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Indústria láctea mineira avança para se adequar a padrões internacionais

postado em 15/02/2012

 

Como meta para se adequar a rigorosos padrões de exigência sanitária internacionais, a indústria mineira de laticínios vem buscando métodos avançados e inovadores para capacitar e certificar a qualidade de seus produtos. Iniciado em 2011, o Sistema Mineiro de Qualidade do Leite (SMQL) vêm apresentando resultados positivos nos primeiros laticínios em que receberam suporte para implantação de normas sanitárias, exigências de produção, identidade e qualidade do leite.

Esta iniciativa é resultante da parceria entre o Polo de Excelência do Leite e Derivados - da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), e a empresa neozelandesa QConz América Latina, que reúne tecnologia com eficácia comprovada e segue as premissas dos melhores programas de qualidade existentes no mundo.

O objetivo do programa é capacitar os laticínios a desenvolver um programa de educação continuada junto aos seus produtores, por meio de técnicas simples e de baixo custo, como, por exemplo, o "Cinturão de Qualidade".

O treinamento aborda as normas de produção e qualidade do leite presentes na Instrução Normativa nº 62. Assim está sendo possível aos produtores aumentarem a renda ao receber mais pelo litro de leite com qualidade; os laticínios por terem um ganho na produtividade e o consumidor por adquirir um produto com maior qualidade.

Os dados revelam que os fornecedores das indústrias laticinistas participantes estão conseguindo se adequar às novas exigências. A iniciativa já atingiu 68 laticínios, onde 1.170 produtores rurais e 110 técnicos foram capacitados, o que contribui para a difusão do programa. Para a implantação do SMQL, metade dos recursos foram subsidiados pelo Governo de Minas, por meio da Sectes e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), totalizando R$ 500 mil.A outra parte é a contrapartida dos laticínios.

A matéria de Agência Minas, resumida e adaptada pela Equipe MilkPoint.

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Comentários:

hermenegildo de assis villaça

Juiz de Fora - Minas Gerais - Pesquisa/ensino
postado em 16/02/2012

 Tudo que foi acima dito merece todo aplauso.
 Contudo não consigo entender porque a pasteurização na fabricação do não é levada em  conta?
 Conta-se nos dedos propriedades LIVRES de tuberculose e brucelose no estado;além do mais parece-me que existe lei federal obrigando  a pasteurização. Gostaria que esta questão fosse esclarecida.

           

hermenegildo de assis villaça

Juiz de Fora - Minas Gerais - Pesquisa/ensino
postado em 27/02/2012

    SEM a qualidade do leite dentro da porteira, e tambem fora dela, estamos longe dos padrões internacionais.
   Fica  dificil exportação para compradores que paguem bem.

Antonio de Pádua Almeida Soriano Passos

Maceio - Alagoas - Sindicato de Classe
postado em 29/02/2012

Esta é uma excelente inicativa do  Governo Mineiro, que poderia ser estendido para o resto do pais principalmente para o Nordeste onde existem regiões que fabricam queijo sobretudo o queijo de coalho sem nehuma técnica, trabalham com leite crú, temperatura inadequada. Parabéns ao Governo Mineiro.

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