Produtividade hídrica: fazendas a pasto apresentam bons índices
Uma pesquisa da Embrapa Pecuária Sudeste mostrou que sistemas de produção de leite a pasto com bons índices apresentaram boa produtividade hídrica. Confira!
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Uma pesquisa da Embrapa Pecuária Sudeste mostrou que sistemas de produção de leite a pasto com bons índices apresentaram boa produtividade hídrica. Confira!
Potencial para elevadas produções de leite por área, investimentos moderados em instalações e custos de produção competitivos, tem sido fatores determinantes na opção por sistemas intensivos em pastagens. Porém, estes sistemas requerem aplicação de técnicas adequadas de manejo das pastagens, visando aperfeiçoar tanto a produção e a colheita quanto a eficiência de utilização dessa forragem pelo animal.
Como já mencionado no artigo anterior, sistemas de produção animal baseados apenas na utilização de pastagens não atendem a demanda de nutrientes para altas produções individuais (produção superior a 14 kg leite/dia, por exemplo). Com isso, suplementos concentrados podem ser utilizados para corrigir as deficiências de nutrientes dos animais em pastejo, sendo estas de ordem qualitativa e quantitativa.
Em sistemas de produção, principalmente os mais intensivos, a alimentação é determinante na eficiência produtiva, podendo representar 75% do custo total. Leia
A nutrição é um dos principais fatores que influenciam o desempenho reprodutivo das ovelhas, desde o estabelecimento da puberdade até o número total de cordeiros produzidos durante a vida útil do animal.
Dominar os princípios da nutrição de bovinos é fundamental para o sucesso da produção leiteira, pois além de promover o desenvolvimento adequado das vacas leiteiras, a correta nutrição interfere diretamente no sistema imunológico do animal. Sendo assim, animais bem nutridos estarão menos susceptíveis a doenças.
A ideia de sistemas intensivos de produção de leite geralmente está associada ao confinamento dos animais. No entanto é possível encontrar sistemas a pasto com grande retorno econômico e alta produtividade dos animais, sendo a Nova Zelândia o país referência nesse modelo de produção. Mas, para que esse retorno aconteça e os animais respondam ao sistema de produção a pasto é essencial que se busquem estratégias de manejo nutricional e de uso das pastagens.
Em qualquer condição de mercado, o fator de maior impacto no custo de produção em sistemas intensivos de produção de leite é a alimentação, que representa de 40 a 60% do custo total e via de regra determina o sucesso ou fracasso da atividade.
Uma ovelha Assaf produz de 400 a 600 litros por lactação (padronizada em 210 dias), uma média diária de 2,7 litros nos sistemas intensivos. A raça se adapta bem aos sistemas semi intensivos e tem muito baixa estacionalidade. A média de cordeiros é de 1,6 por parto, parecida com a da nossa Morada Nova. Isto fez com as Assaf fossem cobiçadas por todos os interessados em produzir leite de ovelha no mundo e a raça foi exportada para diversos países (dizem que até para o Peru e o Chile), mas especialmente para Portugal e Espanha.
Confira as novas tendências envolvendo a duração do período seco em sistemas intensivos de produção de leite, clique aqui!
A produção de leite a pasto necessita de alguns requisitos para que obtenha sucesso. Saiba quais são eles e como realizar o manejo adequado!
Alexandre M. Pedroso é engenheiro agrônomo, formado pela ESALQ, D.Sc., consultor técnico em sistemas de produção de leite e corte. Seu foco de trabalho é a nutrição e manejo de bovinos, com ênfase no manejo alimentar de bovinos em sistemas intensivos de produção (pasto e confinamento), suplementação estratégica de bovinos mantidos em pastagens, formulações de rações para bovinos leiteiros e de corte, interação nutrição x composição do leite. Em entrevista concedida ao MilkPoint, Alexandre fala sobre os conceitos nutricionais básicos e qual sua importância na produção leiteira.
O atual desenvolvimento e tecnificação dos sistemas produtivos em pequenos ruminantes, caracterizado por sistemas mais intensivos, têm incrementado o número de produtores interessados nas biotécnicas da reprodução, como por exemplo, a sincronização do estro e inseminação artificial. O uso de agentes luteolíticos, como a prostaglandina-F2α (PGF2α), ou seus análogos, atualmente tem sido amplamente utilizadas na reprodução de ruminantes.
O artigo anterior apresentou aos leitores alguns pontos básicos dos aspectos genéticos que influenciam os animais de produção. O presente artigo trata das estratégias utilizadas para o melhoramento genético, enfocando alguns sistemas correntemente utilizados ao redor do mundo e as características das diferentes estratégias apresentadas.
A alimentação é um dos fatores mais importantes para o sucesso da produção leiteira. Além de promover desenvolvimento adequado, interfere diretamente no sistema imunológico do animal. No dia <b>13 de outubro</b> iniciará o Curso Online <a href=http://www.agripoint.com.br/nutricao-leite/><b>Princípios da Nutrição em Bovinos Leiteiros</b></a>, que apresentará os conceitos nutricionais básicos que poderão ser utilizados na avaliação de programas alimentares e na formulação de rações para vacas leiteiras.
Veja algumas perguntas do fórum de debates do Curso Online <b>Suplementação de Vacas Leiteiras a Pasto</b>, realizado em 2008, e respondidas pelos instrutores do curso, <b>Alexandre M. Pedroso</b> e <b>Marina de Arruda Camargo Danés</b>. Tire suas próprias dúvidas participando deste curso online este ano, que inicia no dia <b>24 de agosto</b>.
Este é um trecho do Módulo 3 do Curso Online <b>Produção Intensiva de Cordeiros - do nascimento ao abate</b>, que terá duração de 6 semanas e iniciará no dia <b>25 de junho</b>. Veja nesta dica um tópico importante do manejo pré-natal de cordeiros, que é o manejo sanitário da fêmea gestante.
Se você quer conhecer as melhores e mais eficientes estratégias de alimentação e manejo para aplicar em sua produção de leite e seu rebanho, não pode perder o Curso Online da AgriPoint, <b>Vacas de Alta Produção: estratégias de alimentação e manejo</b>, que tem início no dia <b>22 de janeiro</b> e já está com inscrições abertas.
A tecnificação da produção de leite trouxe um grande entrave para a ampla produtividade: as enfermidades podais, as quais representam umas das afecções mais recorrentes e de difícil manejo preventivo. As lesões do casco raramente levam o animal à óbito, no entanto por causarem incômodo quando o animal fica em pé e ao caminhar, reduzem consideralmente sua produtividade, por reduzir a quantidade de alimento ingerido, uma vez que as vacas acometidas passam boa parte do tempo deitadas.
No último de uma série de 8 vídeos, Marcelo Pereira de Carvalho, coordenador do MilkPoint, faz um balanço sobre sistemas de produção de leite na Nova Zelândia, a partir de sua vivência no principal exportador mundial de leite. E como as mudanças climáticas tem alterado a maneira de pensar na produção de leite nos países mais desenvolvidos.
A Aurora mantém a intenção de ampliar a participação dos produtos derivados do leite em seu faturamento. Em 2010, o setor representou R$ 237 milhões em vendas, menos de 10% do valor global. Segundo Neivor Canton, há potencial para que o segmento alcance participação de 20%. A unidade de Pinhalzinho deve entrar em plena produção ainda em 2011 produzindo leite longa vida, queijos, leite em pó e outros. O processamento irá atingir 1,5 milhão litros de leite por dia. Em 2010, a Aurora processou 302,2 milhões de litros, aumento de 22,7% sobre o ano anterior.
No curso online de "Vacas de Alta Produção: estratégias de alimentação e manejo" abordaremos os pontos mais importantes do manejo dessas "vacas atletas", com maior ênfase na alimentação e conforto. Nossa expectativa é ajudar os produtores a entender melhor a fisiologia desses animais para que possam tomar as medidas certas na hora certa, de forma a sempre disponibilizar as melhores condições para que as vacas possam ter alta eficiência produtiva.
Segundo relatório da FAO, publicado na última terça-feira (20), o setor lácteo responde por aproximadamente 4% do total de emissões de gases do efeito estufa realizadas pelo homem. Esse valor corresponde a emissões associadas à produção, processamento e transporte de leite, e emissões referentes à produção de carne de animais originários do setor lácteo.