Pegada hídrica na produção leiteira
A pegada hídrica da produção leiteira é comumente expressa em litros de água por litro de leite e considera a água efetivamente consumida e não a água captada.
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A pegada hídrica da produção leiteira é comumente expressa em litros de água por litro de leite e considera a água efetivamente consumida e não a água captada.
A pegada de carbono consiste, basicamente, em uma fórmula para fazer a medição das emissões de gases estufa no planeta. Entenda mais no nosso artigo!
Entenda onde estão as principais emissões na produção de queijos e como reduzi-las de forma consistente.
Uma menor pegada de carbono está sempre associada a sistemas com maior proporção de pasto na dieta. Cique aqui para saber mais, acesse!
Pesquisadores brasileiros e alemães mostram que o aumento na produção de milho e soja, aliado ao manejo correto dos dejetos, diminui o uso de água na pecuária. Saiba como!
O estudo sobre IATF revelou que a biotecnologia não só aumentou a produção, mas também ajudou a reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa. Saiba mais!
À medida que continua a progredir no setor, estudos mostraram que a eficiência alimentar é um dos fatores mais críticos na redução da pegada de carbono no leite
O agronegócio, inclusive a pecuária leiteira, foram algumas das atividades que receberam maior foco quando o assunto é emissão de gases do efeito estufa. Veja!
Um estudo desenvolvido em cooperação técnica entre a Embrapa Gado de Leite (MG), a Sooro Renner Nutrição e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) redefiniu critérios de medição do impacto ambiental do soro do leite e derivados no setor.
Marca de soluções e ingredientes lácteos da Fonterra, apresentou sua ferramenta digital Carbon Footprinter para fornecer perfis de emissões de produtos lácteos.
Pesquisa liderada pela Universidade McGill indica que vitaminas B microencapsuladas reduzem emissões e elevam a eficiência produtiva.
A pegada de carbono é uma variável utilizada para avaliar a sustentabilidade na atividade leiteira. Entenda quais informações são necessárias para o cálculo!
A empresa global de embalagens Amcor anunciou que o rótulo 'Reducing CO2 Packaging' da Carbon Trust agora pode ser impresso nas embalagens da Amcor para demonstrar as reduções da pegada de carbono.
Os cientistas descobriram que as emissões de gases de efeito estufa por kg de leite na Holanda caíram 35% entre 1990 e 2019. Saiba mais aqui!
A convergência das agendas ambiental e energética tem potencial para ser uma das maiores oportunidades do setor lácteos das últimas décadas. Veja!
A Embrapa disponibilizou uma ferramenta online que dá acesso aos dados da pegada de carbono de diversos produtos agropecuários em nível municipal. Confira!
Mais leite, menos aquecimento: essa é a promessa de uma nova fórmula probiótica em desenvolvimento para vacas. Saiba mais!
Espaço Aberto: Em qualquer fórum nacional ou internacional em que esteja sendo discutida a competitividade da agropecuária brasileira, o recurso natural que aparece como grande diferencial de competitividade é a água. A América do Sul e o Brasil são ricos nesse recurso natural. Preservá-lo e conservá-lo em quantidade e qualidade é estratégico para manutenção dessa competitividade. Por Julio Cesar P. Palhares
Utilizar Aloe vera na alimentação de bovinos ajuda na produção de leite e no meio ambiente. Saiba mais aqui sobre esse subproduto.
A Embrapa realizou um estudo sobre a pegada hídrica azul de dois sistemas de produção de leite diferentes. No período de 12 meses, foram avaliadas uma propriedade convencional e outra orgânica de produção de leite no estado de São Paulo. A pegada hídrica azul é definida como a água consumida de fontes superficiais e subterrâneas. Num sistema de produção de leite esse tipo de água é utilizada para irrigação das culturas, dessedentação dos animais e serviços (limpeza, climatização, etc.).[...]
Uma pergunta que começa a ser feita pela sociedade e por aqueles que têm como missão gerenciar os recursos hídricos é: quanto de água se consome para produzir um quilograma de carne, leite, ovo, milho, soja, etc? Nos últimos anos, estudos com o objetivo de responder a essa pergunta começaram a ser feitos. Existem vários métodos que podem ser utilizados nesses estudos. Um dos que tem tido maior aceitação pela comunidade científica, governos e destaque na mídia é o método da pegada hídrica.
Os técnicos do Projeto Pegada Hídrica, parceria entre CNA e Embaixada Britânica, realizaram um estudo com o levantamento de dados sobre a quantidade de água utilizada nas cadeias produtivas de carne e leite no Estado de São Paulo.
A quantidade de emissões de gases de efeito estufa (GEE) por galão de leite produzido pelos produtores de leite da Califórnia caiu mais de 45% nos últimos 50 anos, de acordo com um novo estudo publicado pelo Journal of Dairy Science.
O Brasil é rico na disponibilidade de água doce, mas essa água está distribuída de forma desigual no território e as regiões de concentração de produção animal não são as que possuem as maiores disponibilidades de água. Portanto, preservar e conservar o recurso em quantidade e qualidade é estratégico e fundamental para o desenvolvimento [...]