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31 resultados para "progesterone"

Vacas anovulares: etiologia, fatores de risco e manejo - Parte 3
25/11/2010

Vacas anovulares: etiologia, fatores de risco e manejo - Parte 3

Como estas vacas não estão ciclando, é esperado que haja atraso no primeiro cio pós-parto e, consequentemente, na primeira IA. Isso acaba estendendo o intervalo entre o parto e a primeira IA, o que prejudica o desempenho reprodutivo do rebanho. Vacas de leite de alta produção, principalmente aquelas alojadas em pisos de concreto têm cios de curta duração e de atividade reduzida. Portanto, quando anovulares, estas vacas acabam dificultando ainda mais o manejo reprodutivo de rebanhos que dependem de detecção de cio para IA.

Importância da progesterona antes da inseminação artificial na eficiência reprodutiva de vacas leiteiras em lactação - parte 3/3
08/02/2011

Importância da progesterona antes da inseminação artificial na eficiência reprodutiva de vacas leiteiras em lactação - parte 3/3

Um grande volume das informações discutidas acima foram sintetizadas em um modelo que irá ajudar a explicar as alterações na reprodução devido à alta produção de leite. O alto consumo de ração necessário para atender estas necessidades energéticas leva a aumento dramático no sangue que flui para o trato digestivo para captar estes nutrientes. Assim sendo, o alto consumo de ração, através desta via simples, irá resultar na metabolização de um alto teor de estrogênio e P4 do organismo (degradação) no fígado.

Cisto ovariano em vacas de leite: incidência, resposta à aplicação de GnRH e desempenho reprodutivo
06/07/2009

Cisto ovariano em vacas de leite: incidência, resposta à aplicação de GnRH e desempenho reprodutivo

Em bovinos, a ocorrência de cisto ovariano é definida como presença de uma estrutura anovulatória de diâmetro maior do que 25 mm que persiste por, no mínimo, 10 dias na ausência de um corpo lúteo. Este estudo teve como objetivos avaliar: a porcentagem de vacas ciclando, em anestro ou com cisto na sétima semana após o parto; o efeito da época do ano na incidência dos cistos; a resposta das vacas com cisto ao tratamento com uma aplicação de GnRH; a porcentagem de recuperação espontânea dos cistos; a eficiência reprodutiva e a taxa de descarte de vacas que apresentaram cisto.

Parâmetros produtivos e reprodutivos associados ao comportamento de estro - Parte 4
08/08/2016

Parâmetros produtivos e reprodutivos associados ao comportamento de estro - Parte 4

Seção Reprodução: "Alguns métodos de detecção de estro são observação visual, marcação da base da cauda com giz, detectores de pressão, pedômetros e sensores (Caraviello et al., 2006). A observação visual do estro exige maior intensidade de mão de obra e tem geralmente baixa eficiência (At-Taras e Spahr, 2001). IATF após manipulação hormonal do ciclo estral tem sido usada como alternativa para atingir metas reprodutivas sem necessidade de detecção de estro (Pursley et al., 1995) e resulta em maiores taxas de prenhez pelo maior número de vacas inseminadas", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Estratégias nutricionais para otimizar a eficiência reprodutiva - Parte 3
20/03/2017

Estratégias nutricionais para otimizar a eficiência reprodutiva - Parte 3

Seção Reprodução: "Alguns aminoácidos são limitantes para produção de leite, como evidenciado por aumento do rendimento de leite, proteína e porcentagem de proteína no leite depois da suplementação com aminoácidos específicos, protegidos da ação ruminal. Geralmente, os três primeiros aminoácidos na dieta de vacas leiteiras que são limitantes para a produção de leite são a metionina (Met), lisina (Lys) e histidina (His). Além disso, muitos aminoácidos podem ter efeitos positivos sobre processos fisiológicos independente de seus efeitos sobre a síntese de proteínas", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Estro: implicações para fertilidade - Parte 4
12/12/2018

Estro: implicações para fertilidade - Parte 4

Foi mencionado em artigos anteriores que o diâmetro do folículo pré-ovulatório não era diferente entre as categorias de intensidade de pico, mas isso não implica que a duração do proestrus ou da dominância era semelhante, pois não havia controle de emergência folicular nos estudos relatados. Portanto, a duração do proestros e da dominância (Bleach et al., 2004; Cerri et al., 2009) não podem ser excluídas como possíveis causas relacionadas com a fertilidade reduzida observada.

Estresse térmico no final da gestação e seu impacto nas vacas lactantes e bezerras - I
21/01/2019

Estresse térmico no final da gestação e seu impacto nas vacas lactantes e bezerras - I

Estresse térmico durante o período seco reduz a produção de leite na próxima lactação e reduz a rentabilidade de fazendas de gado de leite. Vacas holandesas estão expostas ao estresse térmico quando o índice de temperatura e umidade está acima da sua zona de termoneutralidade. Temperatura e movimento do ar, umidade relativa e radiação solar são fatores ambientais que influenciam na intensidade do estresse térmico.

Efeito das inflamações e da condição de saúde sobre o desenvolvimento e a fertilidade de gado de leite - Parte 2
21/11/2016

Efeito das inflamações e da condição de saúde sobre o desenvolvimento e a fertilidade de gado de leite - Parte 2

Seção Reprodução: "Os mecanismos biológicos que explicam as doenças que ocorrem no pós-parto, entretanto, não estão claramente entendidos. A maioria dos estudos é de natureza epidemiológica e a grande maioria está associado aos efeitos negativos de doenças durante o estágio inicial da lactação, com redução da taxa de prenhez por inseminação artificial ou com intervalos maiores até o início da gestação", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Identificação precoce de fêmeas ovinas
11/08/2017

Identificação precoce de fêmeas ovinas

Seção Ovinos e Caprinos: "No caso de ruminantes, foi proposto que a determinação da concentração de hormônio anti-mulleriano (AMH) no sangue, pode ajudar a determinar a capacidade de uma doadora para produzir um número esperado de embriões quando submetidos à ovulação múltipla, transferência de embriões ou fertilização in vitro. Um estudo recente mostrou que as cordeiras com maiores níveis de AMH no sangue com 110 dias de idade aproximadamente, foram as que alcançaram a puberdade precocemente, resultando na antecipação do primeiro parto e fertilidade melhorada quando comparado a animais da mesma idade e com baixas concentrações de AMH", pela Equipe do LAPOC da Universidade Federal do Paraná - UFPR.

Efeito do estresse térmico durante o período seco no metabolismo da vaca periparto e subsequente produção de leite
19/01/2016

Efeito do estresse térmico durante o período seco no metabolismo da vaca periparto e subsequente produção de leite

Seção Reprodução: "Além dos efeitos do estresse térmico observados durante a lactação, diversos estudos recentes indicam que o estresse térmico de vacas secas também pode resultar em efeitos negativos persistentes sobre a produção na lactação subsequente e impactos adversos sobre a saúde durante a transição para a lactação. O presente trabalho traz uma rápida revisão de literatura sobre a resposta de vacas secas ao estresse térmico, particularmente uma série de estudos recentes realizados na Flórida, com o objetivo de sugerir intervenções de manejo para mitigar os efeitos observados no estresse térmico", por Ricarda Maria dos Santos, Professora da Faculdade de Medicina Veterinária da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, Médico Veterinário e professor UNESP Botucatu

Regressão Prematura de Corpos Lúteos - RPCL na Múltipla Ovulação e Transferência de Embriões - MOTE em pequenos ruminantes
05/12/2013

Regressão Prematura de Corpos Lúteos - RPCL na Múltipla Ovulação e Transferência de Embriões - MOTE em pequenos ruminantes

A tecnologia da MOTE promove maior intensidade de seleção, intervalo de geração reduzido e maior acurácia das estimativas de valores genéticos (KINGHORN et al., 2006). Porém, uma das principais desvantagens está associada ao custo da técnica que limita a sua utilização. A despesas estão, principalmente, entrelaçadas aos gastos hormonais, técnica cirúrgica de coleta e inovulação e criopreservação dos embriões. Os gastos hormonais estão, em parte, relacionados a uma grande variabilidade individual no resultado da MOTE. O chamado "efeito intrínseco ou individual" das doadoras está relacionado ao fato de que algumas fêmeas respondem melhor do que outras aos protocolos hormonais. Este efeito também está associado ao momento da dinâmica folicular no início do protocolo superovulatório e também a ocorrência da regressão prematura de corpos lúteos - RPCL (BALDASSARRE, 2008).

Acelerando a redução de progesterona após luteólise induzida aumenta a fertilidade de vacas leiteiras tratadas com Ovsynch
19/07/2011

Acelerando a redução de progesterona após luteólise induzida aumenta a fertilidade de vacas leiteiras tratadas com Ovsynch

Luteólise é definida como a perda da função do corpo lúteo (CL) e sua regressão ou involução, que encerra o ciclo estral de vacas (McCracken et al, 1999;. Niswender et al, 2000). Luteólise é caracterizada por dois eventos. No primeiro evento há diminuição da secreção de progesterona (P4) que é conhecida como luteólise funcional. Após a luteólise funcional, ocorre a luteólise estrutural ou morfológica, que é a perda da estrutura celular do corpo lúteo e sua involução gradual em corpus albicans (McCracken et al;. 1999; Niswender et al, 2000).

Problemas Reprodutivos em vacas leiteiras: ciclicidade e estro
13/06/2011

Problemas Reprodutivos em vacas leiteiras: ciclicidade e estro

A revisão dos níveis atuais de fertilidade do rebanho leiteiro do Reino Unido revela que existem inúmeros problemas. O nível de fertilidade das vacas leiteiras modernas de alto rendimento da raça holandesa é muito mais baixo se comparado ao de suas antecessoras e sugere cautela quando se extrapolam os resultados de estudos científicos "mais antigos" para a situação atual. Além disso, sistemas de manejo com diferenças significativas em níveis de fertilidade entre países colaboram para acentuar as dificuldades encontradas quando se interpretam os dados gerados por diferentes estudos.

Desafios na reprodução de vacas leiteiras de alta produção - Parte 2
29/03/2011

Desafios na reprodução de vacas leiteiras de alta produção - Parte 2

A infertilidade das vacas de leite possui soluções a curto e a longo prazo. Algumas soluções a curto prazo não possuem inconvenientes e devem ser aplicadas imediatamente. Soluções individuais podem ter maior ou menor valor, dependendo da economia do sistema de produção de leite. A importância da manipulação do sêmen e da técnica de IA para garantir o sucesso da reprodução deve ser sempre enfatizada.

Priorização de Nutrientes em Vacas Leiteiras no Pós-Parto Imediato: Discrepância entre Metabolismo e Fertilidade? Parte-2
23/04/2009

Priorização de Nutrientes em Vacas Leiteiras no Pós-Parto Imediato: Discrepância entre Metabolismo e Fertilidade? Parte-2

As alterações metabólicas induzidas pelo sistema somatotrófico para sustentar altos níveis de rendimento leiteiro também afetam o sistema reprodutivo. Ao atuar em diferentes níveis do eixo hipotalâmico-pituitário-ovariano, níveis alterados de hormônios e metabólitos exercem efeito negativo sobre o crescimento e desenvolvimento de folículos e provavelmente sobre a ovulação.

Glicose sanguínea em ruminantes: um metabólito crítico para a reprodução de vacas em lactação - Parte 3 de 3
09/05/2011

Glicose sanguínea em ruminantes: um metabólito crítico para a reprodução de vacas em lactação - Parte 3 de 3

O hormônio do crescimento, a insulina, o IGF1 e a glicose são hormônios e metabólitos que controlam o crescimento, a lactação e a reprodução. Esses hormônios são básicos para o processo de partição dos nutrientes, que normalmente acontece nas vacas no pós-parto. As estratégias de alimentação desenhadas para aumentar a glicose e a insulina de forma que o eixo somatotrópico seja reacoplado aumentam o IGF1 no pós-parto. O aumento na glicose, insulina e IGF1, teoricamente, devem melhorar a função do ovário e o desenvolvimento do concepto no caso de vacas leiteiras em fase de pós-parto.

Nutrição e saúde uterina no pós-parto e a fertilidade
21/06/2010

Nutrição e saúde uterina no pós-parto e a fertilidade

Estudos epidemiológicos demonstraram claramente que há uma forte relação entre as doenças no pós-parto e o desempenho reprodutivo subsequente dos bovinos leiteiros. As vacas diagnosticadas com hipocalcemia clínica tinham 3,2 vezes mais probabilidade de retenção de placenta (RP) do que as vacas que não tinham hipocalcemia clínica (Curtis et al., 1983). Whiteford e Sheldon (2005) também verificaram que a hipocalcemia estava associada à ocorrência de doença uterina em vacas leiteiras em lactação. Markusfeld (1985) relatou que 80% das vacas com cetonúria desenvolveram metrite.

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