Benefícios do DDGS da indústria do etanol na dieta de bovinos
O DDGS (grãos secos de destilaria com solúveis) é um subproduto da indústria de etanol. Como podem ser utilizados na dieta de bovinos? Confira aqui!
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O DDGS (grãos secos de destilaria com solúveis) é um subproduto da indústria de etanol. Como podem ser utilizados na dieta de bovinos? Confira aqui!
A medida para conter a inflação de alimentos e combustíveis, tem poucas possibilidades de baixar preços e já provoca reações negativas de produtores do país.
Com alta na produção de etanol nos EUA, milho sobe em Chicago. Soja ainda encontra espeço para leve alta no ultimo pregão. Saiba mais aqui!
Se não for utilizado para alimentação, o soro precisa ser tratado como um efluente industrial para não contaminar lagoas e rios. Os experimentos para a bioconversão do soro em etanol têm a coordenação do professor Marco Antônio Ayub, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aumentou sua previsão de uso do milho para a produção de etanol em 100 milhões de bushels para 4,3 bilhões de bushels no ano comercial de 2009-10, refletindo os últimos dados de produção de etanol da Agência de Informações de Energia.
Várias organizações dos Estados Unidos disseram à Agência de Proteção Ambiental (EPA, da sigla em inglês) que se opõem a qualquer aumento na porcentagem de mistura de etanol na gasolina.
A procura por milho para a produção de etanol está aumentando substancialmente os preços dos alimentos para animais. Essa demanda é impulsionada não pelo livre mercado e escolhas dos consumidores, mas pela política do Governo americano chamada "Padrão de Combustível Renovável".
Promovido pela FS, uma das maiores empresas de etanol e nutrição animal do Brasil, trouxe à tona debates e trocas de experiências
Os subsídios do governo americano ao etanol já podem ter inflado em até 17%, de modo artificial, os preços do milho em 2011. A estimativa consta em um estudo que o Centro Internacional para o Comércio e Desenvolvimento Sustentável (ICTSD, na sigla em inglês) divulga nesta semana, dias após o Senado dos Estados Unidos aprovar uma emenda que extingue o incentivo de US$ 5 bilhões ao setor.
A Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA finalizou a regulamentação para o programa de utilização de combustíveis renováveis em misturas na gasolina e no diesel. A publicação da legislação era esperada ansiosamente aqui, no Brasil, porque um dos biocombustíveis em análise pela EPA é o etanol de cana-de-açúcar. A regulamentação concluiu que o etanol de cana é um "bom biocombustível", ou seja, um combustível renovável que reduz substancialmente as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) em relação à gasolina.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aumentou sua estimativa de uso de milho para produção de etanol no ano comercial de 2009/10, que termina em setembro, em 150 milhões de bushels, para 4,55 bilhões de bushels e aumentou sua previsão de uso para o ano comercial de 2010/11 em 100 milhões de bushels, para 4,7 bilhões de bushels.
Um novo relatório elaborado pelo Escritório de Contabilidade do Governo dos Estados Unidos (Government Accountability Office - GAO) recomenda que a Agência de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency - EPA) considere revisar ou remover gradativamente os incentivos fiscais para a mistura de etanol feito à base de milho com gasolina porque a indústria doméstica de etanol "amadureceu" e pode não ser necessário o incentivo para aumentar a produção.
Produto é o que fazemos no campo, na usina. Marca é o que construímos na mente dos consumidores. Etanol é apenas um produto originado da cana de açúcar. Um produto que também pode ser feito de outras matérias primas. O Brasil é o "açucareiro" do planeta. Cana de açúcar é energia de vida humana. Cana de açúcar é alimento. Cana de açúcar é uma "marca" gigantescamente superior a, apenas, um dos seus derivados : o etanol. Marketing é "um pouquinho mais do que se vê": significa penetrar na invisibilidade das almas humanas. Cana de açúcar é ciência, educação, evolução, e humanismo.
A Inpasa apresenta o DDGS, um coproduto de etanol rico em proteínas, energia e minerais, ideal para a nutrição do gado leiteiro. Com benefícios comprovados, aumenta a produção de leite e sólidos, melhorando a eficiência produtiva. Produzido com altos padrões de qualidade, é livre de contaminantes e atende às exigências do mercado, oferecendo uma solução sustentável e inovadora.
Guilherme Morya concorda que o crescimento da economia brasileira é igualmente bem-vindo no mercado de café, cujo consumo resistiu no país mesmo durante a recessão, e Andrés Padilla observa que a retomada é muito aguardada no segmento de lácteos, onde o consumo de itens de maior valor agregado não teve a mesma sorte e registrou quedas. Agora, os sinais sugerem que haverá recuperação.
Com a euforia dos investidores em relação ao etanol, todos queriam plantar cana e produzir o combustível. Centenas de usinas foram construídas entre 2005 e 2008, abrindo novas fronteiras de produção de cana no País, como a Região Centro-Oeste. A corrida do etanol, no entanto, inflacionou o preço da terra, seja para compra de imóvel ou arrendamento. De acordo com dados da Orplana, o custo de remuneração da terra subiu 57% de 2005 para cá.
A central agrícola europeia Copa-Cogeca recebeu favoravelmente um novo estudo europeu que confirmou os reflexos positivos dos biocarburantes sobre a redução de gases de efeito estufa. O relatório do Instituto Internacional de Pesquisa sobre Políticas Alimentares (IFPRI), por encomenda da União Europeia, mostrou que o etanol de cana-de-açúcar do Brasil é o mais eficiente para reduzir as emissões.
O Ceprocor, um centro tecnológico dependente do Ministério da Ciência e Tecnologia da Argentina, possui os conhecimentos para produzir bioetanol a partir de soro de leite e atualmente está formulando um projeto para iniciar com uma planta piloto.
O último relatório de Estimativas de Demanda e Oferta Agrícola Mundial do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgado na última quinta-feira estima um uso de milho para a produção de etanol no país de 3,7 bilhões de bushels, 300 milhões de bushels a menos que a estimativa de novembro.
O DDGS do etanol de milho ganha espaço na nutrição animal, mas sua variabilidade química e a disponibilidade da proteína ainda desafiam a formulação de dietas eficientes e seguras.
A recente entrada da China no mercado internacional de milho como compradora e a manutenção dos subsídios ao etanol à base do grão nos EUA devem manter os preços do cereal em patamares elevados em 2011, favorecendo, ainda que indiretamente, as exportações brasileiras de milho.
A cana-de-açúcar ensilada, que foi negligenciada por um bom tempo, se utilizada em certas proporções na dieta e para determinadas categorias, tem se mostrado uma fonte de forragem economicamente interessante para suprir sua demanda por forragem pelos animais. Dependendo do ano agrícola e da época do ano, algumas planilhas de comparação de volumosos suplementares têm demonstrado vantagem econômica para a cana fresca ou ensilada frente a outras opções mais tradicionais como silagem de milho ou sorgo, bem como feno de gramíneas.
O crescimento da produção de etanol refletirá também no mercado mundial de grãos. O subproduto da indústria de etanol a partir do milho, conhecido por DDG (sigla em inglês para grão de destilaria seco), poderá substituir parcialmente os farelos de soja e milho na alimentação animal.
A visita de George W. Bush gerou um impressionante volume de matérias e opiniões sobre biocombustíveis. O que não faltou foram reducionismos e preconceitos. Alguns merecem destaque. Primeiro mito: muita expectativa, nenhum resultado. Propagou-se a idéia de que a reunião traria grandes resultados em investimentos e comércio. Como isso não ocorreu, o acordo teria fracassado.