Palma forrageira vira aposta para leite de qualidade no Semiárido
Projeto da Sudene e UFRPE testa substituição do milho por palma forrageira na nutrição de vacas, cabras e ovinos, visando mais qualidade e sustentabilidade.
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Projeto da Sudene e UFRPE testa substituição do milho por palma forrageira na nutrição de vacas, cabras e ovinos, visando mais qualidade e sustentabilidade.
A utilização de nitrogênio não protéico pode ser importante como forma de reduzir o custo de dietas utilizadas na alimentação de ruminantes. A fonte mais tradicional é a ureia, que uma vez no ambiente ruminal é convertida a amônia e, dependendo dos substratos presentes, poderá ser utilizada e transformada em proteína microbiana que é de excelente qualidade em relação à sua composição aminoacídica
Pastagens de inverno e rebrote de verão sustentam produtividade no RS. Silagem, suplementação e clima ameno garantem rebanhos em bom estado corporal.
A palma forrageira é um ícone para as regiões semiáridas, porém, tem aspectos interessantes quanto ao seu uso na alimentação de vacas leiteiras.
Instituto Luiz Girão fomenta cultivo de palma forrageira para produtores de leite no Ceará. Saiba mais sobre a forrageira e seus benefícios aqui!
Vazio forrageiro e ectoparasitas reduzem a produção de leite no RS; produtores recorrem à suplementação e controle sanitário para manter o rebanho.
Palma forrageira e gliricídia são destacadas como opções para a alimentação do gado leiteiro no Semiárido segundo a Embrapa. Saiba mais aqui!
A palma forrageira vem ganhando espaço nas regiões semiáridas de Minas Gerais. Ela pode ser uma garantia alimentar para os bovinos nos períodos de seca.
O programa Palmas para Minas, desenvolvido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) em conjunto com outras 13 entidades, está mostrando resultados positivos. O projeto tem o objetivo de estimular o plantio e o uso da palma forrageira no semiárido mineiro, uma vez que o produto é uma opção para alimentação dos rebanhos de bovinos, caprinos e ovinos quando existe limitação de outros itens, como o milho, por exemplo.
Uma dúvida muito frequente é qual planta forrageira utilizar em um sistema de pastejo rotacionado que visa alta produção de leite. Existem várias forrageiras que podem ser utilizadas. Mas, afinal, qual forrageira garante maior produção de leite? Confira!
Confira a entrevista feita com Gustavo Silva, gerente de marketing Convert HD 364, sobre os critérios que devem ser considerados para escolha de uma forrageira!
Cerca de 22% do território brasileiro são ocupados pelas pastagens, o que representa aproximadamente 172 milhões de hectares. Dessa área, 120 milhões de hectares são pastagens cultivadas. Dessa forma, há muita pastagem sendo cultivada em um território com uma grande diversidade de características e particularidades. Por isso, a escolha certa da forrageira a ser cultivada é essencial para o sucesso de qualquer sistema de produção pecuária.
A região semiárida brasileira é caracterizada por longos períodos de estiagem, o que compromete a alimentação dos rebanhos bovinos, ovinos e caprinos. Com o objetivo de oferecer alternativas para resolver esse problema, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) decidiu criar a Rede Palma, projeto que visa distribuir e multiplicar mudas de palma forrageira em municípios mineiros.
O manejo do pastejo é uma das etapas em um programa de manejo da pastagem e consiste em um conjunto de procedimentos adotados. Saiba qual melhor maenjo aqui!
"Podemos enumerar a silagem e a beterraba forrageira como as principais estratégias de alimentação usadas como facilitadoras para alavancar a produção. Nos últimos dez anos, a área de cultivo de beterraba saltou de 10.000 hectares para incríveis 75.000. Vale esclarecer, no entanto, que o sistema neozelandês, apesar do uso desses suplementos, se baseia na produção a pasto. A pastagem é a principal base de alimentação dos animais e os produtores consideram o cultivo como economicamente rentável e o crescimento vigoroso durante a [...]
Manejo do pastejo é uma das etapas em um programa de manejo da pastagem que requer muita atenção e cuidado. Saiba qual melhor tipo de pastejo para cada especie.
O cultivar de forrageira tropical Cayana, desenvolvido pela Barenbrug do Brasil e lançado oficialmente no mercado nesta safra 20/21, gera bons resultados e casos de sucesso para pecuaristas de diferentes regiões do país. Desenvolvida tecnologicamente por meio de pesquisas e melhoramento genético, a nova Brachiaria entrega mais produtividade e rentabilidade ao produtor.
Pesquisadores da Embrapa e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) estão em fase de conclusão de um trabalho de cerca de quatro anos de pesquisa para identificar os níveis de risco climático na produção da palma forrageira.
A adubação é uma das estratégias que podem auxiliar a regular o suprimento de forragem em uma propriedade. Um dos nutrientes usados é o nitrogênio, saiba mais!
O Ministério da Agricultura atendeu a um pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e aprovou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para cultura da palma forrageira na região da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
Pela primeira vez, o Interleite, maior evento do setor leiteiro, será realizado no Nordeste, e uma de suas palestras terá como tema "Potencial produtivo da Palma forrageira: resultados de pesquisa e perspectivas práticas". Em sua apresentação, o Profesor da UFRPE, Alexandre Carneiro Leão de Mello, abordará os fatores que interferem na produtividade da palma forrageira, apresentando os níveis de produtividade obtidos na pesquisa científica, bem como discutirá perspectivas de possibilidade de adoção do manejo adequado da cultura pelos produtores, visando obtenção dos níveis máximos de produtividade.
O longo período de duração das secas do semi-árido brasileiro é um desafio para as produções. A palma forrageira pode ser fonte de alimento e água. Saiba mais.
Produtores rurais do Norte de Minas Gerais investem no cultivo da palma forrageira como opção para complementar a alimentação do rebanho leiteiro, principalmente em tempos de seca. Sem depender diretamente da chuva, a planta serve de alimento para bois, cabras e ovelhas, além de ajudar na hidratação dos animais, já que é constituída por até 90% de água.
Uma das leguminosas forrageiras mais cultivadas do mundo, o trevo-vermelho tem agora uma nova cultivar selecionada e melhorada, com boa adaptação às condições de clima e solo da região Sul do Brasil.