GO: índice de preços do mercado lácteo goiano é divulgado pela Seapa
O número é resultado da média ponderada da variação dos preços médios dos cinco itens que compõem a cesta. Confira!
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O número é resultado da média ponderada da variação dos preços médios dos cinco itens que compõem a cesta. Confira!
O índice da cesta de derivados lácteos teve uma variação total ponderada de -1,14%, no mês de referência de agosto. Saiba mais sobre o relatório aqui!
Em março, segundo o CEPEA, o preço médio pago pelo leite ao produtor (referente à produção entregue em fevereiro) aumentou mais 2% (ou 1,7 centavos por litro), indo para R$ 0,8581/litro na média ponderada dos estados de RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA.
Apesar do recente episódio de contaminação de um lote de concentrado protéico de soro, envolvendo a Cooperativa Fonterra da Nova Zelândia, principal ofertante do leilão gDT, os produtos lácteos não sofreram queda significativa em seus preços.
O boletim de mercado do setor lácteo goiano foi divulgado nesta segunda-feira, 23 de março, pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás. O índice da cesta de derivados lácteos teve variação total ponderada de 0,18%, seguindo os preços nominais dos derivados lácteos no atacado.
A oferta de leite relativamente estável em julho, devido ao clima desfavorável no Sul, e também à entressafra no Sudeste e Centro-Oeste, sustentou os preços em agosto. O valor médio pago aos produtores em agosto (referente à produção entregue em julho) seguiu no mesmo patamar dos meses anteriores, com leve aumento de 0,6% frente ao pagamento de julho, a R$ 0,8698/litro (preço bruto) - média ponderada dos estados de RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA.
Em outubro, o preço médio pago pelo leite aos produtores (referente à produção entregue em setembro) foi de R$ 0,8888/litro, leve recuo de 0,3% em relação ao mês anterior. Esse valor representa a média ponderada dos estados do RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA - a base de ponderação é o volume produzido pelos estados segundo apontado pela Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE. Para o próximo pagamento, a maior parte dos compradores da matéria-prima consultados pelo Cepea acredita em redução dos preços devido ao início da safra no Sudeste e Centro-Oeste estimulada, por sua vez, pelas chuvas que favorecem o desenvolvimento das pastagens.
Em abril, o preço médio pago pelo leite aos produtores (referente à produção entregue em março) aumentou 4,9% em relação ao mês anterior, passando para R$ 0,7956/litro - considera-se a média ponderada dos estados de RS, PR, SC, SP, MG, GO e BA. Em termos nominais, a média de abril é 4,7% superior à do mesmo mês do ano passado, porém, se descontada a inflação do período, a variação passa a ser negativa, em 1% - valores deflacionados pelo IPCA de março/11.
Os valores pagos aos produtores de leite em novembro tiveram forte redução. O principal motivo foi o aumento expressivo do volume captado em outubro por laticínios/cooperativas. Conforme as empresas amostradas pelo Cepea, o crescimento foi de 7,6% em outubro frente ao mês anterior. O ICAP-Leite/Cepea atingiu o maior nível do mês de outubro desde o início da pesquisa, em 2004. Os preços brutos praticados em novembro (referentes à produção de outubro) recuaram 8,8%, ou 6,13 centavos por litro, em relação ao mês anterior, com a média ponderada indo para R$ 0,6371/litro.
O levantamento mais recente de preços pagos aos produtores de leite realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, mostra que houve queda de quase 4,5 centavos por litro, ou 5,95%, de setembro para outubro, referente à produção entregue em setembro. A média ponderada por estados de RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA, ficou em R$ 0,6984/litro, valor bruto (sem o desconto de 2,3% de CESSR, ex-Funrural, e frete). Os fatores para a desvalorização em outubro continuam os mesmos dos do mês anterior, quando o valor médio recuou mais de 3 centavos: maior produção e queda nos preços dos derivados.
Em setembro, o preço do leite pago ao produtor caiu 3,2 centavos por litro, ou 4,1%, na média do RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. No pagamento de setembro, referente à produção de agosto, a média ponderada foi de R$ 0,7426/litro, valor bruto (sem o desconto de 2,3% de CESSR, ex-Funrural, e frete). A fundamentação para as quedas está no aumento do volume do leite recebido pelas empresas e nas fortes desvalorizações de derivados no segmento atacadista.
Desta vez, o aumento no preço médio do leite foi um pouco maior. Nos sete estados (RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA) que o Cepea considera para a "média nacional" (ponderada por volume), o reajuste foi de 1,7 centavo por litro ou de 2,81%. Isso significa que o valor bruto médio recebido pelo produtor em abril (referente à produção entregue em março) foi de R$ 0,6258/litro - sem o desconto dos 2,3% da CESSR e do frete.
O valor bruto do leite pago aos produtores em março teve alta de 1,78%, o que representou R$ 0,01 a mais no preço do litro, que ficou em R$ 0,6087. A média nacional - ponderada por volume - foi calculada pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e abrange sete estados, incluindo Minas Gerais. O valor médio pago aos produtores mineiros teve alta de 2,43%, ficando em R$ 0,6057. Em função deste pequeno incremento, que interrompe uma sequência de queda, a expectativa para o segmento é de estabilidade nos preços.
Mesmo que timidamente, o preço do leite pago aos produtores em março (foi entregue em fevereiro) aumentou. Nos sete estados (RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA) que o Cepea considera para a "média nacional" (ponderada por volume), o reajuste foi de 1,78% no valor bruto - sem descontar 2,3% de CESSR (ex-Funrural) e frete -, o que representou 1 centavo a mais por litro. Assim, a "média nacional", em março, foi de R$ 0,6087/litro.
Do nascimento ao desaleitamento, as bezerras sofrem grandes mudanças fisiológicas e metabólicas. Durante a fase pré-ruminante, a digestão e metabolismo são semelhantes aos de animais monogástricos em muitos aspectos, sendo, dessa forma, as necessidades dietéticas melhor satisfeitas com dietas líquidas de alta qualidade. O período mais crítico nesta fase são as primeiras 2-3 semanas de vida, período no qual o sistema digestivo do bezerro é imaturo, porém em rápido desenvolvimento.
A média ponderada nacional (RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA) nos 12 pagamentos (referentes às produções de dezembro de 2007 a novembro de 2008) foi de R$ 0,7001/litro, sem o desconto do frete e dos impostos, aumento de 1,93% em relação ao valor médio de 2007, de R$ 0,6869/litro (sem o desconto do frete e dos impostos).
O Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-Leite) aumentou 3,8% em agosto frente a julho; mesmo assim, ficou num patamar 4,7% inferior ao observado no mesmo mês do ano passado. A oferta de leite relativamente baixa - apesar do aumento mensal - devido ao período de entressafra na maior parte das regiões produtoras, aos custos mais elevados e ao clima, que prejudicou a safra de inverno no Sul, tem acirrado a disputa pela matéria-prima entre os laticínios.
Mesmo com clima desfavorável, captação aumentou no Sul e elevou captação de leite no país em junho.
Em maio, o preço médio pago pelo leite ao produtor (referente à produção de abril) aumentou 5,5% (o equivalente a 4,4 centavos por litro) em relação ao mês anterior, impulsionado pela menor oferta do produto neste período de entressafra. O valor médio (bruto) foi de R$ 0,8399/litro. Em termos reais, ou seja, descontando-se a inflação (IPCA de abril/11), o valor pago pelo leite ficou no mesmo patamar observado em maio do ano passado (leve recuo de 0,1%); em termos nominais, houve alta de 5,2% frente àquele mês.
O preço médio bruto pago pelo leite ao produtor em novembro (referente à produção de outubro) teve leve alta de 2,4% (ou 1,7 centavo por litro) em relação ao mês anterior, a R$ 0,7142/litro. O atual comportamento do mercado, apesar de atípico para este período do ano (safra), era esperado pela maior parte dos agentes de mercado. O ligeiro aumento foi sustentado pela oferta de leite ainda restrita no mês de outubro. Além disso, o mercado de derivados - especialmente leite longa vida e queijos - permaneceu firme no período, contribuindo para os atuais patamares de preços.
Mesmo com o clima seco em grande parte do País no mês de julho, a produção de leite aumentou e os preços recebidos por produtores em agosto caíram novamente. De maio para cá, a queda acumulada é de 13,35%. Neste mês, o preço médio nacional pago ao produtor (referente à produção entregue em julho) recuou 4,5% (3,2 centavos por litro) frente a julho, indo para R$ 0,6918/litro.
Em junho, o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L/Cepea) aumentou 3,43% em relação ao mês anterior. De acordo com agentes do setor consultados pelo Cepea, o clima nos estados do Sul entre maio e junho favoreceu o desenvolvimento de pastagens de inverno e, com isso, a produção de leite. Quanto ao preço pago aos produtores, houve nova redução em julho (referente à produção entregue em junho). Agora, a queda foi de 6,16%, equivalente a 4,7 centavos por litro, com a média bruta a R$ 0,7242/litro.
O preço do leite pago aos produtores manteve-se praticamente estável em fevereiro. O volume captado em janeiro/09 foi 1,25% menor que o de dezembro/08 e cerca de 8% inferior ao de janeiro/08.