FAO: Índice de Preços dos Alimentos reflete queda dos lácteos
A queda refletiu reduções nos índices de preços dos produtos lácteos, óleos vegetais, carnes e cereais. Leia mais!
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A queda refletiu reduções nos índices de preços dos produtos lácteos, óleos vegetais, carnes e cereais. Leia mais!
No Mato Grosso, o aumento da captação no último mês refletiu no recuo do pagamento médio ao produtor em 0,71%. Saiba mais aqui!
Aliado aos problemas já enfrentados atualmente com o preço do leite, o produtor agora sofre também os reflexos da crise financeira mundial, com um desaquecimento da demanda pelo produto e uma nova ampliação no valor das despesas, em função, principalmente, da alta do dólar. Ao mesmo tempo, os preços vêm tendo sucessivas quedas.
O otimismo nos mercados internacionais com a notícia de que a vacina da Pfizer contra a covid-19 tem 95% de eficácia se refletiu também nos preços das commodities agrícolas - incluindo os grãos negociados na bolsa de Chicago.
O Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) refletiu com todas as cores a crise provocada pela pandemia de covid-19 no país e despencou em abril.
De acordo com o presidente do Conseleite, Rodrigo Rizzo, a recomposição de preço na entressafra era um movimento esperado em função da queda na lactação e pelo impacto da seca em mais de 300 municípios gaúchos, mas também reflete o aquecimento do consumo nos primeiros dez dias do mês devido à formação de estoques pelas famílias. Infelizmente, alertou ele, a elevação de preços no varejo ainda não se refletiu em ganhos no campo.
Os contratos futuros das principais commodities agrícolas exportadas pelo país encerraram julho com preços médios inferiores aos de junho nas bolsas de Chicago (soja e milho) e Nova York (açúcar, algodão, café e suco de laranja). Essa onda baixista foi diretamente influenciada pela valorização da cotação média mensal do dólar em relação à de outras moedas, inclusive o real, mas também refletiu a confirmação de que os mercados em geral continuam bem abastecidos e, no caso da soja, os efeitos deletérios das desavenças entre EUA e China.
Os preços em supermercados de São Paulo subiram 3,55% em junho ante maio, segundo mês seguido de alta e maior aumento da história para um mês, conforme a Associação Paulista de Supermercados (Apas). A pesquisa começou a ser realizada em 1994. O Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS/FIPE refletiu a greve dos caminhoneiros.
A cooperativa prevê que os produtores ganharão, em média, o equivalente a US$ 0,5081-US$ 0,5116 por quilo de leite produzido. Esse último aumento, significa que o "Preço do Leite" previsto para a safra 2010/11 é quase 6 centavos de dólar maior do que na previsão da abertura da safra. O presidente da Fonterra, Henry van der Heyden, disse que o aumento refletiu um fortalecimento nos preços internacionais dos lácteos nos últimos meses.
Conseleite-RS divulgou ontem (20) que o preço médio pago ao produtor em novembro pelo litro do leite padrão ficou em R$ 0,5919, 4,28% superior ao de outubro. A expectativa era que houvesse alta de 1,1%, mas o reajuste refletiu a queda de 15% a 20% na captação entre setembro e novembro. O conselho projeta nova alta de 3,52% no preço de referência médio (R$ 0,6127).
A Fonterra anunciou na sexta-feira (10) um aumento em sua previsão de pagamento pelo leite - da porção "Preço do Leite" do pagamento - para a estação de 2010/11, de US$ 0,4239 para US$ 0,4428 por quilo de leite. O presidente da Fonterra, Henry van der Heyden, disse que a decisão de aumentar a previsão do preço do leite refletiu a contínua alta nos preços internacionais dos lácteos na estação de 2010/11.
A firmeza do mercado mundial de lácteos refletiu nos preços no último leilão da Fonterra, realizado ontem (5), através da plataforma de vendas online, globalDairyTrade. O segundo leilão do mês registrou leve recuo de 1,3% para todos os produtos comercializados frente ao leilão de 15 de setembro. Segundo o ASB Commodities Weekly (NZ), o resultado foi positivo para o mercado internacional já que os preços continuam sob níveis historicamente altos.
A firmeza no mercado mundial de lácteos refletiu nos preços no último leilão da Fonterra, realizado ontem (15), através da plataforma de vendas online, <i>globalDairyTrade</i>. O segundo leilão do mês registrou leve alta de 1,9% para todos os produtos comercializados frente ao leilão de 1º de setembro. É o primeiro mês que são realizados dois leilões e em ambos foram comercializadas quantidades expressivas.
A cooperativa de lácteos neozelandesa Fonterra, maior companhia do país e maior exportadora de lácteos do mundo, confirmou na última semana seu pagamento pelo leite para a estação de 2008/09, que acaba de terminar. A Fonterra confirmou o preço total de US$ 0,3120 por quilo de leite (considerando leite contendo 8,3% de gordura + proteína), que refletiu a queda nos preços e na demanda por causa da recessão econômica global.
Oficiais dos Estados Unidos reduziram as expectativas de compras de leite em pó integral pela China, o maior importador, alertando que os maiores preços tornaram o produto inacessível para muitos compradores.
A cooperativa de lácteos neozelandesa Fonterra Cooperative Group, maior companhia do país em termos de vendas, disse que o declínio em seu pagamento pelo leite no próximo ano será maior do que o previsto anteriormente, refletindo um alto dólar neozelandês e preços mais fracos das commodities.
Em janeiro deste ano, o ministro Wagner Rossi apresentou as previsões para as exportações do agronegócio brasileiro que poderiam chegar a US$ 85 bilhões até o fim de 2011, O Ministério da Agricultura previa que, com a média de crescimento de 14% ao ano na última década, seria razoável que houvesse um crescimento em torno ou acima de 10%. Em relação à crise financeira mundial, o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, acredita que não haverá grande impacto nas exportações brasileiras. "A experiência de 2009 mostra que o impacto pode ser maior nos preços e não nas quantidades demandadas", explica.
Novas estimativas sobre oferta e demanda de grãos nos Estados Unidos e no mundo divulgadas na manhã de ontem (11) pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) deram fôlego extra às cotações internacionais de commodities como milho, soja e trigo.
A BRF Brasil Foods, empresa originária da fusão de Sadia e Perdigão, comunicou nesta quinta-feira (11) que registrou um lucro líquido de R$ 498 milhões no segundo trimestre do ano. A cifra corresponde a um salto de 190% se considerado o resultado do mesmo período em 2010. No acumulado do primeiro semestre, o montante foi 279% maior e somou R$ 881 milhões.
A Dairy Australia disse que o cenário pode estar favorável nesse ano para expansão da indústria láctea do país. As condições climáticas em muitas regiões produtoras de lácteos estão melhores do que estavam há anos e o preço do leite de exportação ao produtor deverá permanecer estável.
A companhia de lácteos chilena Soprole, subsidiária da neozelandesa Fonterra, investirá cerca de US$ 30 milhões nos próximos 18 meses para ampliar a capacidade produtiva devido à crescente demanda interna e, além disso, destinará outros US$ 20 milhões para repor a redução sofrida em 2010. O presidente, Gerardo Varela, destacou que a empresa pretende se concentrar nas exportações.
A aceleração dos preços dos produtos agropecuários, no segundo semestre de 2010, influenciou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio em 2010, que fechou o ano com crescimento de 5,47%. O desempenho do setor foi positivo em todos os meses do ano, em especial entre julho e novembro. Em dezembro, o PIB do agronegócio cresceu 0,26%.
A Cooperativa Nacional de Produtores de Leite do Uruguai (Conaprole) fechará bem o ano comercial: as exportações somarão US$ 270 milhões, mas cairá de maneira acelerada a captação de leite pelas plantas em todo o país. Isso por causa da importante seca que está afetando de forma geral a maior parte do Uruguai.
A Itambé foi a primeira empresa mineira a ganhar o prêmio Top of Mind do jornal Folha de São Paulo, como a marca mais lembrada pelos consumidores na categoria leite. A Itambé, há 61 anos no mercado, conquistou o pódio juntamente com as marcas Parmalat e Ninho.