Brasília, da audiência com os Senadores da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). O encontro teve como objetivo principal discutir o endividamento rural e a situação dos agricultores do semiárido nordestino.

Após análise das propostas encaminhadas pela Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), os senadores optaram pela proposição da renegociação das dívidas dos agricultores com o banco do Nordeste, ao Governo Federal.

De acordo com o Banco do Nordeste, existem hoje cerca de R$ 21 bilhões aplicados em crédito rural, sendo R$ 14 bilhões destinados a mini e pequenos agricultores. Na Paraíba, estado com cerca de 80% destes financiamentos, estão também 3,6 mil ações de execução em andamento.

Além da proposta de suspensão das execuções das dívidas, os senadores irão analisar as outras 22 propostas da cartilha da ALPB apresentada durante a audiência pelo deputado estadual Francisco de Assis Quintans (PSDB).

Bancada Parlamentar do Nordeste

O dirigente da FAEPA também participou, no dia 14/03, do café da manhã e reunião da Bancada do Nordeste. O encontro, que reuniu representantes do Banco do Nordeste (BNB), Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (MAPA), Banco do Brasil, Ministério da Fazenda, entre outros, teve como tema principal a renegociação da dívida dos agricultores e a fruticultura do nordeste.

Representando as federações da agricultura do Nordeste e a CNA, Mário Borba fez um apelo aos parlamentares, solicitando uma solução definitiva para a crise que se arrasta e prejudica os produtores do nordeste há 20 anos. "Esta crise já não é mais econômica, hoje é também social. Já são 20 medidas provisórias e 15 projetos de lei que nada resolveram. A maior parte do nordeste brasileiro é formada pelo semiárido e precisa ser tratada conforme suas especificidades. Temos a região semiárida mais populosa do mundo, com 36 milhões de habitantes, e não existe sequer uma política de crédito diferenciada para o semiárido", afirmou Borba.

Assessoria de Comunicação Social FAEPA/SENAR-PB, adaptada pela Equipe MilkPoint.


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Comentários:

paulo roberto freire prado

Palmares - Pernambuco - Produção de leite (de vaca)
postado em 19/03/2012

o nordestino e antes de tudo um forte,cabe as autoridades deste pais da area economica junto com a bancada ruralista e as instituiçoes financeiras tomarem uma definiçao justa e consciente sem gastar nossa coragem.So sabe o que semiarido quem mora la ou que por la passou.LUIS GONZAGA em 1950 cantou uma musica no plenario da camara no RJ e disse ai DR. dos VINTE ESTADOS,TEMOS OITO SEM CHOVER.O presidente do plenario disse que aquela musica valia mais que mil discursos. Já se passaram 61 anos, o BRASIL tem 25 estados se nao me falha a memoria,a era da internet chegou e nada mudou. SO PORQUE SOMOS NORDESTINOS!

Antonio oliveira chaves

Itinga - Minas Gerais - Produção de leite (de vaca)
postado em 21/01/2013

O que nos faz ficar indignado é como tratam a calamidade da seca como se estivessem tratando de causa comum,Anunciando e propagando medidas enganadoras,Este sistema de fazer politica com miséria do proximo,È imoral e desumano,Hoje tem muitas LEIS de benefícios para produtor mas todas cria um impedimento hora data de contratação hora fonte de verba com isto o produtor sempre driblado, Burocracia que só falta pedir certidão de óbito,Depois não adianta falar em combate seca sem primeiro combater o endividamento dos produtores.              

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