FAO: lácteos puxam índice recorde no preço mundial de alimentos
O índice de preços de alimentos medido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alcançou 140,7 pontos em fevereiro. Leia aqui!
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O índice de preços de alimentos medido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alcançou 140,7 pontos em fevereiro. Leia aqui!
O ano de 2020 mostrou uma forte elevação dos custos de produção de leite, medido pelo ICPLeite/Embrapa. Saiba mais sobre fatores de alta e previsões.
O Custo da Não Qualidade pode ser medido por diversos indicadores para avaliar e medir a qualidade dos processos nos laticínios. Saiba quais são eles, acesse!
O índice de preços dos alimentos medido pela Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) subiu em outubro pelo quinto mês consecutivo e atingiu o maior número desde janeiro de 2020, ao ficar em 100,9 pontos.
O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central (BC) registrou queda de 0,28% em março, em relação ao mês anterior. O desempenho, medido pela série com ajuste sazonal, veio após retração de 0,98% em fevereiro (dado revisado de queda de 0,73% divulgada anteriormente).
A tendência para a concentração da produção de matérias-primas no setor lácteo continua se fortalecendo. É um fenômeno que ocorre nos principais países produtores e que, em nível nacional argentino, se confirma de acordo com os últimos levantamentos realizados pelo Observatório da Cadeia Láctea da Argentina. O trabalho considera a participação das propriedades leiteiras de acordo com seu tamanho medido em litros de leite por dia em dezembro de 2018.
Uma conhecida máxima de administração de empresas chegou aos currais brasileiros: o que é medido, é gerenciado. E isso está ocorrendo graças à ajuda de "gadgets" com alta tecnologia embutida que passaram a ser colocados nos rebanhos em fazendas de gado do país.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou para cima sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária no país neste ano. Em razão de uma produção de grãos maior que a prevista inicialmente na safra 2017/18, o órgão passou a estimar que o PIB do setor "da porteira para dentro", medido pelo IBGE, cairá 1%, e não 1,3%, como estava previsto anteriormente.
O índice de preços dos alimentos medido pela Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) caiu 1,3% em junho, na comparação com o mês anterior, na primeira retração deste ano. O indicador ficou em 173,7 pontos, com a queda no preço de muitos produtos devido às tensões comerciais envolvendo os EUA.
O índice de preços mundiais dos alimentos, medido pela Agência de Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO), subiu 2,2% em maio na comparação com abril e atingiu 176,2 pontos, o maior número desde outubro de 2017. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a elevação é de 1,2%. Conforme a FAO, houve aumento significativo nos preços do lácteos e, em menor intensidade, nos cereais, que não compensaram a redução nos óleos vegetais e no açúcar.
O preço do leite no varejo de São Paulo teve aumento de 13,6% no primeiro trimestre do ano, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A diferença é bem perceptível para o consumidor, já que o produto, por ser um item básico da alimentação, consome 1,057% do orçamento familiar.
A Kraft Foods anunciou que teve lucro de US$ 710 milhões no último trimestre do ano passado, superando em quase quatro vezes o ganho de US$ 178 milhões registrado no mesmo período de 2008. Nessa base de comparação, a receita líquida da companhia avançou 3,2%, para US$ 11,025 bilhões, na esteira de impactos favoráveis da desvalorização do dólar, o que melhorou o resultado medido em moeda americana.
O Brasil encabeça o <i>ranking</i> de combate à mudança climática publicado ontem (14) pela ONG Germanwatch e a rede Climate Action Network (CAN), organizações não governamentais europeias. Pela primeira vez desde que o indicador começou a ser medido, um país emergente ocupa a liderança da lista, superando países desenvolvidos economicamente como a Suécia, a Alemanha e a Noruega. As informações são da BBC Brasil.
A inflação mais branda observada neste ano é evidenciada pelos números de outubro, divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O menor ritmo da inflação pode ser medido pela taxa acumulada em 12 meses, que subiu 4,17%, até outubro, abaixo da meta de 4,50% estipulada pelo Banco Central (BC). É a menor alta desde outubro de 2007.
Seguindo a tendência do último mês, os preços ao produtor mantiveram ritmo de alta. Dados do Cepea-Esalq/USP mostram, em junho, o maior reajuste do ano, de quase 7%. Na primeira quinzena de julho, novos reajustes foram reportados por empresas consultadas pelo MilkPoint. Mas os produtores não se entusiasmaram com os reajustes e mantiveram a produção sob controle, sem grandes investimentos, ao menos por enquanto. O cenário externo é preocupante; os preços do leite no Brasil, em dólar, estão bem acima dos preços vigentes em vários concorrentes.
O índice de vendas no varejo, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), subiu 3,8% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2008. Em relação a janeiro deste ano, o crescimento foi de 1,5%.
Nos primeiros nove meses do ano, as vendas subiram 4,21% em relação ao mesmo período de 2010. Os números estão deflacionados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo a Abras, as vendas em setembro mantêm trajetória de crescimento como reflexo da estabilidade econômica, do baixo desemprego e de melhores níveis salariais. "Nossa expectativa é de que essa tendência se estenda até o final do ano", afirmou a Abras por meio de nota divulgada à imprensa.
As vendas reais nos supermercados cresceram 3,91% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo divulgou nesta quarta-feira, 28, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a julho deste ano, o faturamento dos supermercados caiu 2,20%. Nos primeiros oito meses do ano, as vendas subiram 4,27% em relação ao mesmo período de 2010. Os números estão deflacionados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) reafirmou ontem (29) a expectativa de alta de 4% para as vendas reais este ano em comparação a 2010. Segundo o presidente da Abras, Sussumu Honda, a diminuição do ritmo de crescimento da geração de emprego, em conjunto com uma maior "precaução" dos consumidores diante do atual cenário econômico, além das medidas do governo para reduzir a demanda, devem manter as vendas estáveis em relação ao desempenho observado no acumulado de janeiro a junho deste ano, quando foi observado crescimento na faixa de 4,3%.
Um relatório da Universidade Austral informou que a produção de leite da Argentina poderia superar os máximos históricos. No entanto, o preço pago ao produtor não compensa a inflação.
As vendas reais do setor supermercadista em junho recuaram 2,64% em relação ao mês anterior, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado nesta quinta-feira (28/7). O índice divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostra que, em comparação com junho de 2010, houve alta de 2,75%. Já no acumulado do primeiro semestre, as vendas do setor alcançam alta de 4,25% em relação ao primeiro semestre do ano anterior.
Diante das altas nos preços dos alimentos observadas nos últimos anos, a discussão sobre quais regiões do globo seriam capazes de expandir a área plantada com commodities agrícolas para atender a demanda mundial. Analistas são praticamente unânimes em considerar o Brasil o país que oferece o maior potencial de crescimento. No entanto, nações da África, do Leste Europeu e algumas das ex-repúblicas soviéticas, considerados fronteiras agrícolas, apresentaram nos últimos anos uma expansão expressiva na área cultivada com as quatro commodities agrícolas mais consumidas do mundo
Os produtores de leite que enviam matéria-prima para a Cooperativa Nacional de Produtores de Leite do Uruguai (Conaprole) passaram a receber, em média, 8,31 pesos (US$ 0,43) por litro de leite com um teor de 3,83% de gordura e 3,32% de proteína, após o ajuste de preços decidido pela diretoria da cooperativa. Esse é um dos preços mais altos recebido pelos produtores, apesar de em abril de 2008 o preço ter chego a 8,53 pesos por litro (o mais alto da história), segundo dados do Instituto Nacional de Leite (Inale).
Aumento foi registrado em comparação ao mesmo mês do ano passado; em relação a outubro, as vendas do setor recuaram 5,22%, segundo a Associação Brasileira de Supermercados.