Indústria de lácteos da Ucrânia mostra resiliência
Apesar das hostilidades em curso e das enormes restrições à imigração e à exportação, a indústria de lácteos da Ucrânia mostra alguns sinais de recuperação.Leia
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Apesar das hostilidades em curso e das enormes restrições à imigração e à exportação, a indústria de lácteos da Ucrânia mostra alguns sinais de recuperação.Leia
O setor pecuário na Ucrânia está atualmente sofrendo enormes perdas devido à guerra infligida pela Rússia e precisará de grande ajuda global para se recuperar.
Com o início da lactação e a continuação da produção de leite, enormes adaptações ocorrem na vaca leiteira devido ao aumento da necessidade de nutrientes para apoiar a síntese do leite. Além da maior necessidade de energia e aminoácidos para o colostro e depois para a síntese do leite, a necessidade de cálcio aumenta duas a três vezes em relação à exigida pela vaca leiteira antes do parto.
A sensibilidade a renda da demanda de lácteos no Brasil mudou bastante depois da pandemia, trazendo novos e enormes desafios para as empresas do setor e muitas dúvidas sobre o cenário futuro de mercado. Como estes impactos ocorreram em outros países do mundo? O que aconteceu e vem acontecendo aqui no Brasil?
Não é necessário "torturar" os números para que claramente se perceba o que queremos demonstrar. Este breve artigo pretende mostrar os efeitos das enormes alterações ocorridas do lado da demanda no equilíbrio do mercado lácteo pós covid, que têm gerado a fortíssima escalada de preços (semelhante à ocorrida depois da greve dos caminhoneiros, em 2018) verificada até o momento.
A cadeia leiteira brasileira é pródiga em gerar expectativas e atuar, no mercado, em função delas. Todo ano isso ocorre, mas em 2019 este "mecanismo" está especialmente intenso, gerando enormes "altos e baixos" no mercado. E, como normalmente ocorre, o setor industrial (ainda bastante fragmentado) tem sido o gerador e direcionador destas expectativas no mercado.
Começa o novo governo com ímpeto, efervescência política, alguns cacoetes de palanque e enormes desafios, jogando as expectativas lá em cima. E o agro, se quiser manter seu ritmo histórico recente de expansão, contribuir e ser protagonista em uma virada econômica do país, terá que superar (mais uma vez) a si mesmo. No geral, o setor não padece da ameaça de baixa produtividade, que espreita outros setores da economia. Pelo contrário.
O IBGE divulgou, no dia 26.07, a primeira leva de dados preliminares do Censo 2017. Estes dados surgem 11 anos depois do último Censo, divulgado em 2006, e cercados de enormes expectativas sobre a evolução dos números oficiais da produção de leite no Brasil.
"A Lacticínios Tirol expressa sua insatisfação com relação ao aumento do preço dos combustíveis, que ocasionou a greve dos caminhoneiros iniciada nesta segunda-feira e que já atinge 11 Estados brasileiros. Ainda que legítima, a greve traz prejuízos enormes para toda a cadeia leiteira, desde a captação junto aos produtores até a entrega nas unidades fabris".
Após a recente prorrogação por 6 meses para a entrada em vigor de novos padrões legais de qualidade do leite cru no Brasil, a cadeia produtiva do leite tem aguardado com grande interesse a definição de quais medidas concretas deverão ser aplicadas para evitar futuros adiamentos. Houve certo consenso entre representantes dos vários segmentos de que, a despeito de alguns avanços na questão da qualidade do leite, ainda são enormes os desafios para atingirmos padrões internacionais, principalmente quanto à higiene e saúde da glândula mamária. Desse modo, parece ser justificável esta prorrogação dos prazos, no entanto não se pode perder esta oportunidade para definição de um conjunto de medidas para alavancar a qualidade do leite.
A notícia publicada na última terça-feira (9) sobre a aprovação dos deputados de um projeto de leite que visa a divulgação, até o dia 25 do mês, do preço que será pago ao produtor pelos laticínios, foi o assunto mais comentado no MilkPoint durante a última semana. De um lado, congratulações ao deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) por aumentar a transparência na precificação do produto. De outro, enormes críticas pelo fato do projeto propor o fim da diferenciação de preços entre produtores da mesma empresa, nivelando-os provavelmente por baixo.
Nestes últimos dias, em todos os lugares que freqüentamos, o assunto é um só: como as chuvas têm causado transtornos, desde pequenos prejuízos até enormes catástrofes.
A imprensa vem publicando no último mês, as reuniões que estão sendo realizadas entre a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e o Governo Federal, onde entre outros assuntos, está sendo tratado a transformação das Propriedades Rurais em Empresas Rurais e a implantação de um SIMPLES RURAL com relação a parte tributária. Nos últimos anos a SAFRAS & CIFRAS entre seus serviços tem dado uma atenção especial exatamente a esta transformação que atualmente a CNA e o Governo Federal estão tratando, que é a transformação de Pessoas Físicas em Pessoas Jurídicas.
O segundo dia do Interleite 2011, realizado de 6 a 8 de julho em Uberlândia (MG), contou com ótimas palestras que abordaram diferentes sistemas de produção e o comparativo entre a produção de leite no Brasil e na Nova Zelândia. A primeira apresentação foi de Roberto Jank Jr., da Agrindus S.A., o 2o maior produtor de leite do país. Com produção de 14,8 milhões de litros de leite em 2010, Roberto falou da intensificação e verticalização da empresa, e dos desafios da produção de leite no país.
Visando o aumento da produtividade e promover a profissionalização da gestão da propriedade rural, o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte (Sebrae RN) lançam o projeto Balde Cheio.
É preciso defender a preservação. O desmatamento zero. A biodiversidade. E isso está garantido no relatório apresentado pela Comissão Especial do Código Florestal. Mas não se pode aceitar que pessoas que não conhecem a realidade da vida no campo, a luta da produção, por mais bem intencionadas que possam ser, estabeleçam, de modo voluntarista, limites que oneram um setor produtivo que já enfrenta dificuldades para continuar a garantir alimento ao povo brasileiro.
Preocupado com a demora na aprovação da compra da Sadia pela Perdigão, José Antonio Prado do Fay, presidente da BR Foods, pediu um encontro com integrantes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Ele reclamou que, num mercado competitivo, as empresas devem tomar decisões com agilidade e não podem ficar por mais de um ano sem saber qual o resultado de suas fusões e aquisições. A Perdigão comprou a Sadia em maio de 2009.
Um dos mais bem sucedidos chefes de cozinha britânicos, Gordon Ramsay, e a nova princesa pop do Reino Unido, Pixie Lott, lançaram uma campanha no país para promover os benefícios do leite com baixo teor de gordura a adolescentes e suas famílias, e estimular e fortalecer a indústria de lácteos.
A pecuária deveria ser taxada para reduzir os estragos ao ambiente causados pela produção de carnes. Polêmica, a proposta da Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) afeta grandes exportadores de carnes como o Brasil e pode ser considerada o "contrapeso" do cenário de crescimento contínuo da demanda internacional sinalizado em amplo estudo divulgado na quinta-feira.
A subsidiária brasileira alcançou o posto de segunda maior operação mundial da Nestlé, à frente da americana. A proposta inicial do presidente da Nestlé no Brasil, Ivan Zurita, era elevar em 6% o faturamento da subsidiária, atualmente em 14 bilhões de reais. Hoje, o desafio de Zurita e seu grupo é crescer organicamente 10% a partir do próximo ano. "Não há dúvida de que a nova meta de crescimento para o Brasil é bastante ousada", diz Zurita. "Mas está longe de ser inatingível. Vamos trabalhar dobrado."
Os Estados Unidos sinalizaram hoje (27) na Organização Mundial do Comércio (OMC) que estão prontos para discutir a retirada de subsídios à exportação de lácteos se a União Europeia (UE) fizer o mesmo. A posição americana foi provocada por uma cobrança do Brasil contra a reintrodução de subsídios à exportação de lácteos pelos dois gigantes do comércio mundial.
A mastite bovina, doença provocada na maioria das vezes por bactérias, está distribuída em todos os rebanhos bovinos leiteiros. De difícil controle, a mastite causa enormes prejuízos e compromete a renda do produtor mineiro e a competitividade desta cadeia produtiva. Considerando o agronegócio, a cadeia produtiva do leite é a mais importante geradora de empregos diretos e indiretos. Uma solução criativa para o problema veio da nanotecnologia.
As vacas que entram no período de transição - três semanas antes até três semanas depois do parto, estão numa fase crítica. As mudanças que ocorrem durante este período as impõem enormes demandas fisiológicas. As práticas de alimentação e manejo usadas nas últimas semanas de gestação afetam profundamente a incidência de doenças no início do período de lactação.
O setor de lácteos da Austrália está enfrentando uma lista crescente de desafios, mas a indústria continuará suavizando o impacto, disse o presidente do <i>Dairy Australia</i>, Max Roberts, durante uma Reunião Anual Geral da entidade. Roberts disse que a indústria tem visto "enormes mudanças" nos cinco anos desde que o <i>Dairy Australia</i> foi formado.