Compost Barn dá muito trabalho?
Compost Barn não necessariamente dá "muito trabalho", mas como qualquer sistema de produção, requer atenção e cuidados específicos. Confira quais são!
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Compost Barn não necessariamente dá "muito trabalho", mas como qualquer sistema de produção, requer atenção e cuidados específicos. Confira quais são!
A atividade leiteira não precisa, necessariamente, restringir-se a produção e venda do leite. Obter o leite compõe o "primeiro vagão na locomotiva do setor lácteo, mas é possível agregar valor ao leite ainda dentro da propriedade!
O processamento de leite em temperatura ultra-alta (UHT) representa uma "excelente possibilidade" para inovação de produtos dentro da indústria de lácteos dos Estados Unidos, disseram executivos da Dean Foods e da HP Hood. Os lácteos que poderão ser mantidos em temperatura ambiente serão uma plataforma "excitante" para o desenvolvimento de [...]
Apesar do recente episódio de contaminação de um lote de concentrado protéico de soro, envolvendo a Cooperativa Fonterra da Nova Zelândia, principal ofertante do leilão gDT, os produtos lácteos não sofreram queda significativa em seus preços.
A Ordenhadeiras Sulinox e sua parceira francesa Serap - fabricante de tanques refrigeradores de leite de 5,2 mil a 40 mil litros - levaram produtores brasileiros de leite ao Uruguai no final de julho. "Foram três produtores do Paraná e um do Rio Grande do Sul, que visitaram fazendas uruguaias entre os dias 23 e 27", relata o gerente comercial da marca gaúcha, Norberto Viégas.
Reduzir a população de vacas reduziria drasticamente as emissões de gases de efeito estufa e as demandas de terra para a produção de leite. No entanto, os consumidores não precisam refrear seu consumo, já que menos vacas não significa necessariamente menos leite, queijo e iogurte.
É consenso que o ano de 2019 foi bastante desafiador para a indústria láctea, visto que as expectativas eram altas e a economia do país não foi correspondente, impactando diretamente no consumo. Produtos lácteos com valor agregado (como requeijão, cream cheese, leite fermentado, entre outros), que são extremamente elásticos, logo, foram responsáveis pela retração na cesta de lácteos. Mas essa retração não foi necessariamente apenas em volume consumido, mas também em valor.
Mas, afinal, o que é ser agrodigital? Será que sou agrodigital? Boa pergunta! Ser agrodigital não é necessariamente usar freneticamente as diversas tecnologias que surgem a cada dia. Há um passo anterior - e mais relevante - que precisa ser seguido. O ponto de partida é compreender que há, sim, um processo intenso de mudanças ocorrendo. E que estamos ainda no começo desse processo, embora, como outro dia ouvi, "o trem já saiu da estação em direção ao futuro e já tem gente nele".
"Fui unindo os pontos e me questionando: por que não um whey com sabor de iogurte grego que não necessariamente precisa ser 'tomado'? E se fosse um produto no qual os consumidores apreciassem de colher?" Assim, ele foi desenvolvendo a ideia inicial e lapidando o produto. "Quem não gosta de morango? E se colocássemos sementes de chia para gerar uma 'crocância' e explorar a funcionalidade desse ingrediente?".
Nem todo desafio em comunicação está relacionado necessariamente à venda de um produto ou serviço. Às vezes, precisamos percorrer longos caminhos antes mesmo de fazer uma proposta de fato. Um desses caminhos trata da construção de relacionamentos. Em muitas culturas, especialmente as latinas, criar e estreitar laços pessoais representa um passo imprescindível para fechar um negócio.
Esse espaço é destinado a conhecer melhor os usuários do MilkPoint que mais participam com artigos, comentários e análises. É com muita satisfação que, ao retomar essa coluna, que estava meio parada, apresentamos o Prof. Paulo Mühlbach, profundo conhecedor da atividade leiteira no Rio Grande do Sul. Com opiniões bem embasadas e muita clareza, ele expõe sua visão sobre o leite no país, com ênfase no Rio Grande do Sul.
A queda de 2,4% na estimativa da produção nacional de grãos na safra 2011/2012 em relação à safra anterior, prevista no terceiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), não é necessariamente uma notícia ruim. Obviamente, melhor seria se a previsão fosse de novo crescimento da safra agrícola. De qualquer maneira a produção de grãos será muito alta e comprovará, mais uma vez, os resultados da profunda transformação pela qual passou a atividade rural no Brasil nas últimas décadas.
A palavra que vem sendo utilizada com maior frequência nos últimos meses para o mercado de lácteos brasileiro é: Atípico. Por mais que os especialistas desse mercado estudem os seus fundamentos como, clima, preço de insumos, estoques e outros, há sempre surpresas no caminho do produtor. ? Isso traz um enorme risco para quem assume a tarefa de escrever sobre o mercado do leite. Este texto aborda de forma resumida os principais fundamentos do mercado de lácteos dos últimos três meses e uma visão para o início de 2011.
Segundo a Pesquisa de Produção da Pecuária Municipal de 2009 (PPM 2009), do IBGE, a produção de leite no ano passado totalizou 29,11 bilhões de litros, alta de 5,6% frente a 2008 (27,58 bilhões de litros). A diferença de 1,53 bilhão de litros se deu em grande parte pelo crescimento no período da produção informal, de 1,21 bilhão.
A disparada das cotações nos mercados futuros agrícolas não será traduzida em uma grande elevação dos preços dos alimentos para os consumidores, disse o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Tom Vilsack, em entrevista ao Wall Street Journal. "Não estou certo de que os preços das commodities necessariamente elevarão os custos dos alimentos de forma direta e na mesma proporção", disse. "Eles sobem e descem o tempo todo".
A concorrência no mercado de embalagens longa vida promete ficar mais apertada no país nos próximos anos, no que depender do apetite da alemã SIG Combibloc. A fabricante de embalagens cartonadas e equipamentos, que está investindo € 90 milhões na construção de sua primeira fábrica no Brasil, no município de Campo Largo (PR), pretende avançar na carteira da concorrente Tetra Pak, hoje líder absoluta, com participação superior a 90%, e concentrar seus contratos em grandes clientes regionais, não necessariamente do segmento de leite UHT. Recentemente, firmou contrato de fornecimento com seu primeiro cliente na área de bebidas não carbonatadas da América do Sul, a Schincariol.
Existe certa apreensão sobre a redução do rebanho ovino no mundo, mas esta visão é estreita e merece ser mudada. Não importa quantos animais existem num país e sim a produção de carne que é obtida a partir deles. E neste ponto, a ovinocultura tem se mostrado muito eficiente. Enquanto o rebanho mundial diminuiu 11% desde 1990, a produção de carne aumentou 24%. É interessante destacar que os países que produzem mais não são necessariamente os detentores dos maiores rebanhos, devido à grande diferença de nível tecnológico entre as nações.
Todo ano vemos, do alto de nossas porteiras, a gangorra do preço do leite balançar alucinadamente, impulsionada por diversos fatores que, em sua maioria, não têm a explicação necessariamente cristalina para seu fomento. O que nós precisamos é de, antes de tudo, exigir respeito não só dos governantes, mas, também, da sociedade que se esqueceu que tudo o que vem a sua mesa, de uma forma ou de outra, teve a intervenção de um produtor rural e que, se cerrarmos nossas porteiras, o mundo perecerá de fome.
Nessa semana, participei de um evento fechado promovido pela DPA para discutir a competitividade do leite brasileiro. Podemos ser realmente grandes exportadores de lácteos? Se sim, o que precisa ser feito?
Adequada determinação dos requerimentos do animal em proteína é de fundamental importância para maximização da produção, e minimização do uso de nitrogênio nos sistemas de produção de leite. É sabido que o aumento na oferta de nitrogênio pode promover aumento na produção de leite, mas a eficiência de conversão do nitrogênio dietético em proteína do leite previsivelmente irá diminuir.
Alguns eventos ocorridos recentemente, embora não necessariamente relacionados entre si, conduzem-me à mesma conclusão sobre as implicações de algumas ações postas em marcha pelo governo brasileiro. Vou descrever esses eventos antes de discutir as questões que, a meu ver, precisam ser aprimoradas e mais bem trabalhadas pelo governo federal, sob pena pôr em descrédito políticas que são de vital importância para o País. O tema a que me refiro é o zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar.
O Brasil possui uma grande proporção de seu rebanho leiteiro mantido em sistemas que exploram basicamente pastagens. Estas pastagens, que podem ser nativas ou cultivadas, são a principal e, em alguns casos, a única fonte de alimento para esses animais. Como aproximadamente dois terços dos custos de produção advém da alimentação, em se tratando de sistemas a pasto, as pastagens são de fundamental importância para que o sistema funcione de forma economicamente viável.
Primeiro indicativo financeiro do ânimo dos produtores rurais, o desembolso de crédito rural nos dois primeiros meses do atual ano-safra (2011/12) alcançou R$ 17 bilhões. Em relação ao mesmo bimestre da temporada anterior (2010/11), quando foram liberados R$ 20,4 bilhões, houve retração de 16,6%. Apesar disso, o governo estima superar, até junho do ano que vem, o recorde de todo o ciclo passado, quando os desembolsos somaram R$ 94 bilhões.
Prof. Amauri Alfieri, médico veterinário e professor da UEL, participou como debatedor do 1° Workshop Vacinas e Vacinações, realizado no dia 15 de setembro em Ribeirão Preto. O evento foi realizado pela UNESP/ Araçatuba, com coordenação do Prof. Iveraldo Santos Dutra e contou com o apoio da Vallée Saúde Animal.