Phibro Saúde Animal leva tecnologia em nutrição para vacas leiteiras no Agroleite 2017
Saiba mais sobre as novidades de tecnologia em nutrição para vacas leiteiras levantadas no AgroLeite 2017.
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Saiba mais sobre as novidades de tecnologia em nutrição para vacas leiteiras levantadas no AgroLeite 2017.
A produção de silagem é um processo que envolve perdas, desde a colheita, fermentação, retirada do silo, até o fornecimento aos animais. Dados da literatura, apontam que as perdas em uma boa silagem variam de 5 a 10%, ao passo que silagens de má qualidade apresentam perdas de 25 a 50%.
A raça deslanada Santa Inês vem apresentando considerável demanda no Sudeste do Brasil, devido à capacidade de adaptação e eficiência reprodutiva e por não apresentar comportamento estacional (SANTOS et al., 2003). No Estado do Paraná, também se observa grande interesse pela mesma, devido à baixa susceptibilidade às infecções parasitárias. Porém, a literatura cita (CUNHA et al., 2001) que, em sistemas intensivos, os cordeiros Santa Inês têm apresentado desempenho e características das carcaças inferiores às tradicionais raças de corte.
O sombreamento das pastagens com sombras artificiais e/ou naturais é essencial para a produção de bovinos leiteiros. Saiba mais sobre o tema.
Em tempos de margens de lucratividade cada vez mais estreitas, é de fundamental importância que a gestão da fazenda leiteira seja orientada em duas frentes: buscar melhoria no preço do leite e reduzir custos. Em ambos os casos a mastite desempenha um papel central no dia a dia de uma fazenda. O estudo em questão traz uma abrangente avaliação da eficácia de 17 medidas de controle de mastite.
O banco de colostro é, sem dúvida, a melhor estratégia para garantir suprimento de colostro de boa qualidade em volumes adequados para bezerros recém-nascidos. No entanto, no final dos anos 80 surgiram os primeiros suplementos de colostro como produtos comerciais nos EUA. Esta demanda por produtos que pudessem suplementar ou até mesmo substituir o colostro se deveu a dificuldade de algumas propriedades em manejar o banco com colostro de boa qualidade e em volume suficiente.
Os questionamentos feitos pelos usuários do MilkPoint sobre a aplicação ou não das novas normas da IN-51 sobre a qualidade do leite são muito interessantes. Eles me levaram a fazer uma reflexão mais profunda sobre o problema e eu gostaria de compartilhá-la com os leitores.
Nas últimas décadas são consideráveis os avanços no campo da nutrição e alimentação de ruminantes. Novas técnicas de alimentação e manejo foram propostas para minimizar os custos e aumentar a renda dos diversos setores e sistemas produtivos. Em se tratando de produção de leite em pasto, quando a forragem é diretamente colhida pelo animal, os custos de produção podem sofrer sensível redução. Dessa forma, um sistema com pastagem bem estabelecia, e baixo custo de implantação em comparação aos demais sistemas de produção de leite, confere segurança e versatilidade frente aos altos preços de insumos e baixo preço do leite.
Para que o sistema de recria e terminação de ovinos em confinamento seja realizada com êxito, alguns fatores importantes não devem ser negligenciados pelo produtor; dentre os quais podemos destacar a condição da ovelha durante a gestação e lactação e o crescimento do cordeiro até a desmama. Em regiões com elevada pluviosidade os problemas de verminose são mais acentuados, principalmente quando ovelhas em lactação são mantidas em pastejo, uma vez que esta categoria libera maior quantidade de ovos de helmintos, contaminando a pastagem e, consequentemente a cria. Desta forma, o confinamento da ovelha durante o período de amamentação e a desmama precoce são práticas recomendadas para sistemas intensivos de produção, evitando perdas pela mortalidade e melhores condições sanitárias do cordeiro ao ser confinado.
Saiba dicas para maximizar a produção de leite a pasto, sistema de produção comum na maioria das fazendas brasileiras!
Marco Antonio Parreiras de Carvalho, 58 anos, casado. Formado em Medicina em 1975, doutor em Medicina em 1998. Professor Adjunto, Doutor da Faculdade de Medicina da UFMG. Pecuarista de leite desde 1994.
No artigo anterior foram comentadas as situações em que há interação genótipo-ambiente e a sua respectiva importância na produção animal. Dando sequência ao assunto, trataremos agora de como ela é estudada, mencionando alguns artigos encontrados na literatura nacional e internacional.
O livro "Leite para Adultos: Mitos e Fatos frente à Ciência", publicado pela Varela Editora e Livraria Ltda., é uma revisão abrangente da literatura científica realizada para apresentar o que é mito e o que é fato na relação homem versus leite, motivada pela polêmica em torno do consumo de leite por adultos.
A torta de mamona tem sido utilizada em todo o mundo como adubo orgânico, mas, já se tem conhecimento de sua utilização na alimentação animal, confira!
Os parâmetros fisiológicos são afetados negativamente em condições ambientais acima da zona da temperatura ideal das vacas. Saiba mais sobre os impactos.
A tentativa de modelar os efeitos sociais considerando-os como simples efeitos ambientais ou como interação genótipo-ambiente tem se mostrado ineficiente.
A suplementação com leguminosas parece ser alternativa interessante na produção de cordeiros para carne. Isso já tem sido utilizado em outros países como Uruguai e Nova Zelândia, utilizando trevo e cornichão, além de <i>Brassicas</i> (nabo forrageiro) e espécies de chicória que eles utilizam para pastejo, entre outras. No caso das espécies tropicais poderiam ser utilizadas leguminosas como <i>Stylosanthes</i> e <i>Arachis</i>, por exemplo. Pouco tem sido avaliado sobre essa ferramenta de suplementação no Brasil, especialmente para a terminação dos ovinos.
Do nascimento ao desaleitamento, as bezerras sofrem grandes mudanças fisiológicas e metabólicas. Durante a fase pré-ruminante, a digestão e metabolismo são semelhantes aos de animais monogástricos em muitos aspectos, sendo, dessa forma, as necessidades dietéticas melhor satisfeitas com dietas líquidas de alta qualidade. O período mais crítico nesta fase são as primeiras 2-3 semanas de vida, período no qual o sistema digestivo do bezerro é imaturo, porém em rápido desenvolvimento.
As fazendas leiteiras contribuem grandemente para a poluição com nitrogênio e fósforo. Visando minimizar esse efeito, a otimização do manejo alimentar tem sido descrito como a estratégia chave para diminuir as suas respectivas excreções no esterco.
A eficiência produtiva e reprodutiva de um rebanho está diretamente relacionada ao número de crias desmamadas por fêmea/ano. Assim, um dos fatores de importância econômica é a duração do anestro pós-parto, pois quanto menor for o intervalo parto concepção, menor será o intervalo entre partos e, conseqüentemente, melhor serão a eficiência reprodutiva do animal e a produtividade do sistema. Entretanto, para se intensificar o manejo com eficiência produtiva e econômica são necessário adoção de tecnologias adequadas à fisiologia dos animais no controle sanitário, manejo nutricional e reprodutivo, tendo sempre em vista o material genético dos animais do rebanho.
Cana-de-Açúcar para Alimentação Animal: produção, balanceamento de rações e desempenho. Saiba mais aqui!
Seção Conservação de Forragem: "A picagem facilita a acomodação do material dentro do silo, além de expor os carboidratos solúveis e facilitar a ação dos micro-organismos fermentadores. Tamanhos de partículas menores, principalmente abaixo de 0,5 cm, prejudicam a ruminação, reduzem o consumo voluntário de silagens e a digestão das fibras. Ainda, segundo a literatura, o tamanho de partícula influencia os padrões de fermentação ruminal, produção microbiana e eficiência da utilização do amido e de outros nutrientes no rúmen", por Marco Aurélio Factori e Vinícius Paludo, da UNOESTE e UNESP de Botucatu.
Seção Bubalinocultura: "Estudos relacionados à ultrassonografia mamária de búfalas são relativamente recentes na literatura veterinária, contudo, apresentam implicações importantes na área de produção animal. Desse modo, pode ser utilizada como ferramenta para estudo do desenvolvimento mamário de fêmeas em diferentes estágios fisiológicos", por Ariane Dantas, Médica Veterinária, Doutorado em Biotecnologia Animal (UNESP/ Botucatu).
Seção Ovinos e Caprinos: "Na pesquisa, a média da produção de leite por ovelha no Brasil era de 1,17 litros. Algumas propriedades estavam bem abaixo da média encontrada na literatura para as raças (2,0 litros para Lacaune e 2,2 para East Friesian), e mesmo quando comparadas com as outras propriedades dentro do país. Como a genética destes animais era basicamente a mesma, pode-se sugerir que o problema destes produtores não devia ser [...]", por Fernanda Ferreira dos Santos, Augusto Hauber Gameiro e Rubens Nunes, do Departamento de Nutrição e Produção Animal, FMVZ/USP.