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Balde Cheio: 54 fazendas assistidas em Uberlândia/MG

postado em 04/03/2008

22 comentários
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Tanto em Uberlândia (MG) como em outros municípios mineiros, o programa Balde Cheio está atingindo o objetivo de promover a melhoria da renda do produtor. No estado, são 40 municípios participantes, e está sendo articulada a participação de outros.

Em Uberlândia, ele está sendo desenvolvido em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do de Minas Gerais (Faemg), o Senar Minas e a Cooperativa dos Produtores de Leite de Uberlândia (Calu). Já são 54 fazendas assistidas, oito delas servindo como unidades demonstrativas do projeto.

"O Balde Cheio tem tudo para ser bem-sucedido, pois é simples e sustentável. Além disso, tem grande alcance social, porque está atendendo basicamente a pequenos produtores rurais", ressalta o presidente da Faemg, Roberto Simões.

Os bons resultados são confirmados pelo produtor Roberto Pereira de Oliveira. A produção, que não passava de 70 litros diários no período das águas, aumentou 50% só no primeiro mês. Hoje a produção diária é de 200 litros de leite - sem ampliar o rebanho - com 16 vacas em lactação. "Antes, não anotávamos nada: não tínhamos noção de quanto ganhávamos e gastávamos ou de quanto uma vaca produzia. Agora, controlamos tudo", disse o produtor.

Segundo o presidente da Calu, Eduardo Dessimoni, o sucesso do projeto é tanto que em breve deve dobrar o número de propriedades assistidas na região. Para o presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim, os resultados do Balde Cheio irão se refletir de maneira significativa na produção nacional, já que o projeto atende prioritariamente o produtor de pequeno porte, categoria que representa 75% do total de pecuaristas de leite do país.

Em linhas gerais, o projeto consiste na adoção de técnicas de manejo de pastagem do gado, controle zootécnico e gestão da propriedade, com o acompanhamento minucioso das receitas e despesas, buscando a maior produção de leite na menor área possível e, conseqüentemente, gerando mais lucro para o produtor.

As informações são do jornal Estado de Minas.

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Comentários

Maria Luzineuza Alves Gomes da Maia

Marabá - Pará - Instituições governamentais
postado em 04/03/2008

Boa tarde!

Prezados,

Parabéns pela ininiciatva de implantação desse programa em Minas Gerais e pelos resultados positivos alcançados.

Peço-lhes mais inforamções de como poderei implantar esse programa "BALDE CHEIO" no estado do Pará, especificamente nos grupos de produtores atendidos pelo projeto do SEBRAE-PA e parceiros, APL do leite na região de Marabá, do qual sou a gestora, e atendemos 05 municípios, no total de 07 grupos.

O horizonte do projeto é de 03 anos, (2008/2010), e temos também o projeto Leite e derivados na região de Redenção, que atende 06 grupos. Portanto, gostaria de contar com o apoio de todos envolvidos com o programa, para que possamos trabalhar juntos e conseguir transformar o cenário atual dessas propriedades, proprocionando uma melhoria na qualidade de vida desses produtores.

São eles que fazem a diferença nesse país, consta nos nossos diagnósticos que a maior produção de leite do Estado está concentrada no pequeno produtor inserido na agricultura familiar, os quais têm uma média de produção de 3 litros/vaca/dia, e com uma grande área de pastagem, porém degradados.

Mais uma vez parabéns pelo sucesso do programa.

Conto com o apoio de todos para formar essa parceria e conseguirmos sucessos juntos!

Atenciosamente,
Maria Luzineuza Alves Gomes da Maia
Tecnologa em Alimentos
Gestora do Projeto APL do Leite na região de Marabá
UN Marabá / Sebrae- Pará

José Iêdo Mota Mendonça

Maceio - Alagoas - Produção de gado de corte
postado em 04/03/2008

Bem interessante o Projeto. Gostaria de obter maiores detalhes sobre o mesmo.

Tenho plena convicção de que este Projeto se encaixaria muito bem na bacia leiteira aqui do meu estado, Alagoas. Principalmente no atual estágio de declínio em que se encontra.

Para ilustrar melhor esta situação, Alagoas já foi o maior produtor de leite do Nordeste. Hoje ocupa o sétimo lugar, sendo ultrapassado até mesmo por Sergipe, que até pouco tempo atrás possuía uma bacia leiteira sem expressão em termos de produção.

Seria interessante que as autoridades constituídas de Alagoas, que têm responsabilidade direta com o assunto, como Presidente da Federação de Agricultura, Secretário de Agricultura e o Governador do Estado, atentassem para o problema e adotassem medidas urgentes, afim de evitar o desmantelamento de uma região que já foi tão pujante.

Muito grato,
Iêdo

Alcir Ribeiro de Queiroz

Leopoldina - Minas Gerais - Produção de leite (de vaca)
postado em 05/03/2008

Acompanho o projeto do Balde Cheio no estado do Rio de Janeiro, e gostaria que fosse implantado em nossa região (Leopoldina/MG). Mas infelismente os nossos órgãos de classe (sindicato e cooperativas) me parece que não estão preocupados, porque não acreditam ou dá trabalho (custo).

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