5 sinais que vão orientar as exportações de produtos lácteos
O U.S. Dairy Export Council resumiu os principais "sinais" que determinarão a direção das exportações de lácteos dos EUA e dos mercados globais. Confira!
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O U.S. Dairy Export Council resumiu os principais "sinais" que determinarão a direção das exportações de lácteos dos EUA e dos mercados globais. Confira!
O acordo compromete as organizações a apoiarem o papel crítico da pecuária no sistema alimentar global e compartilhar as práticas de crescimento sustentável.
USDEC e IICA fortalecem laços para promover a implementação de padrões científicos no setor lácteo nas Américas. Saiba mais aqui!
A NMPF, o USDEC e a Assolatte assinaram um acordo que aumenta a colaboração entre os três e promovem os benefícios dos produtos lácteos internacionalmente. Leia
Os lácteos desempenham um papel fundamental na alimentação do mundo. Poucos alimentos fornecem uma lista de nutrientes e benefícios à saúde de formas tão acessíveis, funcionais e diversificadas.
O mercado chinês está cheio de oportunidades. Os Estados Unidos enviaram US$ 384 milhões em produtos lácteos para a China em 2016, com o país se tornando o mercado de exportação número três dos EUA. "Estamos aguardando os números finais para 2017, mas o valor de exportação de lácteos dos EUA para a China até novembro aumentou em mais de 50% em relação ao ano anterior, enquanto o volume subiu mais de 20%".
Continuam crescendo novas evidências científicas que apoiam os benefícios para a saúde referentes às proteínas do soro do leite, tanto para homens quanto para mulheres.
A União Europeia (UE) reportou seu primeiro aumento na produção de leite em quase um ano. O Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC) espera que a tendência continue. O aumento foi de 3 mil toneladas e tecnicamente, essa quantia é menor que 1% em relação aos níveis de produção de leite de março. Porém, o USDEC prevê que o crescimento recente se perpetuará ao longo deste ano.
O Conselho de Exportação de Lácteos dos EUA (USDEC) viajou a negócios para a Ásia recentemente. Durante a viagem, o CEO, Tom Vilsack visitou a China e a Coreia do Sul, com uma delegação de membros para reafirmar o compromisso dos EUA com suas relações comerciais e construir bases para uma maior expansão do mercado.
A previsão de aumento na produção de leite na Irlanda após o fim das cotas de produção é "muito otimista", disse o Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC). O vice-presidente para pesquisa de mercado e análise do USDEC, Ross Christieson, disse que a meta de produção da Irlanda é um exemplo de como os políticos podem falar em números otimistas quando estão passando por períodos bons.[...]
O mercado de lácteos está mais do que adequadamente abastecido em 2016, à medida que há cerca de 400.000 toneladas de excedente em produtos lácteos no mundo, a maioria na forma de leite em pó, de acordo com o Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC). O vice-presidente executivo de estratégias e insights do USDEC, Marc Beck, disse que grande parte do leite da Europa foi transformado em pó durante esse período de excesso de produção.
O sistema de cotas de produção de leite da União Europeia (UE) terminará em 31 de março. A mudança direcionará todas as categorias de produtos lácteos em algum grau, à medida que os produtores rurais e processadores da UE buscam capitalizar na demanda dos mercados emergentes - buscando muitos dos mesmos países que os exportadores dos Estados Unidos estão buscando.[...]
As exportações de produtos lácteos dos EUA caíram para menos que os níveis de 2016, declinando 11% em volume em outubro em comparação com o ano anterior, direcionado pelo declínio do leite em pó desnatado, de acordo com os dados do Conselho de Exportações de Lácteos do país (USDEC). "Não é uma crise para nós, mas não estamos recuperando terreno ou roubando participação de mercado", disse o vice-presidente de comunicações e análises de mercado na USDEC, Alan Levitt.
O Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC), em parceria com o National Dairy Council, tem estado na vanguarda da pesquisa sobre proteínas lácteas e descobriu alguns de seus benefícios para a saúde, mas, acredita que há falhas na comunicação com os consumidores. "Parte do desafio é que boa parte da nossa comunicação é B2B, de forma que nem sempre as informações chegam ao consumidor", disse Terri Rexroat, vice-presidente de serviços comerciais dos EUA no USDEC. Ele acrescentou: "somos fortes na ciência, mas não tão fortes na comunicação aos consumidores".
Acontecerá no próximo dia 22 de setembro, às 10:00, pelo zoom. Além de um palestrante internacional, especialista em P&D, conctará com a participação do Nicolas Rubio, do escritório do USDA/FAS/ATO do Consulado Americano.
Os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostraram que os volumes de exportação de soro e leite em pó aumentaram pelo oitavo mês consecutivo, mas os dados também confirmaram um abrandamento das exportações de leite para o México, o maior mercado de exportação para os EUA. Os dados parecem confirmar de alguma forma a preocupação da indústria láctea com o potencial impacto negativo da administração Trump retirando os EUA da Parceria Transpacífica (TPP), que inclui o México.
Os mercados mundiais de lácteos continuam com excesso de oferta. Na última edição do Global Dairy Market Outlook, do Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC), foram identificadas sete razões pelas quais uma recuperação global não parece ser iminente, entre elas, a fragilidade da economia mundial, ampla oferta global de lácteos e preços estagnados.
Marc A. H. Beck, Vice-Presidente Executivo de Estratégia e Visão do United States Dairy Export Council - USDEC, será um dos palestrantes do Latin America Dairy Congress (LADC). Em sua apresentação, mostrará "Como os Estados Unidos se tornaram um exportador estrutural de lácteos".
A Federação Nacional de Produtores de Leite (NMPF) e o Conselho de Exportações de Lácteos (USDEC) dos Estados Unidos enviaram uma carta ao presidente eleito, Donald Trump, destacando o "impacto positivo" que os acordos comerciais anteriores tiveram na indústria de lácteos, domesticamente e no exterior. A carta foi enviada a ele aproximadamente um mês após a eleição presidencial, um resultado que surpreendeu a maioria dos observadores políticos, disse o presidente e CEO da NMPF, Jim Mulhern.
O Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC) espera outro ano desafiador para o mercado de lácteos em 2016 à medida que Rússia e China continuam reduzindo sua dependência das importações.
O presidente do Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC) e um estrategista do Rabobank preveem períodos melhores pela frente, à medida que os mercados globais se reequilibrarão e a demanda aumentará. "Trata-se apenas de uma lombada na estrada da expansão dos lácteos dos Estados Unidos no mercado mundial? Ou isso é um desvio importante que pode colocar dúvidas sobre a premissa de que as exportações dos Estados Unidos podem e vão se mover além de seu recente aumento nos envios de 15,5% da produção de leite?"
Preservar e atualizar certos elementos do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA) é crucial para o futuro da indústria de lácteos dos EUA, disse o presidente e CEO do Conselho de Exportações de Lácteos do país (USDEC), Tom Vilsack, ao House Agricultural Committee. "Quero enfatizar a importância das exportações para o setor lácteo", disse Vilsack. "Desde 1994, vimos um aumento de US$ 36 bilhões para produtores e processadores como resultado das exportações".
Os preços globais dos lácteos estão de 20% a 30% menores do que o pico alcançado no mesmo período de 2011, à medida que o aumento na produção mundial de leite tem revertido déficits na oferta em excedentes. Como resultado, os maiores estoques deverão manter a pressão de baixa nos mercados internacionais de lácteos na segunda metade de 2012, de acordo com os presentes na reunião de diretores e membros do USDEC ocorrida na semana passada.
Nos últimos 20 anos, as exportações de produtos lácteos dos EUA cresceram de menos de US$ 1 bilhão por ano para quase US$ 5 bilhões. Esse crescimento beneficiou todos na indústria de lácteos nos EUA. Mas nosso volume de exportação de lácteos estabilizou nos últimos anos em cerca de 15% da oferta de leite do país. Acreditamos que podemos aumentar esse número para 20% até 2021. Estamos chamando este ambicioso plano "The Next 5%".