Evolução do consumo de lácteos no mundo
Compreender a evolução do consumo per capita mundial de lácteos oferece uma visão estratégica para o setor, permitindo prever tendências e se adaptar ao mercado
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Compreender a evolução do consumo per capita mundial de lácteos oferece uma visão estratégica para o setor, permitindo prever tendências e se adaptar ao mercado
Crescendo 1,1%, como apontam as previsões, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2018 permanecerá no mesmo patamar de sete anos antes, ainda inferior ao desempenho obtido em 2012. Se levada em consideração a geração de riqueza por habitante, o PIB per capita mostra um cenário ainda pior, com desempenho inferior ao de 2010, segundo dados desagregados do Monitor do PIB apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
Depois de uma década de crescimento expressivo, a demanda por lácteos está esfriando no Brasil. Um estudo do banco holandês Rabobank estima que o consumo per capita de lácteos deve ficar estagnado em 174 litros (equivalente leite) neste ano no país e cair para 170,7 litros em 2016. A recuperação deve começar a partir de 2017 - uma demanda per capita de 171,16 litros -, com a esperada retomada da atividade econômica.
A empresa Müller Milk & Ingredients verificou um aumento sem precedentes de 25% da produção escocesa de leite, que vai além da demanda local dos consumidores.
O tamanho das famílias e a maturidade têm impactado o consumo no Brasil. Essa é uma das principais conclusões do estudo Winning the Future, apresentado nesta quarta-feira, durante coletiva de imprensa, pela Kantar Worldpanel. De acordo com o levantamento, que analisou 96 categorias no período de abril de 2016 a março deste ano, os independentes jovens (até 49 anos) e maduros (maiores de 50 anos), cujo número médio de pessoas no lar não ultrapassa dois indivíduos, tiveram gasto per capita maior do que os demais domicílios. São 34% e 41%, respectivamente, acima da média.
Os dados sobre manteiga e margarina disponibilizados pelo Serviço de Pesquisas Econômicas (ERS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) - que fornece estimativas anuais sobre ofertas per capita disponíveis para os consumidores americanos e que serve como um indicador de consumo - podem ajudar a contar a história do consumo de manteiga e margarina no país.
Os últimos dados publicados pelo IBGE sobre a produção de leite brasileira mostram que houve uma desaceleração no crescimento da atividade. Tal cenário pode ser reflexo da estagnação do consumo per capita de leite no Brasil, que não cresceu na comparação entre 2011 e 2012.
A disponibilidade de leite per capita na Índia, maior produtor de leite do mundo, é levemente maior do que a média mundial, de acordo com a presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento de Lácteos, Amrita Patel. Ela disse que a disponibilidade per capita de leite na Índia é de [...]
Os uruguaios consomem 239 litros anuais de leite per capita e se converteram nos maiores consumidores do mundo, segundo dados da Federação Pan-americana de Leite (Fepale).
Argentina, Uruguai e Costa Rica são os únicos países da América Latina que estão acima dos 180 litros recomendados de consumo per capita de leite.
O IBGE divulgou no último dia 30 os dados relativos à captação de leite inspecionado pelo SIF no Brasil no primeiro semestre de 2009. Confirmando o que a amostragem obtida pelo Índice de Captação de Leite do Cepea/USP já indicava, a queda foi significativa: 4,52% a menos do que em 2008. Diante desse cenário, era de se esperar um forte desabastecimento, ainda mais considerando que, nos últimos anos, o mercado total crescia a uma taxa de 3% ao ano, sendo metade dele devido ao aumento do consumo por pessoa e a outra metade em função do crescimento populacional, isto é, pelo crescimento orgânico da população.
Nos últimos anos, o consumo de laticínios no Irã caiu 28% para um nível crítico de 60 kg per capita. Confira mais dados!
O consumo aparente de lácteos no Uruguai foi em 2010 de 242 litros por habitante, um volume 9 litros superior ao de 2009 e o máximo registrado no país, segundo um relatório do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca do Uruguai.
Segundo projeção do Icone (Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais) feita com base no aumento da renda per capita mundial, o consumo de cereais - arroz, feijão, grãos e raízes - será reduzido e substituído por mais lácteos e carnes. Mundialmente, o consumo per capita de cereais deve cair 0,09% ao ano e o de lácteos subir 0,44%.
Quando a economia brasileira começar a se recuperar (será que ainda este ano?) e retomarmos, novamente, nosso ritmo de crescimento de produção de leite e começarmos a recuperar nosso consumo per capita de leite e derivados, quando e onde poderemos chegar com nossa produção?
O Brasil é um dos 10 maiores países consumidores de sorvetes e picolés do mundo, com um consumo per capita de 5,5L/ano e um faturamento anual acima de R$15 bi.
Novos dados do Serviço de Pesquisa Econômica do USDA (ERS) sobre o consumo per capita de laticínios apontam para as categorias de queijo, manteiga e iogurte que impulsionam o crescimento no setor.
As vendas de laticínios per capita no ano passado totalizaram 293 quilos. Não importa o que dizem os críticos, as tentativas de elaborar uma narrativa de "morte de laticínios" são equivocadas, disse Alan Bjerga, vice-presidente sênior de comunicações da Federação Nacional de Produtores de Leite.
Não-me-Toque é um municipiozinho de nome pra lá de estranho. Fica mais ao norte do Rio Grande do Sul e tem população que não chega a 18 mil habitantes. Sem ser sede de grandes empresas, tem um PIB per capita que é mais do que o dobro do PIB per capita do Brasil. Além disso, tem um IDH - Índice de Desenvolvimento Humano que o coloca entre os 5% dos municípios melhores posicionados dentre todos os 5.570.
Apesar da falta de demanda por leite fluido, os americanos estão desejando mais queijo e aumentando o consumo doméstico. De acordo com um artigo recente da RaboResearch, o consumo per capita de queijos cresceu de 6,5 para 16,7 quilos, um aumento de 10,2 quilos.
Segundo o estudo 'Dairy in Latin America', da consultoria Euromonitor International, o consumo de lácteos na América Latina está significantemente atrás de outras regiões do globo. Com um consumo per capita de USD99, a população da América Latina gasta menos que a metade que a Europa Ocidental e América do Norte.Segundo o estudo 'Dairy in Latin America', da consultoria Euromonitor International, o consumo de lácteos na América Latina está significantemente atrás de outras regiões do globo. Com um consumo per capita de USD99, a população da América Latina gasta menos que a metade que a Europa Ocidental e América do Norte.
O consumo de lácteos tem alta relação com a renda da população. Com efeito, tivemos forte expansão do nosso mercado entre 2001 e 2015, quando nosso consumo per capita passou de 120 para 175 kg/habitante/ano, fruto do aumento da renda, principalmente nos estratos mais pobres.