Jorge Rubez: morre importante liderança setorial
Faleceu na última sexta-feira (22/10) aos 87 anos, Jorge Rubez, produtor de leite e liderança do setor lácteo no Brasil.
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Faleceu na última sexta-feira (22/10) aos 87 anos, Jorge Rubez, produtor de leite e liderança do setor lácteo no Brasil.
O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Leite Brasil), Jorge Rubez, afirmou que as cooperativas que fraudaram o leite respondem por 0,5% do total produzido no Brasil e toda a cadeia do leite está pagando pela adulteração. Segundo ele, existe uma tempestade em copo d´água, pois as cooperativas vinham fraudando o leite há dois 2 e não houve notícias de problemas de saúde decorrentes do consumo do produto no Triângulo Mineiro.
O presidente da Leite Brasil, Jorge Rubez, foi eleito o novo presidente da Câmara Setorial de Leite e Derivados da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo para o mandato de um ano. Ele substitui Antonio Julião Damásio, presidente da Cooperativa de Laticínios de Sorocaba (COLASO), que dirigiu a Câmara Setorial nos últimos dois anos.
O aumento do poder de compra das famílias brasileiras tem impulsionado a demanda por produtos lácteos no país e incentivado a ampliação da produção de leite. De acordo com os dados da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Associação Leite Brasil), para este ano é esperado um crescimento de 4% no volume de leite produzido no país. Minas Gerais, que possui a maior bacia leiteira, deverá acompanhar esse ritmo.
De acordo com o presidente da Associação Leite Brasil, Jorge Rubez, caso nenhuma medida seja tomada pelo governo, o preço do leite pode sofrer um aumento substancial ou até faltar nas prateleiras, em 2009.
O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite, Jorge Rubez, estima que o consumo de leite em todo o país pode cair até 10% nas próximas duas semanas por causa da denúncia de adulteração do produto na Cooperativa dos Produtores de Leite do Vale do Rio Grande (Coopervale), em Uberaba (MG), e na Cooperativa Agropecuária do Sudoeste Mineiro (Casmil), em Passos (MG).
As indústrias de laticínios brasileiras fizeram com que o país ocupasse o primeiro lugar no ranking de crescimento em industrialização entre os tradicionais países produtores de leite, de acordo com levantamento feito pela Associação Leite Brasil.
A União Química Farmacêutica Nacional, empresa de capital 100% nacional cuja receita líquida consolidada somou R$ 580,7 milhões em 2013, segundo o anuário "Valor 1000", decidiu ampliar seus negócios na área de saúde animal com a produção de um hormônio natural que promete elevar em até [...]
Ouça a entrevista que o Estadão fez com o promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos, com o presidente da Associação Leite Brasil Jorge Rubez e com o oncologista Hézio Fernandes Júnior sobre a detecção de fraude em leite no Rio Grande do Sul.
A boa qualidade do leite é fundamental para aumentar a bonificação dos produtores brasileiros. Está é a conclusão de um estudo realizado pela Associação Leite Brasil, com base nos valores pagos pelo litro do alimento nos últimos quatro anos.
Os produtores de leite do país podem retomar o otimismo para o ano de 2012. Pelo menos, é o que aconselha a Leite Brasil, entidade da classe, com sede em São Paulo. Segundo levantamento feito por ela, a produção vai crescer 4% e atingir 32,3 bilhões de litros, contra o modesto crescimento de 1%, em 2011, e seus 31 bilhões de litros de leite.
A indústria de laticínios colocou Santa Catarina como campeã de crescimento na industrialização de leite nos últimos cinco anos, segundo levantamento feito pela Associação Leite Brasil. A região ocupa, atualmente, a quinta posição no ranking nacional, com participação de 8% no total produzido no país e o sexto lugar na industrialização (com participação de 8,2%).
O repasse do preço para o consumidor final será a última cartada para a estabilidade do mercado. Apesar disso ser um consenso, ainda não se sabe quando irá acontecer. Segundo o levantamento feito mensalmente pelo MilkPoint, no mercado varejista de Piracicaba - SP, o aumento começou de forma branda desde o mês passado, mas ainda não pode ser considerado significativo.
O setor de lácteos no Brasil parece mesmo tender a uma maior concentração da produção de leite nos próximos anos. A expectativa é de que até 2015 o número de produtores caia 50%, passando do atual 1,2 milhão para pouco mais de 600 mil. Com isso, as médias e grandes propriedades rurais que já dominam o setor com 81% do volume produzido, mas representam apenas 11% dos criadores brasileiros de gado leiteiro, passam a representar mais de 50%. Os dados são da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Leite Brasil).
"O fundo do poço tem porão". É com essa frase que Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil (que reúne produtores de leite), revela sua expectativa para o começo deste ano no mercado de leite, segmento que está sob pressão por conta da oferta superior à demanda e sobre o qual também pairam incertezas diante da crise financeira internacional. Rubez espera alguma melhora a partir do fim deste mês porque, diz ele, com os atuais preços "os produtores não conseguem produzir" já que os custos são superiores.
Estudo da Associação Leite Brasil indica que o consumo per capita de produtos lácteos aumentou 60% nos últimos 30 anos no país, saindo de 100 litros em 1980 para 161 litros no ano passado. Entre 2009 e 2010, o crescimento foi de 4,4%. Apesar do crescimento expressivo, o presidente da Associação Leite Brasil, Jorge Rubez, observa que o consumo per capita de lácteos ainda está bem abaixo do recomendado pelo Ministério da Saúde, de 200 litros per capita ao ano.
Levantamento da Leite Brasil, com dados de 14 empresas, mostra que a Nestlé captou 1,9 bilhão de litros em 2008, 5,6% mais que no ano anterior. Já a Perdigão fechou 2008 com captação de 1,671 bilhão de litros, aumento de 6,4% em relação a 2007.
As empresas produtoras de leite se adaptaram à NBCAL (Norma Brasileira para Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância) da Anvisa e hoje trazem nos rótulos informações quanto à importância do aleitamento materno. É o que afirma Jorge Rubez, presidente da Associação Leite Brasil.
As exportações de leite podem ter queda de até 10% neste ano por conta da alta do câmbio e dos baixos valores atribuídos às comercializações de lácteos em outros países. Entretanto, o setor está otimista em relação ao mercado interno e espera fechar o mês de outubro com o preço do leite estável ou em alta, podendo atingir patamares de R$ 0,70 centavos o litro do leite.
Produtores e indústria receberam confiantes o anúncio de elevação da Tarifa Externa Comum (TEC) de importação de lácteos, de 14% e 15% para 28%. A medida foi aprovada nessa terça, dia 8, pelo Conselho do Mercado Comum do Mercosul e envolve Brasil, Argentina e Uruguai. A nova tarifa deverá ajudar a nivelar os preços internacionais do leite e derivados que entram no país e prejudicam a produção.
O preço do leite ao consumidor na cidade de São Paulo é um dos menores do mundo, segundo levantamento da Associação Leite Brasil, com dados da consultoria Mercer e do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura de São Paulo. De acordo com a Associação, os paulistanos pagam, em uma média anual, US$ 1 pelo litro do produto.