RS: retomada das chuvas melhora pastagens, mas afeta qualidade do leite
A retomada da chuva favoreceu as pastagens mas, mesmo com pouco acumulo de barro, alguns problemas com qualidade do leite foram identificados. Saiba mais.
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A retomada da chuva favoreceu as pastagens mas, mesmo com pouco acumulo de barro, alguns problemas com qualidade do leite foram identificados. Saiba mais.
Um estudo elaborado pela Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) prevê que o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) deve atingir R$ 422,7 bilhões em 2013, montante 8,1% superior ao calculado para 2012. "Apesar da forte tendência de queda das cotações das commodities agrícolas no mercado internacional, a expectativa é de que o cenário externo desfavorável não comprometa o faturamento da agropecuária brasileira".
A pandemia de Covid-19 mudou o patamar do e-commerce supermercadista. Tivemos que agir rapidamente na ampliação de atendimento on-line para atender à demanda dos consumidores, que migraram para compra digital. Com isso, costumo dizer que avançamos três anos em três semanas, o que favoreceu um crescimento exponencial à rede, proporcionando ótimos resultados", explica Diego Cicconato, Gerente de Marketing e Inteligência de Mercado da rede.
O período de chuvas em Alagoas, também chamado de inverno no Nordeste, favoreceu o rebanho dos produtores de leite do estado. No ano passado, por causa da seca, muitos tiveram dificuldades na produção.
"Começamos com a produção de leite B com vacas da raça Holandesa. Na sequência, passamos a criar também a raça Simental. Hoje, somos os mais antigos criadores da raça em atividade no Estado de São Paulo e o Simental acabou se tornando a raça bovina principal da fazenda, o que sem dúvida favoreceu a opção pela produção de queijos".
Os produtores de Mato Grosso colheram cerca de 45% do milho safrinha até sexta-feira, o que significa um avanço de 28 pontos percentuais em relação ao fim de semana anterior, segundo dados da Aprosoja. O clima quente e seco favoreceu o adiantamento dos trabalhos. Ainda assim, a safra 2010/11 continua atrasada em relação à anterior - há um ano, mais de 80% da produção havia sido colhida.
Em junho, o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L/Cepea) aumentou 3,43% em relação ao mês anterior. De acordo com agentes do setor consultados pelo Cepea, o clima nos estados do Sul entre maio e junho favoreceu o desenvolvimento de pastagens de inverno e, com isso, a produção de leite. Quanto ao preço pago aos produtores, houve nova redução em julho (referente à produção entregue em junho). Agora, a queda foi de 6,16%, equivalente a 4,7 centavos por litro, com a média bruta a R$ 0,7242/litro.
O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio deve crescer entre 3,5% e 4% em 2011, previsão que, se confirmada, consolida a recuperação da atividade após queda de 5,51% do PIB em 2009, quando o resultado foi influenciado pela crise financeira internacional. Em 2010, as projeções indicam crescimento de 7% do PIB do setor, previsão que considera o resultado acumulado até outubro, que mostra crescimento de 4,67%.
O preço médio bruto pago pelo leite ao produtor em novembro (referente à produção de outubro) teve leve alta de 2,4% (ou 1,7 centavo por litro) em relação ao mês anterior, a R$ 0,7142/litro. O atual comportamento do mercado, apesar de atípico para este período do ano (safra), era esperado pela maior parte dos agentes de mercado. O ligeiro aumento foi sustentado pela oferta de leite ainda restrita no mês de outubro. Além disso, o mercado de derivados - especialmente leite longa vida e queijos - permaneceu firme no período, contribuindo para os atuais patamares de preços.
Em 2009, o mercado do cordeiro fechou em valores positivos com relação aos preços praticados e a quantidade de animais abatidos, o que manteve o mercado aquecido e o consumo formal no patamar das 14 mil toneladas, apesar da queda no volume das importações. Com isso, o ano de 2009 foi encerrado com o preço nominal do cordeiro atingindo o valor de 7,11 reais, permitindo que no período 2001-2009 houvesse um crescimento superior a 100% nas cotações de carne ovina. A tendência observada acima têm-se mantido ao longo do primeiro semestre de 2010, com o preço semestral do cordeiro ficando 8,5 pontos percentuais acima do praticado em 2009, sustentando, dessa forma, o ciclo acelerado de alta que o setor tem experimentado nos últimos anos. Contudo, apesar da alta nos preços, o volume de animais abatidos neste primeiro semestre foi 18,2% inferior em relação a 2009, ocasionando uma queda na produção doméstica em função de uma menor oferta de cordeiros de qualidade.
O preço médio do leite, pago ao produtor gaúcho, voltou a cair na última semana. Segundo o levantamento realizado pela Emater/RS, o preço do produto, que vinha permanecendo fixado em R$ 0,61 o litro, caiu para R$ 0,60/litro, queda de 1,64%. O valor, considerado baixo pelos produtores, não anima o setor que enfrenta custo crescente, devido ao maior consumo de alimentos.
A semana passada no Rio Grande do Sul foi marcada pela alternância entre tempo seco e temperaturas amenas, com chuvas de grande intensidade em algumas regiões. As geadas seguem ocorrendo de forma moderada e, devido à ausência delas no outono, há uma relativa manutenção do campo nativo na região da Campanha, de acordo com informe divulgado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do estado (Emater-RS).
Os leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) promovidos pelo governo garantiram alguma sustentação aos preços do milho no mercado doméstico em junho, realçou análise da Céleres divulgada ontem (28). A consultoria lembra que foram três leilões desde 27 de maio, e que a alta do preço médio no mercado disponível foi de 3% no mês passado na comparação com maio.
A desvalorização do farelo de soja tem derrubado os preços dos outros farelos. Em São Paulo, o farelo de algodão com 28% de proteína bruta foi cotado em abril, em média, à R$ 403,00/tonelada. Com isso, as cotações retornaram aos patamares verificados para o mesmo período de 2009.
O preço do leite pago ao produtor paranaense caiu 20% desde o mês de setembro, quando foram registradas as melhores cotações de 2009. O litro caiu de R$ 0,71 para R$ 0,57. O fato é atribuído à oferta.
O preço do leite longa vida, que em maio chegou a R$ 2,20 o litro, está em média R$ 1,30, queda de 40,9%. A redução aconteceu de forma gradativa e o consumidor começa a sentir no bolso. Para o produtor, a diferença no preço no mesmo período teve redução de 33,3%, passando de R$ 0,90 o litro para R$ 0,60. Entretanto, a expectativa a partir da segunda quinzena de dezembro é de recuperação dos preços.
Os preços do leite no atacado teriam subido 25% no primeiro trimestre do ano, mas o aumento não foi repassado para os preços pagos ao produtor. A reclamação é da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (Faeg), que cita pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
A união de duas centrais de negócios no Sul de Minas gerou uma economia de mais de R$ 1 milhão na aquisição de insumos para produtores de leite e café. A experiência de negociação conjunta é pioneira no Estado e envolveu 22 cooperativas apoiadas pelo Sebrae em Minas e ligadas à Cooperativa Central dos Cafeicultores e Agropecuaristas de Minas Gerais (Coccamig) e à Associação das Cooperativas do Sudoeste Mineiro (Minas Leite).
Impulsionado principalmente pelo crescimento das safras de soja, cana-de-açúcar e milho, o valor da produção agrícola brasileira cresceu 17,8% (R$ 17,6 bilhões) de 2006 para 2007. No ano passado, as 64 culturas investigadas pela pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE ocupavam, juntas, uma área de 62.339.315 ha, gerando mais de R$ 116,6 bilhões.
Baixas temperaturas e estiagem pontual reduzem a rebrota das forrageiras no Rio Grande do Sul, exigindo manejo estratégico e suplementação alimentar para manter a produtividade dos rebanhos.
No final de 2025 foram publicadas duas excelentes revisões no Journal of Dairy Science, que trouxeram informações excelentes para que os nutricionistas de bovinos leiteiros possam utilizar da melhor forma os suplementos ricos em ácidos graxos nas dietas dos animais. O objetivo deste artigo é mostrar o que de mais importante foi publicado nessas revisões.
Apesar do estresse térmico registrado em parte do período, a adoção de estratégias de manejo, nutricionais e sanitárias contribuiu para a manutenção da produção de leite em diversas regiões, com variações pontuais de produtividade.
Pastagens apresentam bom desenvolvimento, mas excesso de umidade impõe desafios à ordenha e à sanidade dos animais.
No terceiro trimestre de 2025 a captação formal de leite mostrou um aumento de 10,3% frente ao mesmo período de 2024, segundo dados parciais do IBGE.