ONU propõe transformação radical nos subsídios agrícolas
ONU propõe Redirecionarem US$ 470 bilhões em subsídios à agricultura que consideram nefastos nos planos social e ambiental. Saiba mais aqui sobre as mudanças.
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ONU propõe Redirecionarem US$ 470 bilhões em subsídios à agricultura que consideram nefastos nos planos social e ambiental. Saiba mais aqui sobre as mudanças.
A agência das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura acompanha os preços dos alimentos concluiu que a comida nunca esteve tão cara. Saiba os motivos!
A fome está aumentando no mundo, revela novo relatório de cinco agências das Nações Unidas. No Brasil, o número de subalimentados diminuiu, enquanto cresceu o número de pessoas obesas.
Cinco agências das Nações Unidas recomendaram que os governos empreendam uma profunda transformação nos sistemas alimentares em seus países para garantir a oferta de comida saudável, a preços acessíveis, e sem reflexos negativos ao ambiente. As mudanças podem ter consequências no médio e longo prazos para o Brasil, um dos maiores produtores e exportadores globais de produtos agropecuários.
O Ministério da Agricultura extinguiu um comitê com participação da sociedade civil que integrava a estrutura do Projeto Dom Hélder Câmara, programa com ações de combate à pobreza e apoio ao desenvolvimento rural sustentável no semiárido do Nordeste, apoiado pelo Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida), da ONU.
O fundo de US$ 1 bilhão criado pela ONU Meio Ambiente, com apoio do Rabobank, para financiar projetos e práticas de agricultura sustentável, anunciado no ano passado, começará a ter seus primeiros desembolsos no próximo mês. O primeiro projeto beneficiado deverá do segmento sucroalcooleiro do Brasil, afirmou o diretor global de sustentabilidade do banco holandês, Bas Rüter, durante a Conferência Global de Ações Climáticas (GCAS, na sigla em inglês), realizada em San Francisco, na Califórnia.
As emissões de gases de efeito estufa atingiram um novo recorde no ano passado, colocando o mundo no caminho para um aumento médio de temperatura de 3 graus Celsius, revelou um relatório da ONU nesta quarta-feira.
A delegação dos EUA surpreendeu a comunidade internacional em uma reunião da Assembleia Mundial de Saúde, afiliada à ONU, ao condenar uma resolução de incentivo à amamentação. O posicionamento americano foi contrário ao recomendado por estudos científicos e atendia aos interesses dos fabricantes de fórmulas infantis. Os diplomatas do país ainda ameaçaram sanções comerciais às nações que apoiassem a medida.
Os preços de commodities tendem a aumentar pouco até 2030, com possível exceção da cotação do petróleo. Uma tendência de declínio dos preços no longo prazo pode ser ocasionalmente interrompida por algumas altas. A projeção é do "Relatório sobre Commodities e Desenvolvimento 2017", publicado pela Unctad (Agência da ONU para Comércio e Desenvolvimento) e a FAO (Agência da ONU para Agricultura e Alimentação).
O Pacto Global da ONU, uma iniciativa da organização multilateral voltada ao setor privado e com sede em Nova York, elegeu o agronegócio no Brasil como o primeiro setor a ter uma metodologia específica de aplicação de políticas corporativas para atender aos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos para 2030.
Um programa de financiamento para commodities sustentáveis, lastreado por bônus "verdes" e idealizado para ajudar agricultores brasileiros e evitar o desmatamento do Cerrado, está sendo lançado hoje em Londres.
Carlo Petrini, presidente global do movimento Slow Food e embaixador especial da ONU contra a fome é um dos maiores defensores dos queijos de leite cru.
O Rabobank investirá US$ 1 bilhão nos próximos três anos para estimular a produção sustentável de alimentos. Em parceria com a Organização das Nações Unidas - Meio Ambiente, o banco holandês criou o programa Kickstart Food, que vai auxiliar seus clientes em iniciativas de restauração de terras e proteção florestal.
A agricultura familiar foi eleita tema do ano pelos 193 países membros da ONU. Durante reunião realizada em dezembro, a Assembleia Geral da ONU declarou 2014 o Ano Internacional da Agricultura Familiar. A declaração inédita para o setor é resultado do reconhecimento do papel fundamental que esse sistema agropecuário sustentável desempenha para o alcance da segurança alimentar no planeta.
A Organização das Nações Unidas (ONU) quer acabar com o assistencialismo no combate à fome e promover uma mudança radical na estratégia para alimentar milhões de pessoas. A ONU ainda tem mirado em projetos brasileiros - como o Bolsa Família - como exemplo para seus futuros programas.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon e o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, pediram ontem (05) aos governos que aumentem o apoio aos pequenos agricultores familiares de todo o mundo com o objetivo de ganhar a luta contra a fome. Ban ressaltou que o Ano Internacional da Agricultura Familiar, que se celebra em 2014, é um chamado para o comprometimento. A mensagem foi transmitida por Graziano no Fórum Mundial e na Expo sobre Agricultura Familiar que acontece em Budapeste.
Iniciativa do governo federal de estímulo à redução de CO2, o Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) vai estar em dois painéis durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20).
Países detentores de terras e países que sabem que precisarão importar alimentos no futuro se enfrentam na ONU em relação à compra de terras. O escritório das Nações Unidas propôs uma espécie de acordo internacional para regular como a compra de terras por estrangeiros deveria ocorrer, mas o projeto é atacado por todos os lados. O Brasil argumenta que o acordo é insuficiente para lidar com o fenômeno. Já para americanos e chineses, um acordo pode até ser debatido, mas não pode tornar-se um obstáculo aos investimentos.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, delegou a uma desconhecida organização, o InterAcademy Council (IAC), a tarefa de reparar a credibilidade do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), após a detecção de erros em seus estudos e o vazamento de polêmicos e-mails. O secretário-geral da ONU decidiu solicitar essa revisão depois que a credibilidade do IPCC foi afetada quando foram admitidos erros em seu relatório de 2007.
A Dinamarca, anfitriã das negociações da ONU sobre mudanças climáticas que acontecem em Copenhague em dezembro, propôs nesta segunda-feira que o final de 2010 seja o novo prazo fixado para a conclusão de um acordo sobre emissões de gases estufa que obrigaria legalmente os signatários a cumprirem seus termos.
A ONU reconhece que um acordo em Copenhague sobre mudanças climáticas poderá não incluir a prometida ajuda financeira aos países em desenvolvimento, numa admissão que deixará enfurecidos os países mais pobres e possivelmente porá fim às expectativas de um acordo amplo e abrangente.
Uma nova crise por causa da inflação no preço dos alimentos é apenas uma questão de tempo, disse na terça-feira um funcionário da Organização das Nações Unidas, criticando os líderes mundiais por não resolverem fatores que, segundo ele, foram determinantes para uma crise semelhante em 2008 - especulação e expansão dos biocombustíveis. O relator especial Olivier de Schutter disse também que a recente cúpula alimentar da ONU em Roma não discutiu o domínio dos mercados globais por grandes corporações do agronegócio.
A rápida expansão populacional, a mudança climática e a degradação dos recursos hídricos e fundiários devem tornar o mundo mais vulnerável à insegurança alimentar, com o risco de não ser possível alimentar toda a população até 2050, disse a FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura).