Prolapso uterino: uma emergência de verdade!
Prolapso uterino é uma verdadeira emergência médica que requer intervenção rápida de um veterinário. Saiba mais aqui!
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Prolapso uterino é uma verdadeira emergência médica que requer intervenção rápida de um veterinário. Saiba mais aqui!
Vacas se defendem contra a invasão patógenos usando mecanismos de tolerância e resistência. Tolerância é a capacidade de limitar a gravidade da doença induzida por uma carga de dado patógeno. Resistência é a capacidade de limitar a carga patogênica e é geralmente uma função do sistema imune.
Seção Reprodução: "A queda na fertilidade da vaca de leite atual tem, provavelmente, origem multifatorial e está associada à alta produção de leite. A associação entre a baixa fertilidade e o aumento da produção podem ser considerados resultados das mudanças homeoréticas necessárias para sustentar a produção de leite, o que afeta diretamente os tecidos reprodutivos. A maior produção de leite está associada às mudanças fisiológicas que podem reduzir a fertilidade, tais como o agravamento do balanço energético negativo, concentrações plasmáticas de progesterona e estradiol menores, entre outros", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.
Estudos anteriores mostraram que a posição do trato reprodutivo, medida por diâmetro, volume, tamanho uterino e posição do útero, está associada à fertilidade de novilhas, vacas de corte e vacas leiteiras.
Saiba tudo sobre as doenças uterinas que acometem as vacas leiteiras: retenção de placenta, febre pós-parto, metrite, endometrite e piometra.
O desenvolvimento com sucesso de um embrião durante o início da prenhez depende do ambiente uterino, que é dinâmico e apresenta diferenças secretórias acentuadas ao longo do ciclo estral devido à regulação pelos esteróides ovarianos. Durante o início da prenhez, a sinalização local do blastocisto modifica ainda mais o meio e induz a secreção de proteínas específicas pelo epitélio uterino.
O prolapso uterino é um episódio que causa muita preocupação com os procedimentos para sua redução.
A inseminação artificial (IA) é uma biotécnica da reprodução assistida que consiste em depositar o sêmen do macho selecionado no aparelho reprodutor da fêmea, por meio de instrumentos. Entre as biotécnicas da reprodução, a IA é a que proporciona maior amplitude de resultado nos programas de melhoramento genético animal, devido a poucos machos selecionados produzirem espermatozóides para a inseminação de centenas de fêmeas por ano.
Muito tem-se escrito da importância dos níveis plasmáticos de uréia (PUN) na reprodução. Porém, ainda sem conclusão dos mecanismos envolvidos. Saiba mais sobre.
Seção Ovinos e Caprinos: "O prolapso uterino consiste em uma alteração de posição do útero na qual este se encontra projetado para o exterior da vulva do animal. Considerando-se apenas os ruminantes, a incidência é muito maior em bovinos e ovinos. Já nos caprinos, é mais comum encontrarmos prolapso vaginal, quadro esse que pode evoluir para um prolapso uterino caso não seja tratado logo de imediato. Na grande maioria dos casos ocorre no pós-parto imediato, logo após a expulsão do feto. Pode ser classificada em parcial, quando apenas um dos cornos uterinos está acometido, ou completa, quando ambos encontram-se prolapsados", por Sarita Bonagurio Gallo e Bruno Teófilo, da USP.
Incidência de endometrite subclínica foi de 25,81%. Não foi detectado efeito da presença do corpo lúteo e do ECC na incidência de endometrite subclínica em vacas Holandesas secas e vazias. Dessa forma, pode-se sugerir que por erro no manejo reprodutivo, parte das vacas avaliadas não ficaram gestantes durante a lactação devido à ocorrência de endometrite subclínica, que provavelmente foi consequência de problemas pós-parto não tratados adequadamente.
As causas das perdas embrionárias nos bovinos são variadas. Embora quando ocorram, geralmente se suspeite de algum agente infeccioso, as causas deste tipo correspondem a cerca de 25 a 30% do total de mortes embrionárias. Podem-se dividir as causas de mortes embrionárias em 3 grandes grupos: as causas ambientais, as infecciosas e as relacionadas a fatores endocrinológicos ou genéticos.
O desenvolvimento de um parto normal envolve a interação de inúmeros fatores que levam a modificações na morfologia e fisiologia da fêmea gestante (PRESTES e LANDIM-ALVARENGA, 2006). No entanto, em algumas situações especiais pode ocorrer o bloqueio ou interrupção da parturição, situação especialmente crítica não apenas para a cria como também para a fêmea gestante. As situações caracterizadas pela dificuldade materna em promover o nascimento ou a inabilidade em expelir o(s) feto(s) pelo canal do parto são definidas como parto distócico (PRESTES e LANDIM-ALVARENGA, 2006). Nesse contexto, as distocias podem ser classificadas de acordo com sua origem, que pode ser materna (problemas relacionados à fêmea gestante que impedem a progressão da parturição), fetal ou conjunto de ambas (TONIOLLO e VICENTE, 1995). Essa matéria tem como objetivo descrever os principais aspectos relacionados ao parto distócico em pequenos ruminantes, identificando as causas mais comuns e fatores predisponentes.
A importância do ambiente uterino pós IA no desenvolvimento, crescimento e sobrevivência embrionária em ruminantes tem tornado-se cada vez mais evidente.
O produtor de leite sabe que para aumentar a rentabilidade da fazenda não basta aumentar a produção de leite. É necessário fazer com que este leite tenha maior teor de sólidos, gordura e proteína, e esteja dentro dos padrões de qualidade exigidos pelas indústrias e pelos consumidores.
Conduziu-se uma série de estudos para avaliar os efeitos do bST sobre o período próximo ao reconhecimento da gestação associado à manutenção do corpo lúteo (CL) no dia 17, tanto em vacas leiteiras lactantes quanto não lactante. O objetivo foi examinar os efeitos do bST sobre respostas endócrinas, função ovário-uterina, expressão de vários genes no útero e desenvolvimento do concepto no dia 17 após o estro de vacas leiteiras lactantes e não lactantes.
A rentabilidade dos sistemas produtivos ovinos está diretamente relacionada com o número de cordeiros viáveis e a taxa de desmame, visto que, hoje em dia, o principal produto do ovinocultor é o cordeiro. Sendo assim, é imprescindível o conhecimento dos fatores causadores de mortalidade, para que se possam tomar medidas e, consequentemente, reduzir as perdas.
Com o objetivo de responder parte dessa pergunta o pesquisador McDougall da Nova Zelândia fez um experimento com vacas que ficaram vazias no final da estação de monta (na Nova Zelândia a produção de leite é sazonal e as vacas têm estação de monta de 4 meses).
O trato reprodutivo leva aproximadamente 30 dias para voltar ao estado pré-gestacional após o parto; esse processo é chamado de involução uterina. Portanto, na maioria das vacas a inseminação pode ser iniciada de 40 a 60 dias pós-parto.
A baixa fertilidade de vacas leiteiras em lactação representa um importante desafio para a maioria dos produtores e técnicos que trabalham com rebanhos leiteiro
O período de reconhecimento materno da gestação se dá quando o concepto bovino se alonga de rapidamente no corno uterino, gerando perdas embrionárias.
O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de implante de Deslorelina na atividade folicular, presença de corpo lúteo e involução uterina em vacas holandesas
Pesquisadores estudaram os efeitos da endometrite subclínica na fertilidade e nos resultados de prenhez de vacas leiteiras. Confira!
Existem dados na literatura que mostram que os resultados de deposição profunda de sêmen no útero são controversos. Saiba melhor, acesse.