Qual é o papel dos produtos termoestáveis na ração e o que há disponível hoje?
Os produtos termoestáveis têm a capacidade de suportar altas temperaturas para a produção de rações peletizadas e extrusadas, mas quais são as vantagens?
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Os produtos termoestáveis têm a capacidade de suportar altas temperaturas para a produção de rações peletizadas e extrusadas, mas quais são as vantagens?
O primeiro passo é a escolha da espécie forrageira, considerando alguns fatores como altura, hábito de crescimento, adaptação climática, exigências em solo, relevo, profundidade, drenagem e fertilidade.
Apesar do atual cenário econômico brasileiro o empresário e senador Ricardo Franco acaba de contratar um novo fornecimento de equipamentos, para a planta Industrial da Sabe Alimentos localizada no município de Muribeca em Sergipe.
Confira a entrevista feita com Gustavo Silva, gerente de marketing Convert HD 364, sobre os critérios que devem ser considerados para escolha de uma forrageira!
Para suportar o crescimento, foram investidos R$10 milhões em desenvolvimento da marca e operação comercial desde o lançamento dos produtos. Confira!
Bill Gates está financiando uma pesquisa genética sobre como criar a vaca perfeita - que produza mais leite e que possa suportar melhor as temperaturas do que a vaca média.
A Lifeway lançou no mercado norte-americano o Kefir Minis. Vendido em quatro embalagens de shots de probiótico de 3,5 onças (cerca de 100 mL), cada Kefir Mini contém 12 culturas vivas e ativas que podem suportar um microbioma saudável.
Um ponto essencial para se obter eficiência na produção leiteira é possuir um rebanho de alta produção e longevidade. Para isso, é preciso que o mesmo seja formado por vacas não só com alta capacidade produtiva, mas que tenham estrutura corporal capaz de suportar e manter essa produtividade ao longo de várias lactações.
Pesquisadores da Embrapa Gado de Leite vêm testando, em rebanhos leiteiros, duas cultivares de gramíneas da espécie Panicum maximum desenvolvidas pela Embrapa Gado de Corte: a BRS Quênia e a BRS Zuri. As cultivares estão sendo submetidas às condições de pastejo rotacionado na Região da Mata Atlântica, em Minas Gerais. Segundo o pesquisador Carlos Augusto Gomide, ambas apresentaram bom potencial para a produção de leite, podendo suportar de nove a 11 vacas em um hectare.
Durante o confinamento na Índia, devido à crise do coronavírus, a startup de laticínios MilkLane iniciou a entrega em domicílio de seus produtos em Bengaluru. A medida visa ajudar os moradores a evitar deixar suas casas e suportar longas filas para comprar produtos.
"Você tem que ser racional. Não há como suportar a vida na terra se você for direto da fazenda à mesa", disse o presidente do conselho da Nestlé, Peter Brabeck-Letmathe, quando questionado sobre as tendências de consumo de alimentos orgânicos, slowfoods e farmer'smarkets (mercados, geralmente em locais públicos, onde os produtores rurais vendem seus produtos ao público) em partes dos Estados Unidos e da Europa.
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na última quarta-feira (14) o Projeto de Lei 2163/11, do deputado Irajá Abreu (DEM-TO), que dispensa do licenciamento ambiental as atividades agrícolas, pecuárias e florestais já implantadas em áreas consideradas consolidadas, degradadas, abandonadas, subutilizadas ou utilizadas de forma inadequada.
O presidente da Comissão Nacional de Leite da Confederação Nacional da Agropecuária, Rodrigo Alvim, elogiou a iniciativa do debate. Ele disse estar preocupado com o efeito da importação do leite do Uruguai e da Argentina.
O potencial futuro da Austrália como exportador de lácteos está em cheque, de acordo com um novo relatório do Rabobank. O relatório disse que a demanda global por lácteos está aumentando em mais de 2% ao ano, mas os atuais níveis de produção nacional poderão não acompanhar essa taxa. O Rabobank disse que o setor de lácteos precisa liberar o crescimento e uma nova onda de leite se quiser proteger seu atual papel nos mercados de exportação.
Os membros da Cooperatives Working Together (CWT), organização que representa as cooperativas nos Estados Unidos, reiteraram seu suporte ao programa que ajuda a impulsionar as exportações de lácteo do país e, dessa forma, ajuda a melhorar o rendimento dos produtores de leite. Em uma reunião realizada na semana passada em Virginia, o comitê que administra a CWT votou por uma renovação do programa por dois anos, começando em janeiro de 2012, e indo até dezembro de 2013 - isso se 70% do nível de participação possa ser alcançado. Os atuais membros da cooperativa representam 69% da produção de leite do país.
A Fonterra aumentou sua previsão de pagamento mínimo pelo leite aos produtores após aumento recorde nas coletas e nas exportações durante o ano, à medida que os preços globais aumentaram. A companhia espera pagar a seus 10.500 fornecedores entre US$ 0,4396 e US$ 0,4465 por quilo (considerando leite contendo 8,6% de gordura+proteína) na safra que irá até 31 de maio de 2011.
A Fonterra, maior exportadora de lácteos do mundo, reafirmou a previsão de pagamento aos produtores de leite que fornecem matéria-prima devido aos sinais de que os preços internacionais podem se fortalecer. A companhia informou que manterá a previsão de US$ 0,4145 a US$ 0,4264/kg de leite (considerando leite contendo 8,6% de gordura+proteína) para o ano que termina em 31 de maio de 2011.
Na próxima semana, ambientalistas e ruralistas voltam a discutir o relatório que propõe mudanças no Código Florestal Brasileiro. Segundo o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Rui Prado, a votação do novo Código na Comissão Especial da Câmara Federal, em Brasília, vai ocorrer no dia 23 de junho e deve ter um parecer positivo, tendo com isso a possibilidade de aprovação durante a votação em plenário. "Mato Grosso tem necessidade de que se aprove o novo Código Florestal, e o zoneamento também, não dá para ficar discutindo isso a vida inteira".
A Indústria de Alimentos Nilza, que já foi líder no segmento de leite longa vida no Estado de São Paulo, está à venda, segundo informações da própria companhia. Com unidades em Ribeirão Preto (SP) e em Itamonte (MG), a empresa suspendeu a captação e o processamento de leite e mantém cerca de 250 funcionários do setor fabril em casa desde o início deste mês, com os salários pagos normalmente.
A Dean Foods anunciou uma forte e inesperada queda nos lucros no primeiro trimestre do ano e retrocedeu em suas previsões para 2010 à medida que os preços do leite estão pressionados por preços de outras marcas, levando as ações da empresa caírem 25%, para o valor mais baixo dos últimos 10 anos. A empresa também disse que não cumpriria com suas metas de cortar dívidas, de forma que está considerando refinanciar as mesmas antes do planejado.
O vigésimo terceiro leilão da Fonterra, realizado ontem (04), registrou leve queda dos valores dos contratos. O preço médio alcançado para todos os produtos e períodos contratuais para o leite em pó integral foi de US$ 3.932/tonelada, queda de 1,2% em relação ao leilão anterior. O preço médio dos contratos de leite em pó desnatado foi de US$ 3.612/t, queda de 1,4%. As variações são atreladas a um índice de preços lançado pela Fonterra, o gDT-TWI.
A Itambé irá lançar oficialmente, às 10 horas da manhã do dia 9 de abril, em Pará de Minas-MG, o Projeto Cooperativismo Sustentável, fruto de uma parceria com a Prefeitura do município e a Associação de Catadores de Pará de Minas (ASCAMP). Os objetivos da iniciativa são ampliar a coleta de materiais recicláveis na cidade, promover a inclusão social e gerar mais renda para os catadores da associação.
O Congresso FEPALE teve sua abertura oficial no dia 22 de Março, onde lideranças e autoridades da cadeia do leite discursaram sobre a importância do evento para o desenvolvimento do setor lácteo no Brasil e América Latina. O Congresso, que acontece a cada dois anos, é uma realização da Federação Pan-Americana do Leite (FEPALE), em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG). Esta última representa cerca de 400 sindicatos rurais e 250 mil produtores rurais do Estado.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) está revisando sua estratégia de exportação, aumentando o foco em países específicos ao invés de regiões maiores, em um esforço de vender mais grãos, carnes, lácteos e outros produtos agrícolas para os mercados externos. Essa nova estratégia faz parte da meta do presidente Obama de dobrar todas as exportações dos Estados Unidos nos próximos cinco anos.