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Goiás vai implantar Conseleite buscando mais harmonia e preços justos

postado em 28/12/2015

1 comentário
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O Presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Goiás – Sindileite, do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras em Goiás – OCB e da Complem de Morrinhos, Joaquim Guilherme Barbosa de Souza, iniciou intensa articulação no sentido de que seja implantado também em Goiás o Conseleite. Para tanto, está trabalhando junto à várias entidades de classe ligadas ao agronegócio em Goiás.
Joaquim Guilherme Barbosa de Souza.

O Conseleite é uma antiga aspiração de produtores e industriais do estado mas só agora deverá ganhar mais fôlego em se tratando de sua implantação. A entidade cuidará principalmente dos interesses dos produtores de leite e das indústrias de laticínios, buscando consenso no que se refere a qualidade dos produtos tanto in natura quanto industrializados e, consequentemente os custos de produção. Esses dados são repassados para uma Universidade Federal (a exemplo do Sul), que elabora uma planilha e, a partir dela, todos passam a conhecer as políticas de preços desses seguimentos de forma transparente.

O Conseleite é uma Associação Civil, regida por estatuto e regulamentos próprios, que reúne representantes de produtores rurais de leite e de indústrias de laticínios. O Conselho é paritário, ou seja, o número de representantes rurais é igual ao número de representantes das indústrias, buscando soluções conjuntas para problemas comuns do setor lácteo.

A necessidade de se estabelecer formas alternativas para a remuneração da matéria prima, nasceu no Sul após a desregulamentação do setor no País iniciada na década de 90. Tais alternativas devem também favorecer o desenvolvimento sustentável, tanto da produção de leite quanto da produção de seus derivados, bem como contribuir para a melhoria da qualidade do leite e derivados.

A partir do Conseleite, se cria o chamado preço referência. Ele nada mais é do que um valor médio da matéria-prima (leite) calculado a partir dos preços de venda das indústrias participantes do Conselho, dos seguintes derivados lácteos: leite pasteurizado, leite UHT, leite cru resfriado, leite em pó, bebida láctea, iogurte, creme de leite, doce de leite, requeijão, manteiga, queijo prato, queijo mussarela, queijo parmesão e queijo provolone. O preço de referência, busca representar um valor justo para a remuneração da matéria prima tanto para produtores rurais quanto para as indústrias.

Segundo as experiências já obtidas até agora pelos Conselhos já existentes, (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), a importância do chamado preço de referência é justamente dar maior transparência ao mercado lácteo através da permanente divulgação de preços médios de comercialização do leite e seus derivados, calculados a partir de metodologia aprovada pelo Conselho Paritário, sob a coordenação da Universidade Federal, unidade esta que entra no processo como uma instituição imparcial, técnica e de grande credibilidade perante todos os interessados.

O articulador do Conseleite em Goiás, Joaquim Guilherme Barbosa de Souza já está trabalhando junto à várias lideranças classistas. Ele espera o maior número de adesão possível e, apesar da ideia ter sido relançada em Goiás nas últimas horas, as perspectivas são as mais alentadoras possíveis, disse o empresário que é também Conselheiro junto ao Fundo para o Desenvolvimento da Pecuária em Goiás – Fundepec.

As informações são da Assessoria de Imprensa. 
 

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Comentários

Pedro Guerbas Filho

Nova Alvorada do Sul - Mato Grosso do Sul - Consultoria/extensão rural
postado em 29/12/2015

Lembrando que Mato Grosso do Sul também tem o CONSELEITE implantado e muito ativo desde o ano de 2.011, com resultados impressionantes para o conjunto Produtor/Indústria.

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