Golfo Pérsico: Arla investirá 50 milhões de euros em uma planta de queijo em Bahrain
A Arla Foods inaugurou um local de produção de queijo em Manama, Bahrain, para atender à crescente demanda por laticínios no Oriente Médio e Norte da África (MENA).
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A Arla Foods inaugurou um local de produção de queijo em Manama, Bahrain, para atender à crescente demanda por laticínios no Oriente Médio e Norte da África (MENA).
A Almarai Co., da Arábia Saudita, maior companhia de lácteos do Golfo, investiu US$ 31,8 milhões para comprar terras na Califórnia, nos Estados Unidos, para abastecer seus negócios com feno de alfafa. Os 724,39 hectares de terra, adquiridos através da operação Fondomonte California LLC, da Almarai e localizadas em Blythe, foi financiado por meio de recursos próprios, disse a companhia. A Almarai, que já possui terras no Arizona, disse que a compra foi parte dos esforços para garantir feno de alta qualidade fora da Arábia Saudita, de acordo com a política do governo saudita.
O número de expositores no Pavilhão Brasil na Iran AgroFood 2018 praticamente triplicou em relação ao ano passado. A feira, que se encerrou nesta segunda-feira (02), em Teerã, se destaca na região do Golfo Pérsico, comemorando sua 25ª edição. O Pavilhão Brasil destaca as cores nacionais e conta com a participação de onze empresas do setores de carne, arroz, café, leite, óleos vegetais em pó, amendoim, frutas do Amazonas, biscoitos, doces, máquinas e implementos agrícolas.
A Almarai, da Arábia Saudita, maior companhia de lácteos do Golfo, planeja gastar 10,6 bilhões de reais (US$ 2,8 bilhões) em investimento de capital sob um plano de negócios de cinco anos visando aumentar sua eficiência e expandir sua presença geográfica.
Os Emirados Árabes Unidos (EAU) é uma federação de sete emirados na costa do Golfo Pérsico. O território do país é muito pequeno, quase todo desértico, e seus quase cinco milhões de habitantes dependem da importação de alimentos para o abastecimento interno. É um dos países com mais alto crescimento e renda <i>per capita</i> do mundo. Este aumento recente de renda e o aumento de população provocado pelas migrações, transformou o país num dos grandes importadores de carne ovina e de animais vivos para abate.
A Arábia Saudita tem quase 100% de sua população da religião muçulmana e é o maior importador de alimentos do Golfo Pérsico. O mercado saudita de alimentos Halal é estimado em US$ 5 bilhões anuais. A Arábia Saudita é um dos grandes importadores de carne ovina, apresentando importantes distinções em seu mercado em relação aos demais países importantes no fluxo internacional de carne ovina.
A francesa <i>Yoplait</i> se uniu com o <i>Agthia Group</i> para levar seus produtos lácteos aos Emirados Árabes Unidos e, eventualmente, a toda a região do Golfo.
A Fonterra Brands M.E., maior exportadora mundial de lácteos, assinou uma parceria com uma das principais companhias de lácteos do Egito, a <i>Arab Dairy Products Co.</i>, para gerenciar os direitos, distribuição e coembalagem da marca Anchor, da Fonterra, no Egito. Este acordo foi assinado recentemente entre o gerente geral da Fonterra M.E., Amr Farghal, e o diretor gerente da <i>Arab Dairy</i>, Khaled El Sadek, durante a Exibição de Alimentos do Golfo.
A Arábia Saudita representa 61% do mercado de lácteos do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), que reúne Arábia Saudita, Barein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuait e Omã, com um crescente número de consumidores conscientes sobre questões de saúde ajudando a sustentar a forte demanda por produtos lácteos.
Segundo Andrew Ferrier, diretor executivo da Fonterra, a cooperativa neozelandesa espera um crescimento de dígito duplo nas vendas para o Oriente Médio e África nos próximos anos, à medida que a demanda por leite da região cresce e a população aumenta.
O Acordo de Livre Comércio negociado com o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) pela Nova Zelândia é uma boa notícia para a Fonterra, a maior cooperativa de lácteos do país, e para a economia, disse o presidente da empresa, Henry van der Heyden.
A PepsiCo vê oportunidades para os produtos lácteos para ajudar a superar a desaceleração econômica que vem prejudicando seus negócios domésticos de bebidas. A Pepsi anunciou na sexta-feira que formou uma joint venture com a empresa <i>Almarai Co.</i>, da Arábia Saudita, maior companhia de lácteos do Golfo em valor de mercado, para investir em processadores de lácteos e sucos no Sudeste da Ásia, África e Oriente Médio.
Essa questão, chamada logística, virou um pesadelo para os agricultores nacionais, especialmente os mais apartados do litoral brasileiro. Na roça, o produtor rural domina a tecnologia, sabe cultivar, obtém resultado, dorme em paz, rezando apenas pela chuva no tempo certo. Na hora de vender o fruto de seu trabalho, todavia, ele se amargura.
A companhia de lácteos <i>Almarai Company Limited</i> - maior companhia de lácteos do Oriente Médio em valor de mercado, localizada em Riyadh, Arábia Saudita - disse que planeja ter uma participação de 50% no mercado de lácteos do Egito, a nação mais populosa do mundo árabe, até 2013.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento fez ontem (27/07) um balanço sobre as recentes ações da pasta e apresentou as prioridades para o setor nos próximos meses. A ministra Kátia Abreu aponta como prioridade as negociações com a China, em especial para derivados de carne e leite. "Este é um parceiro estratégico porque, pelo volume, pode compensar nossas perdas financeiras." Um acordo para a exportação de carnes e leite deve ser fechado em agosto com a Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico, durante uma visita oficial das autoridades brasileiras.[...]
A maior companhia de lácteos do Golfo, Almarai, da Arábia Saudita, e a gigante do setor de refrigerantes dos Estados Unidos, PepsiCo, investirão pelo menos US$ 345 milhões no Egito nos próximos cinco anos, afirmou a companhia saudita. O anúncio foi assinado após três anos de estagnação devido à turbulência política e econômica [...]
A escalada das tensões no Oriente Médio voltou a trazer volatilidade aos mercados globais de lácteos, levantando preocupações sobre possíveis interrupções no abastecimento e nos fluxos comerciais que dependem de rotas marítimas estratégicas.
Maior planta da Arla fora da Europa ganha escala e papel estratégico nas exportações. A expansão eleva a capacidade da unidade em 30% e fortalece a produção para mais de 20 mercados.
O bloqueio do Estreito de Ormuz tirou do mercado 800 mil toneladas métricas por mês de fertilizantes, com impacto que se espalha para vários países, segundo o RaboResearch, braço de pesquisas do Rabobank.
O volume recorde de entrega de fertilizantes registrado no ano passado dificilmente será repetido em 2026, segundo relatório do Rabobank divulgado nesta quinta-feira (26/3). Além do aperto financeiro, o cenário deve ser impactado pela alta nos custos de fertilizantes, algo que já preocupava antes mesmo do início do conflito no Oriente Médio, segundo a instituição.
Exportações de laticínios britânicos crescem 20% em 2025, somando £1,1 bilhão, impulsionadas pela Europa e apoiadas por ações globais do AHDB. Confira!
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