Forte alta de custos pressionará mais a margem do campo nesta safra
Alta dos preços dos insumos agropecuários, como fertilizantes, defensivos e ração animal, foi a principal responsável pelo aumento dos custos de produção.
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Alta dos preços dos insumos agropecuários, como fertilizantes, defensivos e ração animal, foi a principal responsável pelo aumento dos custos de produção.
O aumento da demanda por leite e derivados deverá ocorrer, com mais intensidade, em março, após o Carnaval, exatamente no período em que a captação tende a ser menor. Com isso, a expectativa do mercado é de recuperação dos preços que, desde o final de 2013, vêm registrando retração. A seca que atingiu as regiões produtoras também afetará o [...]
A Comissão de Agricultura da Câmara aprovou ontem (1º) a criação de uma "mini CPI" para investigar o aumento nas importações de produtos lácteos do Uruguai e dos Estados Unidos. A Proposta de Fiscalização e Controle (PFC), cujos poderes são semelhantes ao de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, pressionará o governo a adotar, principalmente, travas às "importações predatórias" de leite em pó uruguaio e de soro de leite americano.
O USDEC está intensificando seu foco no mercado de envelhecimento saudável enfatizando a capacidade dos ingredientes lácteos de reduzir os riscos de efeitos adversos na saúde no futuro e direcionando para preocupações específicas dos consumidores, como a perda muscular.
O consumo médio de leite líquido nos Estados Unidos caiu 8%, de 22,4 galões (84,67 litros) por ano em 2000 para 20,6 galoes (77,86 litros) em 2009 e continuará caindo na próxima década, de acordo com o relatório de Índice de Lácteos da Tetra Pak de 2011. O consumo per capita de produtos lácteos líquidos deverá cair em cerca de 3% na América do Norte durante a próxima década, apesar de o consumo geral dever aumentar 14% com relação aos 35 bilhões de litros, para 40 bilhões de litros.
O CWT (<i>Cooperatives Working Together</i>) - programa destinado a reduzir a oferta de leite através do abate de animais, financiado pelas cooperativas - anunciou na última quarta-feira (7) que tentará aceitar 194 propostas para a próxima rodada de abate. Nesta rodada está previsto o abate de 34.442 vacas, equivalente à remoção de 296,60 milhões de litros de leite. Os produtores enviaram um total de 209 propostas para remoção de rebanhos ao CWT.
Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) farão uma reunião extraordinária em 5 de outubro para discutir a crise no setor leiteiro, informou a presidência da Suécia na UE na quarta-feira (23). Um porta-voz da presidência confirmou a data da reunião, que será realizada em Luxemburgo. A reunião foi pedida pela França, um dos países líderes na produção de leite na Europa e onde os produtores começaram a descartar leite na semana passada em protesto contra os baixos preços.
Surto de doenças em rebanhos na Grécia leva a abates em massa e ameaça a produção de queijo feta, ícone gastronômico do país. Confira aqui!
Não conseguiu acompanhar as atualizações do setor lácteo essa semana (29/10)? Fique tranquilo(a)! Nós separamos os assuntos mais importantes para você!
São várias demandas a um só tempo. Mas dá para planejar e, além disso, compensa, já que cada mudança com impacto na percepção do consumidor retorna um efeito positivo para quem produz. Dois exemplos simples: a linha de lácteos da Cooperativa Aurora tem nas embalagens um código QR (aquele que se focaliza com o celular), informando de qual produtor saiu o leite para aquele produto.
A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), quer racionalizar as análises da sua rede oficial de laboratórios - os Lanagros - estruturando-os para o atendimento dos pedidos do Ministério pelos próximos 20 anos. Em seis meses, as ações estarão em funcionamento.
A demanda por produtos lácteos está boa no mundo, mas não fantástica. A China apresenta uma boa posição compradora, em parte porque sua própria produção de leite é baixa e permanecerá assim por um tempo, disse a analista de mercado da Bolsa de Valores da Nova Zelândia, Susan Kilsby.
Na Arábia Saudita, foi visitado um dos maiores empreendimentos para produção de leite e derivados lácteos do mundo. A Almarai, em seis diferentes localidades em pleno deserto saudita, mantém um rebanho de 185 mil animais. "São 125 mil vacas, 95 mil em lactação, com média diária de 42 litros por cabeça em quatro ordenhas. Esta megaoperação gera cerca de 4 milhões de litros de leite diários", contou o presidente da Embrapa.
A recuperação nos preços dos lácteos, que aumentaram 50% desde junho, ainda se mostraram insuficientes para aumentar a produção na Nova Zelândia com relação à sua maior queda em pelo menos meio século.
Enfrentando o mercado global mais fraco em mais de uma década, as exportações de lácteos dos Estados Unidos declinaram em 2015, quebrando um ciclo de cinco anos consecutivos de expansão. As exportações totalizaram US$ 5,24 bilhões no ano passado, 26% a menos que o nível recorde de 2014. O volume total exportado caiu 8%, para 1,65 bilhão de quilos de sólidos do leite (base de sólidos totais). O volume exportado representou 14% da produção de leite dos Estados Unidos em 2015, menos que os 15,3% em 2013-14.
Os pedidos feitos pela Federação Nacional de Cooperativas de Lácteos Francesas (FNCL) para parar com as importações de produtos lácteos estrangeiros são contrários aos princípios de mercado único da União Europeia (UE), queixaram-se grupos holandeses à Comissão Europeia. Essa foi a queixa da Associação Holandesa de Lácteos (NZO) e da Federação Holandesa de Agricultura e Horticultura (LTO), apoiada na semana passada pela Federação da Indústria de Alimentos (FNLI) do país.[...]
As exportações de lácteos dos Estados Unidos na primeira metade do ano totalizaram um valor recorde de US$ 3,17 bilhões, 16% a mais que os US$ 2,74 bilhões na primeira metade de 2012, pressionada pela maior demanda global. O volume de exportação aumentou em 9% com relação ao mesmo período de 2012, mas o aumento no valor das exportações também ocorreu devido aos maiores preços, disse Alan Levitt, vice-presidente de comunicações do Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC).
Após 16 meses de firmes declínios nos preços, os mercados globais de lácteos deverão aumentar novamente. O apetite mundial por produtos lácteos não diminuiu, por outro lado houve uma desaceleração no crescimento da produção de leite nos Estados Unidos e na Europa, pressionando o mercado internacional.
Paralelamente ao Comitê de Medidas Sanitárias e Fitosanitárias (SPS) da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil vai ampliar as pressões sobre Colômbia, Uruguai, Indonésia e Israel para derrubar as barreiras às exportações. A delegação brasileira quer discutir pendências envolvendo produtos como carnes, açúcar, gelatina, lácteos, animais vivos, sêmen e embriões.
Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira de Leite Longa Vida, Laércio Barbosa, o preço do leite "subiu um degrau". Mas ele pondera que, em razão do próprio estímulo do preço, a produção nacional cresceu 25% entre julho e agosto, antecipando a safra. A indústria, diz, reduziu em 40% os preços nos últimos 40 dias e já começam a aparecer promoções no varejo.Para ele, a receita dos produtores começará a cair em outubro entre 10% e 20%.
A indústria de lácteos da Europa está a caminho de se recuperar do difícil ano de 2006, à medida que os efeitos deletérios das reformas na Política Agrícola Comum (PAC) na produção de leite em 2003 começaram a chegar ao fim, informou um novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Um encontro de lideranças da pecuária leiteira paulista para debater o tema "O futuro do leite no Brasil" no dia 05/10 foi um dos destaques da Expomilk 2006. Estiveram presentes o jornalista Joelmir Beting, Marcelo Costa Martins, da CNA, Paulo Fernando Machado, da Clínica do Leite (Esalq/USP), Wilson Massote Primo, da Terra Viva, Cláudio Silveira Brisolara, da Faesp, Marcos Sawaya Jank, da Icone, Sebastião Teixeira Gomes, da UFV.