Nova Zelândia quer produzir leite mais sustentável
A Universidade de Lincoln começará a testar três novos sistemas de produção de laticínios em uma busca para melhorar a sustentabilidade da produção de leite.
62 resultados para "lincoln"
A Universidade de Lincoln começará a testar três novos sistemas de produção de laticínios em uma busca para melhorar a sustentabilidade da produção de leite.
A proposta, do deputado Lincoln Portela (PL-MG), acrescenta regulamentação à Lei 1.283/50, que trata da inspeção sanitária de produtos de origem animal.
A lucratividade dos sistemas de produção de gado de corte ou de leite está relacionada com a eficiência reprodutiva do rebanho, que pode ser afetada por perdas reprodutivas ocasionadas por doenças infecciosas.Estudos demonstram que cerca de 40 a 50% das causas de perdas de gestação estão relacionados a doenças infecciosas e dentre os agentes infecciosos a IBR, BVDV e leptospirose vem sendo associadas a desordens reprodutivas.
O presidente da Câmara, Marco Maia, anunciou que o projeto que altera o Código Florestal será incluído na pauta do Plenário nos dias 3 e 4 de maio. Maia acrescentou que, até lá, o relator do projeto, deputado Aldo Rebelo, terá tempo para fazer os ajustes necessários. Maia admitiu que não haverá um acordo total sobre o parecer, mas acredita que haverá acordo sobre 99% dos dispositivos do código.
A cooperativa argentina SanCor fechará um período de cinco anos de associação com a <i>Dairy Partners Americas</i> (DPA), joint venture entre a suíça Nestlé e a neozelandesa Fonterra, comprando os ativos das duas gigantes internacionais envolvidos nessa União Transitória de Empresas (UTE) formada em 2004. Entre os bens que ficarão nas mãos da SanCor, que tem sede em Sunchales (Santa Fé), estão as marcas de queijo Mendicrim e de sobremesa, Shimy, que eram de propriedade da Nestlé.
A Nova Zelândia é uma referência mundial em excelência na produção de leite. Por este motivo, o tema programado para a segunda palestra do <a href="http://www.milkpoint.com.br/workshop/" target="_Blank"><u><b>Workshop MilkPoint</b></u></a> é <b>A organização do setor lácteo na Nova Zelândia: o que podemos aprender?</b>, e quem abordará o assunto é o Chefe do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri/CEPA-SC, <b>Airton Spies</b>. <a href="http://www.milkpoint.com.br/workshop/programa.html" target="_Blank"><u><b>Conheça a programação completa deste evento</b></u></a>.
Os produtores da Nova Zelândia podem estar tensos por causa da queda global dos preços dos lácteos, mas devem se beneficiar em longo prazo, disse o diretor do programa de marketing de alimentos e agronegócios da Universidade Lincoln, Nic Lees. "Os baixos preços são a melhor coisa que poderia acontecer, à medida que limitarão a expansão europeia".[...]
Uma nova parceria está ajudando produtores de leite da região de Canterbury, na Nova Zelândia, a adotar uma tecnologia que promete reduzir em mais de 90% as emissões de metano provenientes das lagoas de dejetos das fazendas.
Qual é o caminho que um copo de leite verdadeiramente excepcional percorre desde o pasto até à mesa? O documentário Super Milk tem o objetivo de mostrar. Entenda!
Rápida ascensão da China no setor de lácteos, pronta para reivindicar o terceiro lugar de maior produtor de leite mundial, causa inquietação entre exportadores
Já se questionou sobre a variação nos valores das diárias dos técnicos? Já sentiu que está preso em uma rotina que não proporciona avanço? Confira!
A a2 Milk Company lançou uma nova rodada de subsídios, para apoiar projetos que melhorem a sustentabilidade das das fazendas leiteiras. Leia mais!
Apesar do leite brasileiro não crescer em termos de volume, o perfil da produção vem passando por grandes e intensas transformações nos últimos anos. Veja!
O coco pode ser o produto repelente natural mais duradouro estudado até hoje, segundo o artigo. Confira aqui mais informações.
A capacidade dos produtores de leite de provar que seus animais estão felizes, saudáveis e bem cuidados será vital para os próximos dez anos na indústria.
A temperatura média na América do Sul pode subir até 4 ºC até o fim do século, tornando os eventos climáticos extremos, como a seca, mais severos. Saiba mais!
Um novo relatório "<i>food miles</i>" - expressão da moda referente à poluição causada pelos exportadores de alimentos em função do consumo de petróleo no transporte -, da Universidade Lincoln, mostrou que as fazendas leiteiras britânicas produzem 31% mais gases estufa por hectare do que as da Nova Zelândia, de acordo com o site <i>Stuff.co.nz</i>.
Debater o empreendedorismo na produção leiteira, esse foi o objetivo do 18° Encontro Regional de Produtores de Leite do Campo das Vertentes, realizado nessa quarta-feira (18), no Campo Experimental Risoleta Neves (CERN) da EPAMIG em São João del-Rei.
A Fonterra e a Nestlé estão se unindo à DairyNZ para expandir um ensaio promissor com banana-da-terra para ajudar a melhorar os cursos de água e reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) nas fazendas.
Em um cenário ideal, o fazendeiro adquire o direito de usar a água dos rios, canais ou lençóis freáticos, por meio da compra de cotas, permitindo irrigar a sua terra de acordo com a capacidade de oferta do sistema escolhido. Entretanto, essa realidade não é sempre possível, pois algumas fazendas não possuem o direito de irrigar, haja vista sua localização (próximo a área de proteção ambiental), terreno acidentado ou saturação do sistema.
O Yili Group da China divulgou resultados semestrais que mostram aumentos anuais na receita operacional e nos lucros. Os resultados do primeiro semestre de 2019 mostram que a receita operacional global da Yili cresceu ano a ano em 5,13 bilhões de RMB (US$ 716,711 milhões), para uma receita anual total de 45,07 bilhões de yuan (US$ 6,29 bilhões).
Em meados de 2007, a China passou a ser o principal mercado da Nova Zelândia e até hoje, é o maior importador de lácteos do país. O forte crescimento das importações chinesas deu fôlego para o negócio leite na Nova Zelândia, mantendo o crescimento verificado nos últimos 30 anos. "Basicamente, nós surfamos na onda chinesa e assim, a atividade cresceu muito, porém, ao mesmo tempo, houve um endividamento em função do valor crescente da terra, tanto que em 2014 e 2015, o setor sofreu uma crise e, de lá para cá, o crescimento tem sido errático".
O Yili Group, a maior empresa de laticínios da Ásia, ficou em terceiro lugar entre as "50 Marcas Alimentícias Mais Valiosas do Mundo", segundo o Relatório Anual das Mais Valiosas Marcas do Mundo de Bebidas Leves e Alimentos, da Brand Finance, lançado em 10 de julho. A lista das "10 Mais Valiosas Marcas de Laticínios", publicada pelo mesmo instituto, demonstra que o Yili manteve seu status de marca de laticínios mais valiosa da Ásia, ficando em segundo lugar na lista das marcas globais de laticínios por dois anos consecutivos.
Um dos principais objetivos da organização do Interleite Brasil é surpreender o seu público a cada ano e neste, não será diferente. Algo totalmente novo e que pretende movimentar o público e agregar no setor são os casos de sucesso oriundos de outros países. Confira os palestrantes 'de fora' e se surpreenda!